quinta-feira, 30 de junho de 2011

ACORDA BRASIL

Existe um deboche para com a nossa Nação que arde as vísceras daqueles que ainda sentem amor à Pátria e ao seu povo. Primeiro o próprio povo é responsável por esse deboche, depois seus representantes, que nada mais são do que gente da mesma cepa e que ampliam o deboche de tal forma que não passa desapercebido em todo o mundo.

Claro que falo sobre a seara política, onde as instituições, do povo e para o povo, são as mais execradas, pelo próprio povo e pelos seus representantes, os mandatários.

É impossível não relembrarmos o deboche que o povo tem feito com as instituições, que costumamos chamar de democráticas. Quando de posse do poder maior, o voto, jogam-no ao lixo, como se não tivesse valor algum; com isso desmoralizarem-se.

Sim, mesmo sendo redundante é bom ainda reforçar: o próprio povo se desmoraliza!

Não é suficiente os poeminhas sobre o alienado político pois, alienados, pelo que se vê, é o próprio povo, em sua maioria, e seus dignatários e impávidos representantes. Associados a eles, a imprensa, que nada mais é, também, partícipe do mesmo meio.

Se quisermos exemplos teremos aos borbotões, como a eleição de um rinoceronte, ainda nos tempos das cédulas de papel.

Hoje, com o advento da modernidade e da tão criticada urna eleitoral por Leonel de Moura Brizola, não sem razão, o voto eletrônico nos apresenta o deboche do povo da forma mais catastrófica e descarada, além do perigo das falcatruas em urnas tão vulneráveis que fora do país nosso processo eleitoral é ridicularizado.

Ou decidimos pela seriedade política, a partir da nossa própria seriedade para com o voto, ou não teremos parlamentares sérios em nosso país.

sábado, 25 de junho de 2011

CRIMINALIZAÇÃO

O Brasil dirigido pelo PT tem uma dificuldade muito grande para entender a legislação vigente e as leis brasileiras. Talvez pela falta de escolaridade de seus principais líderes e o frenetismo em seguir àquela orientação fazem, de certos petistas, infelizmente donos de alguns cargos, cabras cegas que se orientam pelo faro. Tal postura resulta num emaranhado de projetos de leis que esbarram no bom senso e atropelam a constituição, alem de afrontar a cidadania.

A norma petista hoje é criminalizar tudo que se apresenta contrário aos interesses e às convicções de certos líderes do partido vermelho e para tanto têm o apoio da mídia e da ganância financeira de certos donos de TVs que, com o dinheiro público, recebem por serviços prestados.
O toma-lá-da-cá é tão claro que  não é mais mistério que Lula emprestou dinheiro do estado para que Silvio Santos salvasse seu patrimônio. Não fosse a mão do amigo vermelho e o SBT sucumbiria pois o Banco Panamericano estava falido pelo roubo de seus cofres efetuado pelos próprios diretores da instituição.

Lula recebeu em contra-partida, também às custas do povo brasileiro, uma novelinha de segunda categoria que procura enxovalhar uma das mais nobres instituições da nação brasileira.

No fim das contas nós, brasileiros, é que pagamos a festa. Perdemos um canal de TV, tido como o segundo colocado em audiência, que apresentava programações dirigidas ao entretenimento e ao lazer. Perdemos uma fortuna em dinheiro, desviada dos cofres públicos para pagar dívidas particulares de ladrões do colarinho branco; e ainda recebemos como recompensa um parlamento eivado de políticos reféns da mídia e do dinheiro escuso que nos apresentam leis espúrias, inconstitucionais e ineptas que terão como única finalidade satisfazer os interesses, desejos e intenções reprimidas de certos petistas hoje soberanos.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

PASSEADEIROS

Marchas, passeatas, caminhadas, protestos e uma série de outros títulos para designar os aglomerados de pessoas que saem às ruas para a coerção. O termo é exatamente este: coerção, e não coação; pois através de tumultos coercitivos querem impor à sociedade formas de comportamento, padrões, normas e até atitudes, as mais subjetivas possíveis.

Pois esses "passeadeiros" estão tendo sucesso. Mais e mais pessoas que nada têm a fazer de mais útil na vida, incautos, "teleguiados" e outros mais somam-se para através do tumulto e do grito impor padrões de comportamento numa sociedade prestes a sucumbir pela lei da histeria coletiva.

Políticos acovardam-se, pois covardes sempre foram; cidadãos de bem calam-se, por não quererem confrontos; jornais e TVs aproveitam, pois sobrevivem do sensacionalismo popularesco.

No Brasil o palco maior concentrou-se na avenida Paulista, em São Paulo. É lá o aglomerado constante dos alaridos multicoloridos em prol disso ou daquilo. Desfile carnavalesco de opiniões bizarras de bizarras figuras que se concentram sem saber definir seus porquês. Uma celeuma que custará à história uma explicação sobre esse nosso tempo.

