sábado, 31 de março de 2012

BELOS OLHOS AZUIS (Filipe Gontijo)

Quando penso nas turbulências ocorridas no brasil nas décadas de 60 a 80, dois pares de olhos azuis me vem em mente pra simbolizar os dois lados de um processo histórico que mudou o destino do país. Os belos olhos azuis de Emílio Garrastazu Médici representam o regime militar que tomou o poder em 1964 e o devolveu em 1985; os belos olhos azuis de Chico Buarque representam o grito jovem por liberdade, por igualdade e pelas armas para a deposição do regime.

Até o início de 1964 os brasileiros eram governados por João Goulart, o Jango. Este vinha da China comunista e tinha como aliado outro comunista chamado Leonel Brizola. Jango vinha tentando colocar em prática reformas comunistas como o tabelamento dos preços de alugueis nas cidades, a reforma agrária, e promovendo o incitação a brigas dentro do meio militar, tentando despertar uma guerra civil. O povo, cansado de tanta idiotice e desordem, foi pras ruas, ocorreu a "MARCHA DA FAMILIA COM DEUS PELA LIBERDADE", toda a imprensa gritava um sonoro BASTA, e finalmente, por vontade do povo brasileiro, os militares tomaram o poder e restauraram a ordem, a segurança e a liberdade.


Chico Buarque sempre foi contra esse regime militar. Mas Chico Buarque sempre foi, e ainda é, simpático ao regime Castrista que assola Cuba desde 1959. Os belos olhos azuis de Médici representam um governo militar que matou 424 pessoas, sendo a imensa maioria de terroristas armados, que estavam dispostos a matar e morrer. Os belos olhos azuis de Chico Barque representam o regime cubano que matou 100 mil cubanos, entre os fuzilados no EL PAREDON, por discordar do regime, e afogados ou devorados por tubarões, tentando fugir do "paraíso comunista".


Chico Buarque cantava contra o regime militar brasileiro e a favor de terroristas como Dilma Roussef, Franklin Martins, Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Carlos Minc. Os belos olhos azuis de Chico Buarque brilhavam para o que seria um governo comunista no brasil nos moldes do regime cubano. Como o brasil tem uma população 17 vezes maior que a cubana, estaria eu errado em dizer que se os terroristas de esquerda fossem bem sucedidos nós teríamos um banho de sangue e um milhão e setecentos mil cadáveres? Estou errado em dizer que Médici e cia evitaram a morte de muito mais que 1 milhão de brasileiros?


Os olhos azuis de Médici brilhavam pela ordem e segurança instaladas no brasil em 1964, brilhavam para um regime de homens que morreram pobres, brilhavam para presidentes que recusavam qualquer presente, por mais simples que fosse, brilhavam pra uma política econômica que tirou mais de 30 milhões de brasileiros da miséria, sem assistencialismo, mas com oportunidades, brilhavam para um milagre econômico como nunca mais visto nesta terra.


Neste momento, os ídolos de Chico Buarque estão no poder. Aplaudindo o regime assassino castrista, e cuspindo na cara dos militares que salvaram o brasil do comunismo. E enquanto o Ministro Mario Andreazza, que no governo militar foi responsável pela construção da ponte Rio-Niterói e pela Transamazônica, morreu sem um tostão, o filho do ex presidente lula, que era estagiário de um zoológico, com salário de R$ 600 mansais, tornou se milionário da noite para o dia, com a posse do papai em 2002.


Para a imensa maioria de brasileiros, os belos olhos azuis de Chico Buarque são mais belos que os olhos azuis de Médici. Mas para os que estudam história e buscam a verdade, os olhos azuis de Chico Buarque parecem vermelhos, vermelho do sangue das vítimas inocentes mortas pelo comunismo cantado em verso e prosa. Hoje é 31 de março de 2012, faz exatos 48 anos que um grupo de homens fortes e honrados salvou o país do comunismo. E esse fato me lembra os belos olhos azuis de Emílio Garrastazu Médici. Bom trabalho, presidente! Descanse em paz!
(Créditos ao Blog Reaja Brasil) 

PISOTEARAM NOSSA BANDEIRA


A presidente da república, que quer ser chamada de presidenta, demonstrou seu despreparo para ser Comandante em Chefe das Forças Armadas; pisou na Bandeira Brasileira quando proibiu uma comemoração histórica que é símbolo e marco inegável da grandeza dos Militares quando impediram o golpe de 1964 por parte de anarquistas desordeiros. 

O Brasil é maior que seus governantes eventuais, episódicos, politiqueiros e responsáveis pela baderna eleitoral em que se transformou a tal de democracia. Compram votos, escondem-se por detrás dos mandatos conseguidos com troca de favores e dinheiro ilícito. 

