quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

É TUDO MUITO LINDO!

Parece que vivemos num mundo de sonhos e que a existência terrena está sendo um "mar de rosas"; pelo menos é o que vejo através de postagens no Facebook e outros meios de comunicação via internet.
Alegro-me ao ler: "Bom dia meus amigos"; "Viva a Vida"; "Que dia maravilhoso!"; "Paz e Bem"; "O amor é lindo!" e tantas outras frases de efeito.
Postagens que ilustram o sentimento dos homens de bem ou daqueles que disfarçam muito bem! (para rimar)
Mas a vida não está uma "marolinha"! Os terremotos nos assolam por conta daqueles que procuram induzir aos incautos ao suicídio existencial.
Como viver alardeando "Paz e Bem" se a sociedade que organizamos está efarrapada? Isso é uma maravilha como discurso de contentação; mas não é, definitivamente, a forma de resolvermos a situação caótica do ser humano.
Mais uma vez o meu Basta!
É hora de Agir; nada de contentamento e de subserviência. Se Jesus Cristo perdeu a paciência com vendilhões do Templo (cf. Jo 2, 13-25) já passou da hora de perdermos a paciência com os vendilhões da Pátria!

sábado, 10 de outubro de 2015

PEDIDO DE IMPEACHMENT!

por Gerson Camarotti)

O Palácio do Planalto já trabalha com o cenário em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vai acolher, já na próxima terça-feira (13), o pedido de impeachment protocolado pelo jurista Hélio Bicudo, ex-PT.

A avaliação foi feita neste sábado (10) em reunião de emergência no Palácio da Alvorada entre a presidente Dilma Rousseff e os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Justiça) e o assessor especial Giles Azevedo.

"Será o último ato antes da forca. Cunha não tem mais o que fazer", disse ao Blog um auxiliar da presidente.

Caso isso aconteça, o PT já se prepara para uma cena de pugilato na sessão da Câmara para reagir à decisão de Cunha.

Na reunião com Dilma, os ministros avaliaram ainda que a oposição fez um acordo implícito com Eduardo Cunha: com o afastamento dele da presidência da Câmara, haveria tentativa de salvar o mandato do deputado.

"Mais isso não será possível, porque agora o voto é aberto para casos de cassação. Ele sabe que está sem saída, por isso que, pressionado, vai para o tudo ou nada", observou esse auxiliar.

sábado, 19 de setembro de 2015

O CRIME COMPENSA!

Pelo que se observa no mundo inteiro, o crime compensa! 

Vejamos um dos mais ousados cometidos contra a população desavisada: 

A venda de Óleo de Canola nos super mercados.


A população inteira, induzida pela propaganda, passou a escolher nos super mercados àquele produto que se apresenta como o mais saudável. Uma questão óbvia! Necessitamos consumir o que é melhor para o nosso corpo físico. Em função disso ao procurarmos um Óleo de cozinha que mais se adapte ao nosso organismo, não causando problemas como os recorrentes infartos, causado pelo acúmulo de gordura nas artérias e pela formação de um coágulo em cima desta placa, entre outros fatores, lançamos mão do produto mais recomendado pelas autoridades; e o que apresentam-nos? O Óleo de Canola!
Embalagem de Óleo de Canola
Recomendado pela Associação dos Cardiologistas, inclusive com inscrição constante nos rótulos; destacam-se ainda mais outros indicativos que levam o consumidor a ter "fé" no produto: ômega 3; Sem Colesterol e Zero por cento de Gordura Trans. Pronto; mercadoria comprada!

Mas o que é Canola e àquela florzinha amarela que aparece nos rótulos bem elaborados da mercadoria?

Em primeiro lugar, ao contrário do que a propaganda induz, a Planta Canola, com àquela aformoseada florzinha amarela, não é uma planta e àquilo que a indústria tenta nos fazer crer é uma mentira criminosa, pois Canola não existe e é somente um nome comercial; na verdade a sigla de Canadian Oil Low Acid, o que significa, "Azeite Canadense de Baixo Teor de Ácido".