Não bastasse o vozerio imposto e inconveniente nossos ouvidos são massacrados pelas manchetes televisivas a contar e recontar o número dos adeptos que impulsionam mídia e governo a fazer do grito a lei futura. Sim, pois mídia hoje é sinonimo de coerção à governantes e legisladores. Uma simples adesão da mais popularesca TV do Brasil é ordem para políticos reféns arvorarem um congresso capenga e votar seja lá o que for pela vontade imposta, apelidada de "vontade do povo".

Triste realidade que o futuro irá cobrar.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

DITADURA DA DEMOCRACIA

A democracia tão propalada no Brasil na verdade é uma dura ditadura da minoria. Dilma com 55.752.529 milhões de votos ganhou de um Serra com 43.711.388 milhões de votos, respectivamente 56,05% e 43,95%. Ora pois, não contamos aí os votos brancos e nulos e àqueles que, insatisfeitos com o processo eleitoral, não compareceram para votar. Também, não contamos os 19.600,000 milhões de votos de Marina Silva, 19,3% do eleitorado.

Estamos então numa democracia? Claro que estamos, porém numa democracia duramente ditatorial, em que impera a vontade de um grupo de manipuladores com alto poder de persuasão junto a massa ignara.

Em um primeiro momento parece que Dilma obteve uma maioria de votos; não! foi uma minoria. Uma votação meramente contabilizada para obter-se um vencedor em um processo falso apelidado de democrático.

Não estamos diferente dos Estados Unidos, também com uma falsa democracia, mas como copiamos tudo que vem dos norte-americanos...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

JUSTIÇA ENGESSADA

Os governantes brasileiros de esquerda foram eleitos em um país legitimamente democrático; democracia essa que não existiria fossem eles os mandatários da nação em lugar dos militares, que conduziram o país à plena democracia e até hoje são os responsáveis pela estabilidade política da nação.

Sem Exército forte os países seriam debelados pela anarquia; anarquia essa que era o mote dos terroristas que queriam dar o golpe em 64. Hoje esses terroristas são políticos com plena liberdade, possibilitada pelos militares que conseguiram evitar que a baderna fosse estabelecida amordaçando os direitos civis através de uma ditadura de esquerda.

Pois esses políticos esquerdistas, que têm a frente o ex-presidente Lula como o seu míto, deveriam se envergonhar do chefe que concedeu asilo político para um criminoso, de nome Cesare Battisti, que esfacelou vidas na Itália e fugiu para o Brasil com a finalidade de escapar à justiça.

Esse terrorista assassino se esconde em nosso país protegido pelas barbas de Lula e a justiça brasileira ficou engessada pela legitimidade da lei nada podendo fazer.

Quem esconde criminoso em sua casa é cúmplice!

Deram a Cesare o que não era de Cesare.

Que o Tribunal de Haia conserte a situação.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

GUERRA E PAZ

Não adianta, em termos de politica internacional, se queres a paz prepara-te para a guerra! Pois o Brasil ao invés de trabalhar para que a nação seja forte e fortalecida preocupa-se em discussões histéricas e estéreis no plenário do Congresso Nacional e nas salas de Ministros e Presidente do Brasil.

Não é de agora, mas o governo brasileiro não apoiou o Projeto Osório da Engesa, que fabricou o melhor tanque de guerra do mundo, tendo competido no deserto da Arábia Saudita com outros concorrentes como Estados Unidos, França, Itália, etc. Venceu todos e perdeu para a política internacional e falta de apoio daqueles que governam nosso país.

A Engesa faliu, juntamente com um projeto de mais de um milhão de dólares que a empresa financiou sozinha; sem apoio, traída pelos conterrâneos desinteressados e minguada em política internacional, embora com o melhor produto, foi vencida pelo segundo colocado que não poderia ser outro que os Estados Unidos da América.

A Arábia Saudita ficou com o pior tangue de Guerra, o norte-americano. O Brasil ficou com o melhor, guardado como relíquia no museu de uma empresa que faliu por conta da falta de apoio político e da falta de compromisso dos governantes brasileiros.

Nosso Exército poderia ter o Osório em suas fileiras, mas o tem em um museu, recordação da competência tecnológica e da incompetência política.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

LEI TIRIRICA

A Câmara anda em alvoroço com os debates em torno da reforma política. Uma lei apelidada de "lei Tiririca" pode vingar terminando com o sistema proporcional, baseado no coeficiente eleitoral. Trocando em miúdos: os partidos não mais elegerão candidatos "puxados"  pelos votos de figuras excepcionais como Tiririca, Enéas e até o próprio Clodovil que obteve em torno de 400 mil votos e "puxou" mais um candidato. Tiririca levou alguns e Enéas, o campeão, levou mais cinco candidatos do seu partido.