O Brasil é maior, muito maior do que todas essas maracutaias armadas para desestabilizá-lo.

Viva o 31 de Março, símbolo da luta pela liberdade da Pátria!

ORDEM DO DIA 31 DE MARÇO DE 2012

Na falta de comemorações nesta data importante por parte das Forças Armadas, que obedientes à hierarquia atende há uma imposição anti-democrática do governo atual, ditador e revanchista, que impôs sua vontade lenilista-trotskista sem consultar o povo, mais uma vez pisoteando aquilo que de mais sagrado foi conseguido: nossa liberdade; reeditamos a Ordem do Dia do ano de l964 para preencher essa lacuna histórica.

Ordem do Dia de 31 de Março do ano de 2012 
(reeditada da Ordem do Dia do ano de 1964)

RESSURGE A DEMOCRACIA

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unirem-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições. Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo. Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo. As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI”.

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei. Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo. A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém.

É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor. 

(Editorial do jornal "O Globo" do Rio de Janeiro, em sua edição de 02 de setembro de 1964.)

sexta-feira, 30 de março de 2012

A VERDADE SUFOCADA

RESPOSTA DO GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO À MIRIAM LEITÃO

À Senhora Jornalista Miriam Leitão

Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM.

Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer".

Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese.


No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional.. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário.

Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo.

Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo.

Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas.


Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem deram o golpe de 37.

Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos Militares de Ontem.

Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por Hitler.

O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem.

Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum.

O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs.

O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra humana.

A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o "livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados , inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos.

Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça, eles eram políticos. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem.

Eram os políticos que se degladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça, sabe bem disso!

A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Mais uma vez eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem.

Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.

Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros, a Esperança da vassoura, Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas "vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello.

Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem.

Minas desce. Liderança primeira de civil; a era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe, só não sabemos se deles ou nosso. 

Não vamos ser hipócritas, a senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968". 

Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou". Violência gera violência e os políticos sempre jogam a responsabilidade em manter a ordem aos militares. Afinal eles levaram a desordem.

Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País.

Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso.

Veio a ANISTIA e João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos, pois Ulisses Guimarães não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de Brasileiro é no Brasil", como dizia.

Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico.

DIRETAS JÁ! Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais.

Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando a voz do Povo.

Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais.

O que já se ouve, passamos a escutar, é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO.

Pois àquela época da "ditadura" era que se era feliz e não se sabia... Certo, houve excessos contra os civis. Então me diga: Como controlar o que o país vivia naquela época? Com vários grupos, uns querendo o comunismo, outro o socialismo, outro o presidencialismo e a maioria a democracia. Se chegaria a um concenso na conversa? Existia controle social para tal?

Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso.

Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. Estamos sem ética e sem moral, estão esquecendo os bons princípios e mais, os políticos são despudorados.

O Brasil vem sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens, desrespeitam a todos e só pensam na sobrevivência política, independente do preço a ser pago pelo povo!

Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,

FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO
GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO

sexta-feira, 23 de março de 2012

ENCONTRO DE GENERAIS INATIVOS ATIVOS

No último dia 30 de fevereiro, participei na Terra dos Sábios, de um encontro entre dois GENERAIS INATIVOS ATIVOS, SUN TZU E NAPOLEÃO BONAPARTE. Desse encontro, sairam muitos ensinamentos militares, os quais repasso para meus nobres amigos que visitam o Blog:

SUN TZU, como sempre foi curto e grosso, disse:
QUANDO HÁ SOLDADOS SUSSURRANDO EM GRUPINHOS E SEU COMANDANTE FALANDO EM VOZ MANSA E VACILANTE, REVELA INIMIZADES ENTRE SUPERIORES E SUBORDINADOS.
QUANDO SOLDADOS RASOS SÃO MUITO MAIS FORTES QUE SEUS OFICIAIS, O RESULTADO É INSUBORDINAÇÃO. CASO CONTRÁRIO, OS OFICIAIS SÃO FORTES E SUAS TROPAS SÃO FRACAS, O RESULTADO É O COLAPSO.

 SUN TZU acrescentou ainda:
JUSTIÇA E HUMILDADE SÃO PREMISSAS COM AS QUAIS SE GOVERNA O ESTADO, MAS NUNCA O EXÉRCITO, FLEXIBILIDADE E OPORTUNISMO, POR OUTRO LADO, SÃO VIRTUDES MILITARES NÃO CIVIS. NÃO HÁ PIOR CALAMIDADE DO QUE ORDENS EMANADAS DE UM SOBERANO SEDIADO NA CORTE.
AQUELE QUE NÃO CONHECE NEM O INIMIGO NEM A SI MESMO, ESTÁ FADADO AO FRACASSO E CORRERÁ PERIGO EM TODAS AS BATALHAS.