Colza
Em segundo lugar, a florzinha amarela do rótulo das embalagens do Óleo de Canola não é uma planta chamada Canola e sim uma outra planta, híbrida, chamada "Colza" e que também não existe na natureza; ela é produto do cruzamento de várias outras subespécies, de uma mesma família, e que resulta, por ser hibridizada, em uma nova espécie.

Fosse essa nova espécie resultado positivo para a natureza humana poderíamos nem estar escrevendo este artigo, mas não é! A Colza, resultado da pratica de transformar a natureza, não trouxe benefícios e sim enganos propositais gerados pela indústria, que tem como única preocupação acumular lucros e dividendos para seus acionistas majoritários e pouco se preocupa com a saúde humana; mesmo porquê seus idealizadores e os grandes afortunados não utilizam esses produtos que vendem.

Plantação de Flor de Colza
O resultado desse processo híbrido é uma planta nociva ao homem pois os genes criados artificialmente nos laboratórios resistem a pesticidas altamente danosos para tudo que não contém esse gene específico, com resistência aos pesticidas que, em grandes dosagens, são necessários ao longo do seu ciclo; logicamente que esses pesticidas são armazenados nos lipídeos (no Óleo) da planta, que depois será usado nas cozinhas. O ser humano não tem imunidade à pesticidas, muito menos aos mais poderosos e que são usados em abundância no Brasil.

Canola não existe! 

Colza é uma florzinha amarela híbrida, que também não existe na natureza!

Dessa florzinha híbrida é extraído um óleo que foi apelidado de Canola pela industria que o produz e comercializa.

Indústrias
Plantas geneticamente modificadas é um engenhoso processo que visa a garantir lucros e dividendos às grandes indústrias e aos grandes investidores através da venda à uma população incauta e à países governados por políticos descompromissados com a sua própria Nação e que são, além de vendilhões da Pátria, corruptos, corruptores e criminosos pois não considerar como prioridade máxima a saúde de um povo é, certamente, o mais hediondo dos crimes.

Finalmente, como este não é um artigo científico, evidentemente existem discussões acaloradas sobre o assunto; outras e novas versões que, ao bom leitor, recomenda-se a leitura para análises, comparações e discussões críticas de cunho científico, devem ser procuradas.

O povo incauto necessita de que àqueles que têm acesso à informação lhes divulgue no mínimo o que se aproxima do verdadeiro, a verosimilhança. É o que fazemos agora. De resto, as discussões científicas não devem ficar no forno hermético de certos pseudo-deuses do conhecimento pois conhecimento hermético não é conhecimento e destina-se apenas ao ego de autores de teses mortas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O BRASIL ESTÁ EM PERIGO!

A família é a base mais importante do ser humano; o esteio forte e firme que mantém o norte devido para o desenvolvimento de um percurso reto na vida social e existencial. 



No momento em que o estado se prostitui, por conta de governantes ilegítimos e fraudadores do conceito de nação; na hora exata em que espalha-se pelo país a ideia de que o mais importante é manter os interesses de pequenos grupos que se juntam por conta da sua significativa disfunção psicológica impondo atitudes em detrimento do laço mais importante de um homem; quando a dignidade não tem mais importância e a podridão da sarjeta se apresenta como norma que tentam impor a todos, o sorriso esvai-se da face daqueles que um dia lutaram pela decência, pela paz, pela integração dos seres e pelo verdadeiro amor, que exclui a lascívia, agora sendo imposta por escrotos travestidos de juristas que tentam exterminar também essa nação adormecida. O BRASIL ESTÁ EM PERIGO!

domingo, 30 de agosto de 2015

HAVERÁ SOLUÇÃO?

O Brasil sendo dessangrado; a população nas ruas; o Judiciário sendo obrigado a punir; as falcatruas expostas e comprovadas; uma quadrilha no poder; a Constituição rasgada e pisoteada na frente de uma presidente inerte; a Nação a beira de um colapso!