Embora o deboche de alguns sobre Vanderlei Assis, que obteve 275 votos, sendo eleito pela proporcionalidade graças aos 1,5 milhões de votos de Enéas e mais 100 mil votos da legenda do PRONA, é bom destacar que aquele Deputado Federal exerceu todo o seu mandato com desenvoltura e teve na Câmara a postura esperada de um parlamentar, diferente de alguns que nem balbuciar em plenário sabem, embora possam ter muito mais votos. Ser Deputado Federal não deveria ser somente em função do número de votos, mas somar a isso a postura necessária para desenvolver a atividade. Mas, isso é um sonho! Quem se importa em eleger cidadãos que façam bem o seu serviço? Pelo que se vê o povo quer é fantasia. E recebem isso dos congressistas com escândalos, roubos, mentiras, cafagestagens e uma série de infrações que somente quem lá esteve sabe contar; uma verdadeira máfia que para se safar das bandidagens e roubalheira são capazes de colocar em fogueiras públicas muitos outros parlamentares que, incautos, foram jogados na lama das sacanagens sem nunca delas terem participado. A começar pelo próprio Vanderlei Assis, um médico dedicado à sua comunidade, professor, pesquisador, físico, matemático, artista de grande vertente criativa que foi jogado aos leões por conta dessa máfia que não suporta a verdade e a competência.

A proposta de Reforma Política que transita na Câmara há muito tempo vem, mais uma vez, a tona, depois de estar afundada em mistérios e articulações bastante escusas que só serve aos interesses daqueles políticos que não querem abandonar o poder.

Propõem agora a mesma coisa que sempre foi proposta: acabar com o sistema de proporcionalidade; pois bem, assim sendo, como fica aquela outra história da fidelidade partidária? Se os votos da legenda caem por terra, e o partido não mais contribui com a eleição do seu candidato, então o mais votado, o eleito, é dono do seu mandato!

Reforma se faz de uma maneira ampla, geral e irrestrita. Não é assim que o PT grita a todo instante sobre qualquer coisa que não seja àquelas do seu interesse? Pois então vamos reformar o sistema político a começar pelo fim das alianças partidárias em tempos de eleição, as chamadas coligações, pois são essas coligações o que mais amplia o leque de votos; muito mais que "tiriricas" da vida.

terça-feira, 31 de maio de 2011

COMPORTAMENTO POLÍTICO

O problema do comportamento dos parlamentares no Congresso Nacional e em todas as esferas políticas é o mesmo que está inserido em qualquer pessoa humana: esquecimento.

O homem é um ser de mudanças e, quando muda, esquece o passado.

Alguém já viu um Senador andando de ônibus?

Quando fiz isso, certa vez, quando Deputado Federal, perguntaram-me com espanto: o senhor andando de ônibus?

O povo sempre tem os políticos que merece!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PALOCCI versus TEMER

É melhor o Pallocci começar a tremer pois o Temer nunca levou desaforo para dentro do PMDB. Fomos deputados na 52ª Legislatura, eu e o Temer, e embora sempre muito educado não era seu costume aceitar desaforos sem o devido retorno em dose dupla. Verdade seja dita, o PT não governa sozinho nesse mandato e sem o PMDB a presidente estará prestes a repetir o efeito Collor. Não desejo isso novamente para o Brasil, mas em Brasília as aboboras só se acomodam se houver reciprocidade, negociação e o famoso toma lá da cá. O PMDB é dono dos cargos que tem e Pallocci que se cale para não complicar mais as coisas para o lado da Dilma.

Por outro lado, se a presidente tivesse postura de Presidente, energia e liderança, já teria demitido Pallocci e fim de papo.

Mas, pelo que parece, Dilma copia Lula em tudo. Está querendo repetir a teimosia do chefe que insistiu demais na permanência de José Dirceu, desgastando sua imagem e ameaçando a estabilidade do país. Naquela queda de braço venceu Roberto Jefferson e a Câmara mandou os dois para o molho por oito anos.

Pallocci está querendo o mesmo destino; se insistir ganha.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CAOS

É suficiente a palavra CAOS para definir a situação em que se encontra os órgãos governamentais dirigidos pelo PT da Dilma.

Fixando-me apenas na Previsdência Social, que o ex-deputado e também ex-ministro Pimentel tentou organizar, digo-vos, leitores, impossível para o cidadão comum conseguir, pelo menos, seus direitos adquiridos após mais de 35 anos de contribuição.

Nada funciona; nem a disposição dos funcionários públicos, que mais parecem robôs do que seres humanos.

O cidadão que necessitar uma simples declaração do "tempo de contribuição" para formalizar seu pedido de aposentadoria irá se deparar com uma máquina estatal burra, desprovida de tecnologia, pelo simples fato de que os seres automatizados da tal de Previdência não se dispõem a colocar "graxa" na máquina administrativa daquele setor. Embora o desenvolvimento tecnologico e a informatização de todos os órgãos do estado, uma simples folha de papel com tempo de contribuição consumirá toneladas de outras folhas de papel para formatarem um processo descabido e imbecil que também consumirá toneladas de neurônios e de paciência do cidadão que necessitar desse serviço.