Napoleão ficou calado o tempo todo, não é por menos, perdeu a batalha de WATERLOO para os ingleses e na Rússia sucumbiu diante do GENERAL FRIO, por desprezar as palavras de SUN TZU. O melhor mesmo era escutar.

 Então NAPOLEÃO rompeu o silêncio e disse:
 UM EXÉRCITO MARCHA SOBRE SEU ESTÔMAGO!
 
SUN TZU mais nada falou, acenou com a cabeça concordando.

Eu fiquei ali, o tempo todo calado, mesmo querendo falar algo, mas sabia que não estava habilitado a participar da conversa.
 
Quase acabando o encontro, do nada, saiu um tal de MAQUIÁVEL e gritou:
“Se o partido principal, seja o povo, o exército ou a nobreza, que vos parece mais útil e mais conveniente para a conservação de vossa dignidade está corrompido, deveis seguir o humor e desculpá-lo. Em tal caso, a honradez e a virtude são perniciosas.”

Depois disso não fiquei sabendo o que ocorreu pois a reunião passou a ser "a portas fechadas"; e fui convidado a me retirar.

Creio que o pouco de informação que trouxe desta reunião já é o suficiente para os amigos entenderem sobre a "arte da guerra", e como pensam os "generais inativos ativos" e um civil "maldoso mais inteligente".
(FONTE:http://www.militar.com.br/blog17837-A-REUNIÃO-DE-30-DE-FEVEREIRO-ADEQUADA-PARA-MILITARES)

segunda-feira, 19 de março de 2012

O ENCONTRO DOS GENERAIS INATIVOS ATIVOS

No último dia 30 de fevereiro, participei na Terra dos Sábios, de um encontro entre dois GENERAIS INATIVOS ATIVOS, SUN TZU E NAPOLEÃO BONAPARTE. Desse encontro, sairam muitos ensinamentos militares, os quais repasso para meus nobres amigos que visitam o Blog:

SUN TZU, como sempre foi curto e grosso, disse:
 “QUANDO HÁ SOLDADOS SUSSURRANDO EM GRUPINHOS E SEU COMANDANTE FALANDO EM VOZ MANSA E VACILANTE, REVELA INIMIZADES ENTRE SUPERIORES E SUBORDINADOS”.

“QUANDO SOLDADOS RASOS SÃO MUITO MAIS FORTES QUE SEUS OFICIAIS, O RESULTADO É INSUBORDINAÇÃO. CASO CONTRÁRIO, OS OFICIAIS SÃO FORTES E SUAS TROPAS SÃO FRACAS, O RESULTADO É O COLAPSO”.

 SUN TZU acrescentou ainda:
 “JUSTIÇA E HUMILDADE SÃO PREMISSAS COM AS QUAIS SE GOVERNA O ESTADO, MAS NUNCA O EXÉRCITO, FLEXIBILIDADE E OPORTUNISMO, POR OUTRO LADO, SÃO VIRTUDES MILITARES NÃO CIVIS. NÃO HÁ PIOR CALAMIDADE DO QUE ORDENS EMANADAS DE UM SOBERANO SEDIADO NA CORTE”.

“ AQUELE QUE NÃO CONHECE NEM O INIMIGO NEM A SI MESMO, ESTÁ FADADO AO FRACASSO E CORRERÁ PERIGO EM TOADAS AS BATALHAS”.

Napoleão ficou calado o tempo todo, não é por menos, perdeu a batalha de WATERLOO para os ingleses e na Rússia sucumbiu diante do GENERAL FRIO por desprezo as palavras de SUN TZU. O melhor mesmo era escutar.

 Então NAPOLEÃO rompeu o silêncio e disse:
 “UM EXÉRCITO MARCHA SOBRE SEU ESTÔMAGO”.
 
SUN TZU mais nada falou, acenou com a cabeça concordando.

Eu fiquei ali, o tempo todo calado, mesmo querendo falar algo, mas sabia que não estava habilitado a participar da conversa.
 
Quase acabando o encontro, do nada, saiu um tal de MAQUIÁVEL e gritou:
 “Se o partido principal, seja o povo, o exército ou a nobreza, que vos parece mais útil e mais conveniente para a conservação de vossa dignidade está corrompido, deveis seguir o humor e desculpá-lo. Em tal caso, a honradez e a virtude são perniciosas.”

Depois disso não fiquei sabendo o que ocorreu pois a reunião passou a ser a "portas fechadas", e fui convidado a me retirar.