O que está sendo feito na prática para coibir abusos e resgatar a dignidade da Pátria?

Palestras dos Juízes que abriram a boca sobre os escândalos da quadrilha; palestra do Ministro aposentado que o povo queria presidente; palestras dos maçons içando um juiz para herói nacional; a volta do presidente-pixuleco aos comícios com suas declarações fétidas e ao gosto do seu povinho; a gritaria das redes sociais: "Fora Dilma"! "Intervenção Militar Constitucional já"! "Moro Presidente"! "Barbosa Presidente"!

Com os processos em andamento, fartamente comprovados, segue o bando no poder com a política do faz-de-conta; o judiciário dos indicados e um tribunal de contas de ex-deputados.

É o mundo da fantasia que Brasília construiu para divertir seus súditos, séquitos e vassalos.

E assim caminha nossa "humanidade"!

domingo, 28 de junho de 2015

O BRASIL PRECISA DOS BRASILEIROS!

Vivemos mais um momento decisivo em nossa história de Nação e necessitamos manter o rumo da democracia que elegemos; para isso é necessário decisões enérgicas.

O País esta sendo dessangrado; a Nação refém de uma minoria histriônica e lesa-pátria; as Instituições desmoralizadas e desacreditadas; estados e municípios endividados e sem condições de manter suas autonomias; o povo iniciando um processo de mendicância, herdados do paternalismo barato de concessões espúrias em troca de votos; segurança do cidadão de bem balançando entre a vida e a morte e, para piorar, àqueles que necessitam de manter sua saúde jogados nos calabouços medievais que hoje são chamados de hospitais públicos.  

É hora dos brasileiros decidirem o rumo da sua história, novamente. 

Na balança está o Caos e a Pujança e tudo depende da nossa decisão; infelizmente antes das próximas eleições. 

Impedir a continuidade do esfacelamento da Nação e da falência de nosso País é missão para os brasileiros pois a causa é de cada um de nós. Basta de imoralidade; que os frangalhos das Instituições ainda de pé tomem a decisão, para que não seja esgotado o tempo de civilidade, democracia e paz. 

É hora da Câmara dos Deputados e do Senado Federal agirem em prol do povo ou, então, os brasileiros interessados na estabilidade democrática do Brasil mais uma vez deserdarão seus representantes políticos.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

CUIDADO!

Nas próximas eleições devemos ter muito cuidado.
Em primeiro turno já foi aprovado mandato de 5 anos para todos os cargos; como haverá, em função disto, a coincidência de mandatos a eleição que se aproxima será de mandato tampão, ou alternativo, a saber: serão apenas dois anos de mandato para prefeitos e vereadores; mas poderão se recandidatar o que poderia, ou poderá, somar 7 anos no poder.
No bojo dessa votação mais algumas armadilhas. Além de aumentarem o tempo no poder em um ano, os parlamentares brincaram de dar uma "colher de chá" ao povo diminuindo a necessidade de assinaturas para o envio de projetos de iniciativa popular; agora com 500 mil assinaturas já se poderá fazer um "PL do povo". Nós de Angelina, com 4.200 eleitores, dificilmente emplacaríamos um PL pois teríamos que buscar assinaturas em vários municípios.
Mais uma emenda para nos encher de esperança: Foi aprovado o voto impresso, que daria mais seriedade ao processo eleitoral.
Na verdade, a emenda do deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), relator da reforma política (PEC 182/07, do Senado), reúne vários temas em um único texto, como fidelidade partidária, projetos de iniciativa popular, voto impresso e eleição das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