Dilma, que se diz competente e que foi ungida a presidente em função de um trabalho exitoso numa estatal gaúcha, do setor energético, poderia colocar energia no trabalho que agora desenvolve e acabar com a burrice que emperra os órgãos do estado.

O PT que gosta de falar em luta, que lute agora para cumprir as promessas que fez ao povo e acabe com a lerdeza no serviço público desburocratizando o Brasil, pois os burocrátas dos estados socialistas já morreram e suas teses escafederam-se pelo cano da inércia.

Abaixo o CAOS! ou, então, Fora Dilma!

Não era o PT que gostava tanto desses chavões?

sexta-feira, 11 de março de 2011

LAMA POLÍTICA

Quem ainda se arrisca a ler os comentários políticos e as notícias que envolvem as atividades do Governo Federal e as do Congresso, sente asco!

Agora a Maria do Rosário, alçada a mini-istra, com o velho PMDBista Jobim, inventaram a história da Comissão da Verdade.  

Querem confusão, na certa!

Também estou pagando p'ra ver se a tal comissão da verdade vai, pelo menos, chegar a verosimilhança e apontar os criminosos esquerdistas que até hoje se escondem por trás das saias do governo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

SALÁRIO MÍNIMO

Em São Paulo esta decidido: R$ 600,00 é o mínimo, com mais duas faixas salariais, R$ 610,00 e R$ 620,00. Acerto de Alckmim com as Centrais Sindicais e não baseado nos discursos de Serra na campanha eleitoral.

Enquanto isso no Congresso: alguem duvida de que Paim vai ficar sozinho na bancada do PT pedindo acôrdo para elevar o mínimo da Dilma?

Também não há dúvida de que o Congresso aprovará o mínimo do ptDilma: R$ 545,00.

COMPOSIÇÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

AC
Marcio Bittar (PSDB)
Flaviano Melo (PMDB)
Perpétua Almeida (PC do B)
Gladson Cameli (PP)
Sibá Machado (PT)
Henrique Afonso (PV)
Taumaturgo (PT)
Antonia Lucia (PSC)

AL
Renan Filho (PMDB)
Célia Rocha (PTB)
Rui Palmeira (PSDB)
João Lyra (PTB)
Givaldo Carimbão (PSB)
Rosinha da Adefal (PT do B)
Arthur Lyra (PP)
Joaquim Beltrão (PMDB)
Maurício Quintella Lessa (PR)
AM
Praciano (PT)
Rebecca Garcia (PP)
Átila Lins (PMDB)
Silas Camara (PSC)
Carlos Souza (PP)
Pauderney (DEM)
Sabino Castelo Branco (PTB)
Henrique Oliveira (PR)

AP
Vinicius (PRTB)
Professora Dalva (PT)
Professora Marcivania (PT)
Davi Alcolumbre (PRB)
Fatima Pelaes (PMDB)
Evandro Milhomem (PC do B)
Bala Rocha (PDT)
Luiz Carlos (PSDB)
BA
ACM Neto (DEM)
Lucio Vieira Lima (PMDB)
Rui Costa (PT)
João Leão (PP)
Pelegrino (PT)
Mário Negromonte (PP)
Márcio Marinho (PRB)
Felix Jr (PDT)
Afonso (PT)
Daniel Almeida (PC DO B)
Valmir Assunção (PT)
Antonio Imbassahy (PSDB)
Jutahy Magalhães Júnior (PSDB)
Zézeu (PT)
Edson Pimenta (PC DO B)
Alice Portugal (PC do B)
Waldenor (PT)
Oziel Oliveira (PDT)
Fernando Torres (DEM)
Mauricio Trindade (PR)
Geraldo Simões (PT)
João Bacelar (PR)
Arthur Maia (PMDB)
José Rocha (PR)
Claudio Cajado (DEM)
Sérgio Brito (PSC)
José Nunes (DEM)
Antonio Brito (PTB)
Erivelton Santana (PSC)
Josias Gomes (PT)
Jose Carlos Araujo (PDT)
Marcos Medrado (PDT)
Luiz Argôlo (PP)
Fabio Souto (DEM)
Roberto Britto (PP)
Amauri Teixeira (PT)
Luiz Alberto (PT)
Paulo Magalhães (DEM)
Jânio Natal (PRP)

CE
Domingos Neto (PSB)
Guimarães (PT)
Genecias (PMDB)
Anibal (PMDB)
Edson Silva (PSB)
Artur Bruno (PT)
Joao Ananias (PC do B)
Raimundão (PMDB)
André Figueiredo (PDT)
Mauro Benevides (PMDB)
Arnon Bezerra (PTB)
José Airton (PT)
Danilo Forte (PMDB)
Gorete Pereira (PR)
Vicente Arruda (PR)
Eudes Xavier (PT)
Chico Lopes (PC do B)
Padre Ze (PP)
Ariosto Holanda (PSB)
Balman (PSB)
Raimundo Matos (PSDB)
Manoel Salviano (PSDB)