Creio que o pouco de informação que trouxe desta reunião já é o suficiente para os amigos entenderem sobre a "arte da guerra", e como pensam os "generais inativos ativos" e um civil "maldoso mais inteligente".

                                                                         Por Ir. CICLOPE
 
FONTE:http://www.militar.com.br/blog17837-A-REUNIÃO-DE-30-DE-FEVEREIRO-ADEQUADA-PARA-MILITARES

domingo, 18 de março de 2012

MANIFESTO DOS CLUBES MILITARES

Senhores Presidentes dos Clubes Naval, Militar e da Aeronáutica.
A Confederação Nacional da Família Militar – CONFAMIL, que congrega 5,2 milhões de inativos das FFAA em suas entidades que compõem o Sistema CONFAMIL, não poderia ficar alheia aos últimos acontecimentos colocados a público através da mídia, especialmente a escrita, com relação aos desdobramentos consequentes do Manifesto feito por Vossas Senhorias. É realmente estarrecedora a reação oficial, principalmente partindo daqueles que respondem por cada uma de nossas Forças. O curioso em tudo isso é que não encontramos nenhum suporte jurídico para qualquer tipo de ingerência sobre entidades associativas como é o caso dos clubes e de todas as nossas entidades, e isso foi feito com a maior desfaçatez. Causou-nos especial estranheza a reação ameaçadora feita abertamente contra o Manifesto, e contra os militares da reserva. Tenho a impressão de que o passado realmente não passou e as mágoas e frustrações serão perenes, façam o que fizerem. O que não devia ser esperado eram as aleivosias daqueles responsáveis pela condução de nossas FFAA; da parte da Comandante Suprema não se poderia esperar outra coisa, pois sempre foi uma estranha no ninho sagrado que nos acolhe a nós militares; mas do restante da cadeia de direção das Forças é verdadeiramente uma péssima surpresa, pois se não são coniventes, são omissos e até mesmo indiferentes para com a chamada reserva. Mais uma vez ficou patente o descompromisso dos militares em atividade para com o passado que grande maioria dos inativos vivenciou. Sempre soube que ao vestirmos os nossos uniformes era como se fosse colocado no corpo de cada um, um passado de lutas e glórias que construíram as nossas instituições militares. Parece que esse sentimento ficou relegado ao plano das conveniências, e tudo se passa como se a farda fosse apenas uma simples modalidade de uma vestimenta diferente. Digo todas essas coisas aos senhores para mostrar que a Família Militar não está alheia ao sacrifício que fizeram em insurgir-se contra comportamentos surpreendentemente equivocados, motivado por sentimentos inconfessáveis que trazem a ideia de uma relação com crianças rebeldes que precisam ser advertidas. Senhores Presidentes. Em passado não muito distante, a CONFAMIL propôs a constituição de um colegiado para enfrentar situações como a do presente. Lamentavelmente isso não ocorreu, e os senhores ficaram sós numa atitude de ousadia que, face ao statu quo vigente não teria desfecho diferente. Somos entidades associativas, e como tal, isentas de qualquer tipo de ingerência, a não ser que já tenhamos assumido a postura definitiva de uma autocracia, que rasga os textos legais, e nos trazem a convicção de estarmos vivendo uma interminável hipocrisia. É preciso que os nossos dirigentes se lembrem de que o texto constitucional é para ser cumprido por todos, indistintamente, o que significa desqualificar o uso de um reajuste salarial como objeto de barganha; isso é próprio de pelegos. A CONFAMIL, no uso da sua prerrogativa legal como entidade associativa, repudia, com veemência, todas as ações praticadas contra os clubes militares e particularmente, com os militares da reserva. Os senhores militares da ativa precisam estar conscientes de que, se tiverem sorte e saúde, um dia estarão incorporados a esta reserva que hoje rejeitam como um ser abjeto que só lhe causam transtornos em suas ambições. O tempo será o grande juiz que os julgará pelos atos praticados no presente de suas vidas. Sempre tenho dito e mais uma vez vou repetir: os militares da reserva estão inativos, mas não estão mortos. E enquanto houver um sopro de vida em cada um de nós, estaremos prontos a defender os superiores interesses da democracia do nosso País. Façamos nossas as palavras de Tamandaré: SUSTENTAR O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. Ad Sumus
            Waldemar da Mouta Campello Filho
Capitão-de-Mar-e-Guerra
Presidente da CONFAMIL
Coordenador do Sistema CONFAMIL

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A CARTA PROIBIDA PELA PRESIDENTE DILMA

A Excelentíssima Senhora Dilma Roussef
Comandante Em Chefe das Forças Armadas  
Assunto: Reajustes dos Militares