NÃO TEMOS O DIREITO DE ESQUECER

                                                                                                                                                                                     Gen Div. Gilberto Rodrigues Pimentel - Presidente do Clube Militar
               Todos sabemos qual a situação do Brasil no início da década de 1960, após a inesperada renúncia do Presidente Jânio Quadros. A ela seguiu-se um torvelinho de tensões econômicas, políticas e sociais que ameaçavam levar de roldão nosso país na direção do ponto central que tudo tragava.
              Vivíamos, o que muitos propositadamente ignoram, o auge da Guerra Fria. No final de 1962 o mundo estivera perigosamente perto do conflito nuclear entre as superpotências da época, na Crise dos Mísseis em Cuba.
       A União Soviética agregava territórios a seus domínios, sufocava qualquer tentativa de insurreição nos países escravizados, como acontecera em Budapeste. Dominava metade da Alemanha, e Berlim Ocidental era uma ilha cercada pelos muros vermelhos. Dirigentes comunistas, impostos pela força e fiéis a Moscou, governavam com mão de ferro e apoio de tropas soviéticas a Polônia, Romênia, Iugoslávia, Tchecoslováquia, Hungria, Bulgária e Albânia. No Oriente, os comunistas assumiram a Coréia do Norte, a China continental, e acabariam estendendo seus tentáculos sobre o Camboja, Vietnã e Laos.
          Na África, a campanha de expansão comunista ensanguentou Guiné Bissau, Cabo Verde, Congo, Argélia, Namíbia, Angola e Moçambique.
     Os ventos da Guerra Fria também chegaram ao Caribe: Cuba transformara-se em um satélite de Moscou, um verdadeiro porta-aviões ancorado a poucas milhas do território norte-americano, e a luta estendeu-se a Honduras, Panamá, Nicarágua, El Salvador.
     Na América do Sul, as bases comunistas se ampliavam no Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia. E no alvo mais cobiçado, o gigantesco e aparentemente indefeso Brasil.
         Esta visão do avanço vermelho pelo mundo inteiro e do perigo que isso representava para nossa Pátria é, em muitas ocasiões, menosprezada pelos estudiosos do período, às vezes por ignorância, às vezes por falta de visão estratégica, quase sempre por má-fé.
       Para a seleta audiência que hoje nos honra com sua atenção, não é preciso detalhar a ação deletéria de Goulart, Prestes, Brizola, Arraes, Francisco Julião, do PCB, CGT, PUA, UNE, das Ligas Camponesas, dos Grupos dos 11.
      Toda essa conspiração, esses movimentos solertes para empolgar o poder e implantar o comunismo no Brasil, toda a agitação, a violência, a baderna, a crescente confiança e o crescimento da atitude desafiadora, a falsa certeza de que as Forças Armadas estavam infiltradas e dominadas por um grande número de comunistas, prontas a aderir à revolução socialista iminente, tudo foi rápida e eficientemente dominado pelas lideranças democráticas e pelos bravos e dedicados militares que atenderam ao chamado desesperado da sociedade brasileira, expresso na imprensa, nas igrejas, nos lares e nas ruas.
     O ponto máximo da subversão foi atingido em 30 de março de 1964, quando o Presidente João Goulart, em comício aqui ao lado, no Automóvel Clube, conclamou os sargentos a tomarem os quartéis e prenderem os oficiais, anunciando para dentro em breve as nebulosas reformas que sairiam, “a despeito do Congresso ou dos generais fossilizados e ultrapassados”. O Comandante Supremo das Forças Armadas atacava os seus pilares básicos: a hierarquia e a disciplina.
         O Exército não falou, agiu. Na manhã de 31 de março iniciou-se o deslocamento das tropas de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro.
         A sorte estava lançada e o aparentemente sólido castelo da subversão, inflado pela demagogia e pela propaganda, acreditando numa força que era apenas retórica, desmoronou ao primeiro embate.
A Nação estava salva, tínhamos cumprido nosso dever.

         Hoje, quando o Brasil vive instantes de tanta instabilidade, em que os aproveitadores usam todas as armas para manter-se no poder e sangrar os cofres públicos, lembremos aqueles companheiros que, há 51 anos, souberam decidir na hora exata e agir sem temor para recolocar nossa Pátria nos rumos da liberdade e da democracia.
          Recordemos, finalmente, o que escreveu nosso saudoso companheiro e amigo, o Gen Sergio Augusto de Avellar Coutinho:
“Esquecer 1964 é uma atitude de capitulação moral e intelectual. É ocultar das atuais gerações o papel exemplar das Forças Armadas, impedindo a criação da república sindicalista e da ditadura do proletariado.”