DF
Reguffe (PDT)
Paulo Tadeu (PT)
Jaqueline Roriz (PMN)
Izalci (PP)
Magela (PT)
Erika Kokay (PT)
Ronaldo Fonseca (PP)
Luiz Pitiman (PMDB)

ES
Audifax (PSB)
Sueli Vidigal (PDT)
Lelo Coimbra (PMDB)
Paulo Foletto (PSB)
Rose de Freitas (PMDB)
Cesar Colnago (PSDB)
Iriny Lopes (PT)
Lauriete (PSC)
Dr. Jorge Silva (PDT)
Manato (PDT)
GO
Dona Iris (PMDB)
Rubens Otoni (PT)
Ronaldo Caiado (DEM)
Flávia Morais (PDT)
Sandro Mabel (PR)
Jovair Arantes (PTB)
João Campos (PSDB)
Armando Vergílio (PMN)
Leandro Vilela (PMDB)
Carlos Alberto Lereia (PSDB)
Roberto Balestra (PP)
Pedro Chaves (PMDB)
Leonardo Vilela (PSDB)
Thiago Peixoto (PMDB)
Sandes Junior (PP)
Vilmar Rocha (DEM)
Heuler Cruvinel (DEM)

MA
Gastão Vieira (PMDB)
Sarney Filho (PV)
Cleber Verde (PRB)
Luciano Moreira (PMDB)
Pedro Fernandes (PTB)
Waldir Maranhão (PP)
Edivaldo Holanda Junior (PTC)
Nice Lobão (DEM)
Alberto Filho (PMDB)
Pedro Novais (PMDB)
Professor Sétimo (PMDB)
Dutra (PT)
Pinto Itamaraty (PSDB)
Carlos Brandão (PSDB)
Zé Vieira (PR)
Ribamar Alves (PSB)
Hélio Santos (PSDB)
Lourival Mendes (PT do B)

MG
Rodrigo de Castro (PSDB)
Lael Varella (DEM)
Weliton Prado (PT)
Eros Biondini (PTB)
Alexandre Silveira (PPS)
Gilmar Machado (PT)
Jaiminho Martins (PR)
Toninho Pinheiro(PP)
Reginaldo Lopes (PT)
Odair Cunha (PT)
Marcus Pestana (PSDB)
Dimas Fabiano (PP)
Domingos Sávio (PSDB)
Leonardo Quintão (PMDB)
Newton Cardoso (PMDB)
Gabriel Guimarães (PT)
Carlaile Pedrosa (PSDB)
Marcio Reinaldo (PP)
Eduardo Azeredo (PSDB)
Eduardo Barbosa (PSDB)
Bernardo Santana (PR)
Antônio Andrade (PMDB)
Bilac Pinto (PR)
Miguel Correa (PT)
Padre Joao (PT)
Zé Silva (PDT)
Lincoln Portela (PR)
Aelton Freitas (PR)
Jô Moraes (PC do B)
Paulo Abi Ackel (PSDB)
Luiz Fernando (PP)
Renzo Braz (PP)
João Magalhães (PMDB)
Narcio (PSDB)
Mario de Oliveira (PSC)
Carlos Melles (DEM)
Fabinho Ramalho (PV)
Marcos Montes (DEM)
Mauro Lopes (PMDB)
George Hilton(PRB)
Paulo Piau (PMDB)
Saraiva Felipe (PMDB)
Diego Andrade (PR)
Antônio Roberto (PV)
Geraldo Thadeu (PPS)
Walter Tosta (PMN)
Leonardo Monteiro (PT)
Aracely de Paula (PR)
Ademir Camilo (PDT)
Julio Delgado (PSB)
Luis Tibe (PT do B)
Jose Humberto (PHS)
Dr. Grilo (PSL)
MS
Giroto (PR)
Reinaldo Azambuja (PSDB)
Vander (PT)
Fabio Trad (PMDB)
Geraldo Resende (PMDB)
Mandetta (DEM)
Marçal Filho (PMDB)
Biffi (PT)
MT
Wellington Fagundes (PR)
Homero Pereira (PR)
Valtenir (PSB)
Carlos Bezerra (PMDB)
Saguas (PT)
Julio Campos (DEM)
Pedro Henry (PP)
Eliene Lima (PP)
PA
Wlad (PMDB)
Elcione (PMDB)
Arnaldo Jordy (PPS)
Priante (PMDB)
Beto Faro (PT)
Zenaldo Coutinho (PSDB)
Zequinha Marinho (PSC)
Lucio Vale (PR)
Nilson Pinto (PSDB)
Miriquinho Batista (PT)
Puty (PT)
Lira Maia (DEM)
Zé Geraldo (PT)
Josué Bengtson (PP)
Giovanni Queiroz (PDT)
Asdrubal (PMDB)
Wandenkolk (PSDB)
PB
Wellington Roberto (PR)
Ruy Carneiro (PSDB)
Manoel Junior (PMDB)
Wilson Filho (PMDB)
Luiz Couto (PT)
Romero Rodrigues (PSDB)
Bejamin Maranhão (PMDB)
Aguinaldo Ribeiro (PP)
Dr. Damião (PDT)
Efraim Filho (DEM)
Hugo Motta (PMDB)
Nilda Gondim (PMDB)
PE
Ana Arraes (PSB)
Eduardo da Fonte (PP)
João Paulo (PT)
Inocêncio Oliveira (PR)
Pastor Eurico (PSB)
Sérgio Guerra (PSDB)
Fernando Filho (PSB)
Mendonça (DEM)
Maurício Rands (PT)
Bruno Araujo (PSDB)
Danilo Cabral (PSB)
Gonzaga Patriota (PSB)
Wolney Queiroz (PDT)
Luciana Santos (PC do B)
Raul Henry (PMDB)
Pedro Eugenio (PT)
Silvio Costa (PTB)
Cadoca (PSC)
Augusto Coutinho (DEM)
José Chaves (PTB)
Jorge Corte Real (PTB)
Fernando Ferro (PT)
Roberto Teixeira (PP)
Anderson Ferreira (PR)
José Augusto Maia (PTB)