             Ao dirigir- me a Vossa Excelência, com a certeza de que vossa sensibilidade para o que é justo torná-la-á ardorosa defensora do que aqui será exposto, conto com a vossa deferência. Colocando-me à mercê de vossa indulgência, peço vênia . 
Quando o Exmo. Senhor Luis Inácio Lula da Silva, assumiu a Presidência da República, inconformado pelos oito anos de insensibilidade à Constituição Federal, do Governo Fernando Henrique, quanto aos direitos constitucionais, de reajuste nos vencimentos   dos militares, amparado e crédulo na retórica de mais de duas décadas do líder sindical ” LULA ”, que durante todo esse tempo foi incansável em repetir :  “ Que o único patrimônio do trabalhador , é seu salário ”.  Acreditando que por questão de coerência , o “ LULA sindical”; forjado por tantos anos , estaria arraigado ao “ LULA Presidente ”, tornando-o  sensível às distorções salariais do funcionalismo federal. Esperançoso, reportei-me ao então Exmo. Senhor Presidente da República , na certeza plena de ver na prática, a tão propagada justiça salarial,  implantada pelo maior defensor do: “O ÚNICO PATRIMÔNIO DO TRABALHADOR ”:  É SEU SALÁRIO !!!  
Ledo engano, decepção, impotência: Conclusão desalentadora! O Lula presidente, não foi nem uma pálida reprodução do aguerrido líder sindical.  Hoje podemos afirmar que os brasileiros votaram em um embuste. O Lula sindical mudou seu rumo em 180º (cento e oitenta graus). O maior defensor dos salários, logo em janeiro de 2003, quando assumiu a presidência, ignorou a Constituição Federal, Art. 37 item X e  Art. 61 item   II a) e  f), tal qual seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, que tanto criticou, e não concedeu reajuste ao funcionalismo federal. Passaram vários janeiros sem reajustes efetivos. Concederam algumas migalhas em datas aleatórias e com índices muito aquém do necessário para a devida reposição (a Constituição foi escrita em água?). E o juramento do presidente de “cumprir e fazer cumprir a constituição”? É para inglês ver? O STF respalda Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão Legislativa. Só não tem mecanismos para sujeitar o Poder Executivo   cumprir o Art. 37 X. Destarte, é impositiva uma emenda constitucional, que trate de forma clara e exclusiva das Forças Armadas . Existem capítulos inteiros tratando de outras Instituições . 
Orientado por um maquiavélico assessor, o Presidente Lula concedeu, em certas ocasiões, 0,1% nos salários do funcionalismo civil. Segundo o divulgado, o 0,1%, é para cumprir o previsto em   Constituição Federal, mas cumpriu de forma capenga, pois o 0,1% não foi  extensivo aos militares, também amparados pela Constituição, em seus direitos de revisão anual dos seus vencimentos (data base janeiro). Logo, conceder 0,1%%, é tergiversação, é usar de má fé. Conceder 0,1% é um ato marginal do Presidente da República, pois fere a Constituição Federal. O 0,1% não é reajuste, não é aumento, não é reposição e não assegura revisão salarial. O 0,1% é afronta, desdém, descaso, escárnio, cinismo e ato inconstitucional; já que algumas categorias do funcionalismo federal tiveram reajustes diferenciados. Não há respeito à isonomia nem à máxima: “ Todos são iguais perante a Lei?”. A quem recorrer? Ao Supremo Tribunal Federal? Lá não encontramos eco para tal reivindicação, não há o que fazer para que o Presidente da República cumpra a Constituição. Os legisladores estão omissos quanto a esta questão. Lá no STF só há legislação para que, no “arrepio da lei,”, possam manter em liberdade os LADRÕES DO PROPINODUTO, VALERIODUTO E CONGÊNERES, apesar do  Art. 61º, § 1º, item   II  f, da Constituição Federal, afirmar: “São de iniciativa privativa do presidente da república, as  leis que disponham sobre”... "Remuneração dos militares das Forças Armadas”.