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

CANSAÇO

O cansaço físico é superado prontamente quando o indivíduo faz uma pequena pausa na atividade que o esgotou. É típico do esforço submeter ao esgotamento as energias que alimentam o corpo humano. A pausa é necessária para se voltar à normalidade e reconduzir o corpo, antes extenuado, ao vigor que o torna hígido. Pois, de minha parte, pensava que a mesma coisa deveria acontecer com o cansaço mental.
Trabalhar com idéias também esgota o indivíduo e idéias políticas o debilita ainda mais. A interminável discussão sobre o que é certo e o que é errado; quem é certo e quem é errado; quem faz e quem não faz.
A política é a manchete de capa do brasileiro de hoje; resolveram participar. Antes tarde do que nunca! Mas a questão é: De que forma se dará essa participação? Estará preparado ao debate sério e necessário o eleitor da geração "acordei"? Ou o barulho e o blá, blá, blá não passarão dos modismos costumeiros antes ostentados pela geração da "Lei de Gerson"?
A política está tão intrínseca no pensamento humano que é quase natural estar-se envolvido na discussão dessas idéias. Todos nós, de certa maneira, somos agentes políticos; alguns mais outros menos. Mas sem qualquer sombra de dúvida todos nós estamos envolvidos politicamente.
Como cidadãos votamos e somos votados. Mas no sistema político brasileiro podemos também participar sem participar. Existe uma falácia na democracia que diz: O cidadão pode anular seu voto; pode deixa-lo em branco e pode até, se quiser, ir para a praia pois abster-se de votar também é possível; bastará depois justificar, mesmo que não tenha justificativa.
Foi assim que fizeram exatamente 30.137.479 eleitores: foram para a praia!
Pois é, brincar de política também é privilégio da geração "acordei". É por isso que alguns sentiram o cansaço do debate político; da atuação política e, quiza, de votar. Não havendo seriedade a briga vai ficar por conta dos aproveitadores e o cansaço mental se igualará ao do esforço físico com uma ressalva: Nem a pausa contornará a indiferença; a praia será mais atrativa.
C'est la vie!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

ESCLARECIMENTO: aos amigos que comigo debateram sobre eleições:

Fui, e sou, contrário as ideologias esquerdistas; alguns dizem que tenho saudades da ditadura. Que ditadura? Não morei em Cuba; não me deixaram entrar em Moscou no ano de 1986; tampouco na Berlim dos vermelhos. Não pude comprovar pragmaticamente o que já sabia teoricamente. Foi melhor, pois Paris é uma festa. Não ovacionei Guevara quando estava na Universidade; não fui na Venezuela fazer média com Hugo Chaves e nem discursei em prol de Maduro. Que ditadura? O fato de eu estar na ativa, servindo às Forças Armadas, e ter continuado por um bom tempo no Exército Brasileiro não pode ser confundido com saudades de ditaduras pois, aqui no Brasil, não houve ditadura! 

Àqueles quem têm medo do estado de exceção, época em que a contra-revolução se viu forçada, a pedido do povo, a garantir a democracia no Brasil, digo-vos: tem medo quem deve!

Eu por exemplo tenho medo de ditaduras, principalmente as comunistas. Será que devo? Sim, claro que devo, pois certamente não serei obediente e tampouco me sujeitarei às atrocidades que cometem os desgovernos vermelhos. Àqueles que adoram Fidel, se emocionaram com a morte de Chaves ou que atravessam a fronteira para gritar em palanques apoio à Maduro, certamente se comprazem quando nosso país balança com a força de 54 milhões de votos, a maioria incautos, que poderia nos levar à uma guinada para a esquerda; são, na minha opinião, lunáticos e mal intencionados; além dos incautos; além dos inocentes úteis. Não são ideólogos! Não são.