PI
Marcelo Castro (PMDB)
Marllos Sampaio (PMDB)
Átila Lira (PSB)
Hugo Napoleão (DEM)
Julio Cesar (DEM)
Assis Carvalho (PT)
Osmar Júnior (PC do B)
Iracema Portela (PP)
Paes Landim (PTB)
Jesus Rodrigues (PT)

PR
Ratinho Junior (PSC)
Hermes Parcianello Frangao (PMDB)
André Vargas (PT)
Alex Canziani (PTB)
Cida Borghetti (PP)
Delegado Francischini (PSDB)
João Arruda (PMDB)
Rubens Bueno (PPS)
Osmar Serraglio (PMDB)
Micheletto (PMDB)
Giacobo (PR)
Hauly (PSDB)
Nelson Meurer (PP)
Takayama (PSC)
Zeca Dirceu (PT)
Angelo Vanhoni (PT)
Dilceu Sperafico (PP)
Alfredo Kaefer (PSDB)
Eduardo Sciarra (DEM)
André Zacharow (PMDB)
Sandro Alex (PPS)
Reinhold Stephanes (PMDB)
Assis do Couto (PT)
Dr. Rosinha (PT)
Cezar Silvestri (PPS)
Lupion (DEM)
Nelson Padovani (PSC)
Edmar Arruda (PSC)
Rosane Ferreira (PV)
Leopoldo Meyer (PSB)

RJ
Garotinho (PR)
Chico Alencar (PSOL)
Leonardo Picciani (PMDB)
Vitor Paulo (PRB)
Eduardo Cunha (PMDB)
Romário (PSB)
Jandira Feghali (PC do B)
Alexandre Cardoso (PSB)
Washington Reis (PMDB)
Alessandro Molon (PT)
Jair Bolsonaro (PP)
Pedro Paulo (PMDB)
Arolde de Oliveira (DEM)
Filipe Pereira (PSC)
Hugo Leal (PSC)
Dr Aluizio (PV)
Rodrigo Maia (DEM)
Luiz Sergio (PT)
Julio Lopes (PP)
Otavio Leite (PSDB)
Stepan Nercessian (PPS)
Andreia Zito (PSDB)
Marcelo Matos (PDT)
Simão Sessim (PP)
Rodrigo Bethlem (PMDB)
Sirkis (PV)
Adrian (PMDB)
Alexandre Santos (PMDB)
Ezequiel (PMDB)
Benedita (PT)
Sergio Zveiter (PDT)
Miro Teixeira (PDT)
Glauber (PSB)
Francisco Floriano (PR)
Edson Santos (PT)
Bittar (PT)
Walney Rocha (PTB)
Dr Adilson Soares (PR)
Zoinho (PR)
Felipe Bornier (PHS)
Neilton Mulim (PR)
Dr Paulo Cesar (PR)
Liliam Sá (PR)
Aureo (PRTB)
Cristiano (PP-RJ)
Jean Wyllys (PSOL)

RN
Fatima (PT)
João Maia (PR)
Henrique Eduardo Alves (PMDB)
Fábio Faria (PMN)
Felipe Maia (DEM)
Betinho Rosado (DEM)
Sandra Rosado (PSDB)
Paulo Wagner (PV)

RO
Marinha Raupp (PMDB)
Dr. Mauro Nazif (PSB)
Nilton Capixaba (PTB)
Carlos Magno (PP)
Moreira Mendes (PPS)
Lindomar Garçon (PV)
Padre Ton (PT)
Natan Donadon (PMDB)