Por descumprir a Constituição, sempre que vem à baila o assunto, “Reposição nos vencimentos dos militares”, algum gaiato logo replica: “Não tem como repor, por não estar no orçamento da União”. Não está? Como não? Não é constitucional a reposição? Culpa de quem? Do  congresso   que vota o orçamento? Do presidente que não sancionou Lei específica? Incompetência, descaso, continuísmo do Governo Fernando Henrique ou vingança da esquerda contra as Forças Armadas?
Outro afirma: “Não dá para conceder reajuste para os militares porque não tem dinheiro”. Para os congressistas, sempre tem dinheiro. Sempre está no orçamento. Sempre dão um jeito”! Para os militares a Constituição Federal não vale!
Façamos alguns parâmetros . 
MILITARES     x     POLÍTICOS
Militares: 
O Brasil acima de tudo: Isto é o que o militar aprende e está arraigado em seu âmago. 
Políticos: 
Primeiro Eu, segundo Eu, terceiro Eu, infinitamente Eu ... Depois os Meus. Há honrosas exceções .
Militares: Em caso de guerra,  afrontam o inimigo, batem no peito dizendo! Venham! Pois com a minha vida defenderei minha Pátria!
Políticos: Mergulham em bankers, para ficarem ilesos. Há honrosas exceções...
Militares: Brasilidade, que significa: BRASIL VERDE AMARELO. SEMPRE !!!
Políticos: A maioria é amorfa! Muitos corruptos! Os traidores... Nos querem vermelhos. Há honrosas exceções .
Militares: Ninguém ficou rico na carreira militar .
Políticos: Como enriquecem rápido! Há honrosas exceções .
Seguindo a idéia, veremos os seguintes exemplos :
Políticos: Na hora de serem remunerados.
Os membros do Congresso Nacional , tinham como subsídios R$ 1.9xx, 00 (hum mil e novecentos e poucos reais), ao assumirem o mandato em janeiro de 1995, legislando em causa própria aumentaram o subsídio para R$ 4.000,00 (quatro mil reais) mais de cem por cento de aumento . Sem honrosas exceções .
- Em janeiro de 1999, os membros do Congresso Nacional , mais uma vez legislando em causa própria , aumentaram os salários da “ casta ” para (...). Sem honrosas exceções .
- Em janeiro de 2003, os membros do Congresso Nacional aumentaram seus salários subsídios para (...). Sem honrosas exceções . 
-  Em março de 2007, os membros do Congresso Nacional aumentaram seus subsídios para (...). Sem honrosas exceções .
- Em janeiro de 2011, os membros do Congresso Nacional aumentaram seus subsídios para R$ 26.700,00 (vinte e seis mil e setecentos reais). Sem honrosas exceções.
Levando-se em conta os salários dos membros do Congresso Nacional de janeiro de 1995, arredondados para R$ 2.000,00 (dois mil reais) e os atuais R$ 26.700,00 (vinte e seis mil e setecentos reais), verifica-se em relação a 1995, um aumento de R$ 24.700,00 (vinte e quatro mil e setecentos reais), ou seja, 1.235%% (mil duzentos e trinta e cinco por cento ). COM DESONROSAS ATUAÇÕES!!! Sessão secreta... Voto secreto... Mensalão... (...). Juram de pés juntos que isto é democracia . Haja gente besta pra acreditar e frouxa para tolerar! Tergiversação! Ignomínia!
Militares: Na hora de serem remunerados>
Em meus comprovantes mensais de rendimentos temos:
Em janeiro de 1995  constam vencimentos de R$ 736,40 (setecentos e trinta e seis reais e quarenta centavos ).
... (...)
Em dezembro de 2011 constam vencimentos de R$ 3.756,42 (três mil setecentos e cinqüenta e seis reais e quarenta e dois centavos).
Verificando-se em relação a 1995, um acréscimo de R$ 3.020,02 (três mil e vinte reais e dois centavos), ou seja,  410% (quatrocentos e dez por cento ).
Conclusão: 
PARLAMENTARES tiveram  no período de 1995 a 2011 aumento de 1.235%
MILITARES tiveram no período de 1995 a 2007 pífios 410%
Diferença assombrosa de 825%