Mas vamos colocar os pingos nos "is"; o fato de eu ter dito e insistido, nessas eleições que passaram, que o voto pelo Brasil era 45 não significou, e nem significa, minha simpatia ou meu aval aos nomes e ao partido PSDB. Isso, entretanto, não me coloca próximo ao PT, nunca! Pois PT e PSDB é que são próximos. Então, não venham pedir-me para curtir a página deste ou daquele político pois, os tais, conheço muito bem. Não queiram me apresentar FHC pois não difere em nada de Lula, com exceção do conhecimento intelectual e da educação de escol. Politicamente os dois em nada diferem! Assim, seus outros dois telecomandados são, também, iguais. Portanto, 45 foi um voto ideológico neste mar de partidos sem ideologia. Um voto, quiça, Ideologicamente além do 45. E, notem, nunca me referi a nomes. O número era a saída para que o Brasil, e nossa Nação, ficasse livre do medo de uma guinada vermelha que, fiquem atentos, esta no "coração e mente" de certos petistas.

Não sairei às ruas gritando fora esse ou aquele pois acredito na força da democracia e se vocês, mais de 30 milhões, foram para a praia, agora não adianta querer subverter a ordem. Apenas fiquem atentos e não cometam as bobagens que já cometeram. A propósito: o mar estava para peixe? Aguentem mais 4 anos!

Não adianta chamar o Exército Brasileiro para fazer aquilo que os cidadãos deveriam ter feito quando tiveram democraticamente a oportunidade. Apenas rezem para que o Exército não tenha que garantir a ordem pois, se assim for, é sinal de que a sorte foi lançada e eu não sou lá a favor de deixar que os outros façam aquilo que é meu direito, e minha obrigação, fazer. 

É melhor pelo voto, ao invés do fuzil!

Mas, se tiver que ser, será!

Obs: O povo tem 4 anos para refletir melhor; os partidos têm 4 anos para preparar líderes.

sábado, 1 de novembro de 2014

AS ELEIÇÕES!