RR
Teresa Jucá (PMDB)
Paulo César Quartiero (DEM)
Johnathan de Jesus (PRB)
Edio Lopes (PMDB)
Luciano Castro (PR)
Berinho Bantim (PSDB)
Raul Lima (PP)
Chico das Verduras (PRP)
RS
Manuela D'Ávila (PC do B)
Beto Albuquerque (PSB)
Luís Carlos Heinze (PP)
Danrlei de Deus Goleiro (PTB)
Pimenta (PT)
Henrique Fontana (PT)
Osmar Terra (PMDB)
Covatti (PP)
Marco Maia (PT)
Pepe Vargas (PT)
Perondi (PMDB)
Giovani Cherini (PDT)
José Otávio Germano (PP)
Mendes Ribeiro Filho (PMDB)
Renato Molling (PP)
Marcon (PT)
Ronaldo Zulke (PT)
Afonso Hamm (PP)
Sérgio Moraes (PTB)
Nelson Marchezan Junior (PSDB)
Enio Bacci (PDT)
Elvino Bohn Gass (PT)
Maria do Rosário (PT)
Busato (PTB)
Jerônimo Goergen (PP)
Onyx (DEM)
Alceu Moreira (PMDB)
Vieira da Cunha (PDT)
Assis Melo (PC do B)
Stédile (PSB)
Dr. Alexandre Roso (PSB)

SC
Mauro Mariani (PMDB)
Esperidião Amin (PP)
Paulo Bornhausen (DEM)
João Rodrigues (DEM)
Jorginho Mello (PSDB)
Décio Lima (PT)
Pedro Uczai (PT)
Rogério Mendonça - Peninha (PMDB)
Odacir Zonta (PP)
Marco Tebaldi (PSDB)
Edinho Bez (PMDB)
Celso Maldaner (PMDB)
Onofre Agostini (DEM)
Ronaldo Benedet (PMDB)
Jorge Boeira (PT)
Luci Choinacki (PT)

SE
Valadares Filho (PSB)
Mendonça Prado (DEM)
André Moura (PSC)
Laércio Oliveira (PR)
Almeida Lima (PMDB)
Pastor Heleno (PRB)
Marcio Macedo (PT)
Rogerio Carvalho (PT)
SP
Tiririca (PR)
Gabriel Chalita (PSB)
Bruna Furlan (PSDB)
Paulinho da Força (PDT)
João Paulo Cunha (PT)
Jilmar Tatto (PT)
Rodrigo Garcia (DEM)
Emanuel Fernandes (PSDB)
Zarattini (PT)
Luiza Erundina (PSB)
Ota (PSB)
Marco Feliciano (PSC)
Arlindo Chinaglia (PT)
Arnaldo Faria de Sá (PTB)
Ivan Valente (PSOL)
Edson Aparecido (PSDB)
Valdemar Costa Neto (PR)
Márcio França (PSB)
José Anibal (PSDB)
Vaz de Lima (PSDB)
Jorge Tadeu (DEM)
Antonio Bulhões (PRB)
Jonas Donizette (PSB)
Pr Paulo Freire (PR)
Missionário José Olimpio (PP)
Vicente Candido (PT)
Mara Gabrilli (PSDB)
Filippi (PT)
Carlos Sampaio (PSDB)
Janete Pietá (PT)
Vicentinho (PT)
Arnaldo Jardim (PPS)
Ricardo Berzoini (PT)
Thame (PSDB)
José Mentor (PT)
Dimas Ramalho (PPS)
Tripoli (PSDB)
Paulo Teixeira (PT)
Carlinhos Almeida (PT)
Aldo Rebelo (PC do B)
Vaccarezza (PT)
Milton Monti (PR)
Luiz Fernando Machado (PSDB)
Devanir Ribeiro (PT)
Duarte Nogueira (PSDB)
Eli Correa Filho (DEM)
Roberto Freire (PPS)
Nelson Marquezelli (PTB)
Jefferson Campos (PSB)
Dib (PSDB)
Julio Semeghini (PSDB)
Junji Abe (DEM)
Alexandre Leite (DEM)
Guilherme Campos (DEM)
Newton Lima Neto (PT)
Edinho Araujo (PMDB)
Marcelo Aguiar (PSC)
Guilherme Mussi (PV)
Otoniel Lima (PRB)
Delegado Protógenes (PC do B)
Beto Mansur (PP)
Ricardo Izar (PV)
Aline Correa (PP)
Penna (PV)
Abelardo Camarinha (PSB)
Roberto De Lucena (PV)
João Dado (PDT)
Roberto Santiago (PV)
Paulo Maluf (PP)
Salvador Zimbaldi (PDT)
TO
Júnior Coimbra (PMDB)
Eduardo Gomes (PSDB)
Agnolin (PDT)
Lázaro Botelho (PP)
César Halum (PPS)
Laurez Moreira (PSB)
Irajá Abreu (DEM)
Professora Dorinha (DEM)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

POR QUE?

Por que?

Esta a pergunta que deveria ser feita à todos os eleitores antes de colocarem o voto na urna. Por que a escolha desse ou daquele candidato? Quem não soubesse responder já teria, naquele mesmo instante, justificado o voto sem o direito de coloca-lo na urna.