Obs. Os 1.235%, aplicados em meus vencimentos de 1995  R$ 736,40  resultaria em mais de R$ 9.000,00.
Por não cumprir a revisão anual o governo está mensalmente me lesando em mais de R$ 5.300,00(cinco mil e trezentos reais).

Note bem: De duas, uma: ou os parlamentares aumentaram seus subsídios de forma justa, 1.235% e estão dentro da legalidade, e neste caso, devem-se conceder reposições com o mesmo índice aos militares; ou é imperativo atestar que os parlamentares exorbitaram na prerrogativa de auto concederem aumentos. Sendo necessário apurar o quanto erraram. 

 
Ah! Que fique claro: todas as vezes que o Congresso Nacional se reuniu para se auto conceder reajuste; sempre foi afirmado que apenas estavam repondo perdas decorrentes da inflação.
Neste momento está sendo negando uma justa reposição, como se fora um grande FAVOR concedê-la!

Isto posto, algumas  questões têm que ser respondidas: Nós militares, somos brasileiros de 2ª categoria?

Por que a inflação é diferenciada na hora de repor os vencimentos dos militares?
 
O Art. 5º da Constituição Federal , ou melhor, a própria Constituição, só é aplicada para alguns?
Isso não é o MEU BRASIL!

Deixar de cumprir a Constituição Federal é crime?

O Clube Militar pode ajuizar uma ADIn por omissão legislativa?
 
Durante o Governo Sarney, cuja inflação chegou à casa dos 80% ao mês , foi estipulado o gatilho salarial mensal , que sempre foi pago ao funcionalismo federal. Nunca , o Presidente Sarney ou seus ministros , foram à televisão dizerem que não   pagariam, porque não tinham dinheiro , assim como nunca anunciaram arrecadação de impostos acima do previsto. No Governo do Presidente Lula , a inflação anual não chega a dois dígitos e os ministros do Presidente Lula , estão sempre anunciando bilhões de reais acima da arrecadação prevista pela Receita Federal ... Como entender que no Governo Sarney, com uma inflação mensal galopante , havia dinheiro para honrar os gatilhos salariais mensais e hoje , com a inflação anual de um dígito e anúncio de receita superavitária, não sobra dinheiro para honrar o gatilho anual ,  previsto em constituição (janeiro - data base do funcionalismo federal), Há uma pergunta no ar, para onde está indo tanto imposto? Para os banqueiros que bancam campanhas políticas milionárias? Para o Valerioduto? Nos DUTOS... MENSALÃO? 

Durante um mandato de quatro anos, estes políticos pulverizam TRILHÕES DE REAIS com coisa alguma. Se pelo menos elegessem por excelências, SAÚDE e EDUCAÇÃO como prioridades, o resto, correríamos atrás. Pagamos altos tributos por NADA... !!!

EXCELÊNCIA!
 Ao Comandar as Forças Armadas, recai em vossos ombros a responsabilidade de corrigir as Injustiça s , e as distorções   impostas aos militares, pelos Governos Fernando Henrique e  Lula. O Sucateamento de equipamentos e vencimentos dos militares, feitos de forma acintosa e continuados (dezesseis anos), leva a crer na intenção premeditada de provocar indisciplina, quebra de hierarquia e  enfraquecimento do poder de reação: O que tornaria as Forças Armadas, vulneráveis e desacreditadas junto à nação. No tocante a sublevação, a disciplina e coesão predominantes, e arraigadas por vocação castrense no seio militar, jamais permitirá ceder a esta armadilha. Já o desmonte bélico limitou em muito nossa capacidade de reação.
Urge solução para a incoerência: Querer uma vaga no Conselho Permanente da ONU, com as Forças Armadas sucateadas e mal remuneradas?  Quem respeita um País, que divulga dispensa de trinta mil recrutas, por falta de alimentação? Quem respeita um País com   um Congresso Nacional tão corrompido? Quem respeita um País, cujo presidente não respeita a própria Constituição Federal? Quem respeita um País, cujo Ministro da Fazenda manda mais do que o Presidente da República? Quem desprestigia as Forças Armadas,  bom estadista não é! E, especificamente aqui, muito mal intencionado está! 
Com todos estes pontos negativos pesando sobre as Forças Armadas, os militares continuam cumprindo seu papel constitucional, na expectativa de que os escalões superiores reconheçam que as mazelas atuais, foram  impostas por anos   de ausência de cumprimento da Lei   10.331 que regulamenta o Art. 37 X. 
Os militares são pais, mães e como tais tem responsabilidades e deveres com os familiares. 
Confiantes em vossa sensibilidade clamam “a uma  voz ” que esta Lei seja  urgentemente cumprida, de tal sorte que a revisão anual prevista para o próximo janeiro atualize as perdas dos últimos dez anos em que a Lei não foi cumprida. Onde buscar recursos? Basta se lembrar do quanto foi economizado ao longo destes dez longos anos sem revisão. Os recursos não pagos devem reverter em reparação justa e legal.
É verdade meridiana , que esta  é a única forma de não ficarmos a cavaleiro das atualizações anuais dos soldos. Hoje estamos fragilizados, vulneráveis e incapazes de cumprir nosso dever maior: dar dignidade a nossas famílias.

Comandante! 

Não volte as costas àqueles que por dever de ofício, são reféns da vossa decisão; nela esta nosso único amparo.

A responsabilidade precípua de Comando implica em: “zelar pelas condições de vida digna dos seus comandados, tanto quanto pela manutenção da disciplina e dos deveres castrenses”.

BRASIL ACIMA DE TUDO !

