Na USP continua a falta de respeito, de educação, de vergonha na cara.
Os vândalos, que se intitulam alunos, não cumprem acôrdos, consomem drogas, se acham acima da lei e as autoridades não tomam as providências que deveriam tomar, deixando o prejuízo para a população que trabalha, cumpre a lei, paga impostos e ainda sustenta arruaceiros por vários anos em universidades públicas.
Ao invés de estudarem esses peseudo-alunos praticam vandalismo, consomem drogas e ainda por cima colocam em risco a vida dos demais alunos, tornando-a impossível dentro de um campus que deveria ser para o convívio pacífico, ordeiro e de estudos.
Tanto a reitoria como o governo do estado já deveriam ter mandado cercar o prédio da Reitoria não deixando ninguem sair nem entrar e depois, pacificamente, quando os vândalos já tiverem esgotado sua raíva, prende-los um a um, identifica-los e fazerem com que os responsáveis paguem o ônus que causaram ao apedrejarem carros da policia e quebrarem portas e janelas dos prédios da universidade.
Essa democracia de fachada só incentiva mais e mais o vandalismo de elementos mau-caráter e de formação familiar duvidosa.
A universidade é lugar para estudo e não para consumir drogas, desrespeitar autoridades, agredir colegas, depredar patrimônio público ou fazer proselitismo político-partidário.
Com a palavra as autoridades, incluíndo o poder judiciário, que já decretou a reintegração de posse do prédio da reitoria mas que ainda terá que ter cuidado com os demagogos que integram as comissões de direitos humanos; com os politiqueiros de plantão; com os jornalistas do sensacionalismo barato e com a fiasqueira que farão os vândalos para desocuparem o prédio. Além das simulações que certamente farão para parecer que foram agredidos; o que até poderá acontecer, no legítimo direito de garantir a ordem e a segurança da maioria da população acadêmica.