Na verdade o eleitor brasileiro comparece as urnas por obrigação; caso houvesse a opção de somente assinar o nome sem mais burocracia a maioria o faria. Votar nesse ou naquele tanto faz para os eleitores brasileiros. Se houver feriado então, mais razão ainda para que o ato de votar seja o mais rápido possível.

Em um país em que o povo é pouco sério nessa questão de voto, como no Brasil, sejamos então práticos e desburacratizemos as eleições. Àqueles que realmente souberem o que é o voto e tiverem interesse e consciência sobre a importância de se votar que respondessem então a pergunta: Por que?

Democracia por democracia sempre teremos a ditadura de uma minoria; ou alguem pensa que foi a maioria que elegeu os políticos que aí estão? A maioria simplesmente depositou votos na urna e isso não é votar, não é eleger; isso é se descompromissar com uma obrigação, com uma imposição, que é o ato de se votar em cada eleição.

Sugiro que perguntem aos eleitores do Romário: Por que? Aos eleitores de Danrlei: Por que? Aos eleitores de Francisco Everardo Oliveira Silva: Por que? Se é que esses eleitores sabem quem é Francisco Everardo Oliveira Silva.

Romário foi um bom jogador de futebol, mas isso não lhe confere qualificação para legislar. O erro de nosso processo eleitoral começa por isso: saber legislar.

O Político, no mínimo, deveria ter qualificação para exercer suas funções. No mínimo! Poderia até haver um auto-didata ou aquele que já de berço trouxesse essa qualificação; mas seria coisa rara, como Romário foi uma coisa rara no futebol.

De resto, ou tomamos a providência necessária para termos um país decente e não uma republiqueta com sonhos de potência mundial ou continuaremos a mercê de tiriricagens de políticos sem vergonhas, desonestos, cretinos e infâmes que conseguem, com a ajuda dos seus parceiros de mídia, ludibriar o povo incauto, mal preparado, sem visão política e, decididamente, analfabeto político.

Que os novos integrantes da Câmara dos Deputados sejam iluminados pela razão porque de emoção já estamos fartos.

À bientôt!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

BEM FEITO!

Primeiro, leiamos a notícia, publicada pela "grande" imprensa:

"Romário larga Congresso e vai jogar futevôlei no Rio
O deputado federal recém-empossado Romário (PSB-RJ) foi flagrado na tarde de ontem, por volta das 17 horas, jogando futevôlei na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O flagrante aconteceu enquanto ocorria a primeira sessão legislativa na Câmara dos Deputados.
A capa da edição de hoje do jornal Extra traz a foto do jogador na praia e a manchete 'Olé no Eleitor'. Segundo o jornal, Romário foi ao Congresso ontem, registrou sua presença às 10h17 e, logo depois, pegou o avião e foi para o Rio de Janeiro.
Ainda de acordo com o diário, a sessão começou às 14 horas e terminou às 18h40. Como não era deliberativa - e não havia ordem do dia -, as ausências registradas não contaram para descontar os salários. A presença não era obrigatória. De acordo com a reportagem, foram apresentados pelos parlamentares presentes 170 projetos de lei, uma emenda constitucional, cinco projetos de resolução e três projetos de lei complementar.
No dia 1.º fevereiro, ao tomar posse como deputado, Romário chegou a declarar que 'futevôlei é no Rio, no sábado e no domingo. Aqui em Brasília é trabalho'. A determinação do novo deputado não durou dois dias."

Agora, nossa observação: Bem Feito!

Bem feito aos eleitores que esperavam que o jogador fosse se transformar em Deputado; bem feito à imprensa, fofoqueira e de plantão, que auxiliou aos eleitores a se iludirem pensando que jogador, por ser famoso por jogar bola, poderia ser legislador; bem feito, aos controladores de plantão, que vivem "fuxicando" a vida dos outros com a intenção de colherem "fofocas"; bem feito à todos àqueles que se acham no direito de controlar o trabalho legislativo sem olhar o próprio "rabo"; bem feito, aos "plantonistas" de "jornalecos" que vivem "bedelhando" na Câmara em busca de presenças ou faltas, para depois engrandecer àqueles que lhes são simpáticos e tentar "ferrar" aos que não lhes dão "bola".

Romário
não foi a sessão facultativa e preferiu jogar futevôlei; vai faltar muitas outras, mesmo àquelas que forem obrigatórias. Se, por uma eventual dose de competência o Presidente da Câmara resolver mandar descontar o dia "faltante" do jogador-deputado, ele vai estar se lixando para o valor descontado.

E não adianta, ele foi eleito e eleito está. Sem reclamações agora, todo mundo ficou satisfeito quando o jogador anunciou sua candidatura; ninguém se manifestou desfavorável quando o resultado das urnas mostrou que, mesmo pobre, a votação do jogador era suficiente para que ele assumisse uma cadeira na Câmara.

Agora, falem jornalistas, falem. Fiquem a vontade para reclamar e "esbravejar". Terão bastante tempo para isso: quatro longos anos.

Arre!