Militares não têm direito à livre manifestação

A ditadura ideológica da petralhagem fica cada vez mais sem vergonha. A Presidenta Dilma Rousseff, chefona em comando das Forças Armadas, seu ministro da Defesa, Celso Amorim, e os três comandantes militares praticaram um atentado à Constituição, ao agirem nos bastidores para que os Clubes Militar, Naval e da Aeronáutica tirassem do ar e “desautorizassem” o teor do “Manifesto Interclubes Militares”.

Insatisfeita com a crítica dos militares, Dilma acionou seu ministro Celso Amorim para promover a ilegal operação de censura contra documento assinado por três oficiais generais na Reserva cobrando uma postura democrática e não-revanchista da Presidenta da República diante das declarações inconstitucionais (contra a lei de Anistia) feitas pelas ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Mulheres).

Em plena quarta-feira de cinzas, Amorim convocou uma reunião com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, junto com o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi. Obedecendo a Dilma, o ministro expressou sua contrariedade com o manifesto do Clube dos Militares, divulgado no último dia 16. No encontro, Amorim teria dito aos comandantes: "A crítica à presidente é inaceitável. Foi um erro grave do Clube Militar". Pateticamente, Amorim chegou a falar em “quebra da hierarquia” contra Dilma. Pirou?

No Exército, também circulou a versão de que comandante do Exército, Enzo Perri, deu pessoalmente a ordem para que fosse retirado do ar e “desautorizado” o teor do “Manifesto Interclubes Militares”. A tese do Amorim ou de qualquer um abaixo dele não tem respaldo. Nem político e muito menos constitucional. Quem se der ao trabalho de ler o artigo 5º, inciso XVIII da Carta Magna (ainda em vigor, embora a petralhada faça de tudo para ignorar) constatará que as associações (militares ou civis) têm direito à livre manifestação.

Logo, Dilma pode ter ficado PT da vida com o teor do Manifesto Interclubes. Mas não poderia mandar tirar do ar. Os presidentes dos clubes militares foram civilizados ao aceitar a censura. Até porque o recado já estava dado e o objetivo tático cumprido. Se Dilma reclamou foi porque doeu na consciência dela. E PT saudações.

Curiosa é a democradura petralha. Dilma e seus ministros podem falar a besteira que bem entendem – principalmente se for para atacar a imagem dos militares. Já os profissionais das Forças Armadas, sempre associados pelos ideólogos petralhas “à ditadura” ou “a violações dos direitos humanos”, são obrigados a aceitar tudo, caladinhos, obsequiosamente.

A Constituição brasileira assegura a livre manifestação para todos – civis ou militares. Dilma, Amorim e militares leiam e releiam os incisos IV e IX do artigo 5º da CF: (...) IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Por favor, Dilma, Amorim e militares leiam e releiam o Art. 220: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. § 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.

A regra é clara. Por uma questão de hierarquia, no serviço ativo, militares só podem se manifestar com a permissão de seus comandantes. Na reserva, a coisa muda. O que vale é a Constituição. No caso dos clubes militares, vale mais ainda outro preceito constitucional, claramente escrito no artigo 5º, inciso XVIII: “A criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento”.

Além da Carta de 1988, uma norma, do tempo do Presidente José Sarney, ainda em vigor, garante a livre manifestação do pessoal na reserva ou reforma. A Lei 7.524, de 17 de Julho de 1986, dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos. Logo em seu artigo 1º deixa claro que: "Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público. Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária”.

Por isso, quem respeita e lei e a ordem democrática deve ser solidário com os oficiais-generais na reserva: os presidentes do Clube Militar, General de Exército Renato Cesar Tibau Costa, do Clube Naval, Vice-Almirante Ricardo Cabral e do Clube da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Carlos de Almeida Baptista. Os três cumpriram seu dever democrático.

A petralhada arma um golpe manjado. O jogo sujo deles é provocar os militares. Se algum reagir de forma mais dura, eles aproveitam e justificam a tese de que os fardados são uns golpistas, autoritários, que merecem ser punidos duramente. Como ninguém é otário, os militares não caem neste golpe. O sonho petralha é ter a chance de dar uma endurecidinha no regime tupiniquim, com algum estado de exceção gerado por qualquer problema.

Entre uma armação institucional e outra, um fato é muito sério e objetivo. Se Dilma, Amorim ou qualquer General interferiram na liberdade dos clubes militares em publicarem seu manifesto, eles cometeram uma afronta à Constituição. Servidor público que desrespeita a Lei se torna enquadrável em crime de responsabilidade. Já pensou se alguém entra com uma ação contra os infratores?

Será apenas divertido. O efeito prático é nulo. O problema é: o que acontece com quem desrespeita a Carta Magna no Brasil? Infelizmente, nada! Ao menos, enquanto...

(Artigo escrito por Jorge Serrão; Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos - Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net)