Essas eleições passadas foram profícuas no sentido de manifestação de ideologias, conceitos ou simples desabado pelos eleitores que têm acesso às mídias eletrônicas (os demais não podemos mensurar), mas isso também desnudou o pensamento político que, em princípio, na hora do voto, deveria ser secreto (também não sei o porquê desse secreto). De minha parte a ideologia que faz parte do conjunto de meu pensamento político sempre esteve as claras, uma vez que me tornei político partidário no ano de 1989, fundando, com outros amigos, um partido político que teve um record de votos em determinada eleição e que sempre foi ideologicamente claríssimo (esse partido não mais existe). A última manifestação que fiz, logo após as eleições, foram para manifestar meu repúdio aos eleitores que queriam expurgar do poder os atuais mandatários mas, na hora de votar, preferiram não ir até as urnas, ficando como ausentes. ou, como aparece nos resultados eleitorais, as abstenções. O record de abstenções, na minha avaliação, mostrou o desinteresse daquele eleitorado para com o resultado nas urnas; ou sejam: danem! Danamo-nos, todos nós, inclusive àqueles que foram ausentes nesse pleite. Mas, não seriam os embates ideológicos, políticos e as manifestações contrárias a determinados candidatos que me fariam um selvagem truculento que não conseguisse olhar à quem esta ao lado. Por esse motivo, e eu já manifestei particularmente minhas desculpas, agora venho externar a calmaria que toma conta do meu ser (depois da tempestade vem a bonança) e convidar àqueles amigos ideológicamente contrários ao meu pensamento político a voltarmos aos embates sadios das idéias e secarmos as mágoas que porventura ficaram. Vanderlei Assis já me conhece, foi deputado federal comigo, fundou o partido comigo, e nossas discordâncias são resolvidas com um simples "não concordo contigo" ou "concordo contigo". Não concordamos quanto aos votos nulos mas, sobre as abstenções certamente concordaríamos se tívéssemos tempo para dialogar como fazíamos nos tempos da política partidária. Ao Ney, também é amigo de Claro Antonio Mota, e um eleitor do PT, já contatei "in box"; ao Sidnei Gandon, outro "dilmista" convicto, e meu colega de farda, hoje um dos poucos amigos que a vida me brindou, não preciso me desculpar pois o convívio e a amizade supera as discussões que não trazem à vida um bem maior. À Elenice Berbigier Berbigier, que não é petista, apenas uma justificativa do porquê não aderi ao "dane-se" ou, como Vanderlei, à indignação que anulou milhões de votos; eu realmente votei ideologicamente, superando as questões que envolvem os dois partidos que disputaram o segundo turno. Sabia, e sei, que os dois partidos, quiça, todos, nada fizeram, e nada fazem, pela nação, mas, naquele momento, teríamos que desacelerar a corrida cubano-bolivariana que perigosamente desafia a inteligência de alguns pensadores esquerdistas, enganados por uma benesse fantasiosa, e manipula a totalidade dos incautos, ingênuos e sem preparo político. Acredito na solidariedade de Guilherme da Costa e tantos outros quanto ao repúdio àqueles ausentes que reelegeram a atual presidente de nosso País. Sim! A reeleição não foi um feito de 54 milhões de brasileiros, nossos irmãos enganados pela esquerda cubano-bolivariana, mas sim de mais de 30 milhões de eleitores! Repito 30 milhões!!! A cada 4 eleitores, mais de 1, quase a metade, não foi votar. Não estamos contando brancos e nulos. Reelegeram a presidente; sem dúvida! Finalmente, e informando que escreverei um artigo com melhores análises no Blog VISÃO POLÍTICA, em www.camaradosdeputados.blogspot.com, alerto para o que disse àquele avô ao seu neto e à seus correligionários: "não vamos nos dispersar", pois é com isso que os corruptos contam para que a nação caminhe ao encontro das suas conveniências; e não é isso que deixaremos acontecer. À luta! De preferência no campo das idéias e que as armas fiquem ensarilhadas; somos todos irmãos!

(voltarei ao assunto)   

domingo, 28 de setembro de 2014

A INTELIGÊNCIA DE LULA - Não o subestimem!

Podem chama-lo de semi-analfabeto, ou até analfabeto funcional; de sapo barbudo; de amigo íntimo dos mensaleiros; de o homem que nada sabe; de líder de quadrilha ou qualquer adjetivo que lhes venham a cabeça, mas não poderão nunca dizer que esse Ali Babá é burro, não! Inteligência não lhe falta, mesmo que seja nefasta.

Relembrando os últimos acontecimentos, que precederam o início das definições de candidaturas à Presidência da República, recordo-me de uma afirmação de Lula: o PT continuará no poder! Foi então que lançou Dilma à reeleição, mesmo com as ovações em torno dele com o "volta Lula". Mas, naquele momento, havia uma série de acontecimentos que indicavam uma reviravolta nos partidos da base aliada e Lula partiu então para amenizar os ânimos. Conversa daqui, conversa dali conseguiu apaziguar a maioria dos partidos, menos Eduardo Campos e o seu PSB.

Um novo esforço deveria ser feito por Lula agora: o convencimento do ex-deputado Federal, Governador de Pernambuco e seu ex-Ministro. Queria, o molusco, que Eduardo não lançasse o PSB numa "aventura" política, como chamou a intenção daquele partido em lançar candidaturas próprias ao Executivo Nacional; dizia que o partido perderia oportunidades de amealhar cargos legislativos e, ainda por cima, contar com as benesses do PT, inclusive com cargos nos Ministérios. 

Eduardo não quis! 

Lula chegou até a oferecer o impossível: trocar Temer por Eduardo. 

Nada feito! 

O então governador de Pernambuco acreditava ser possível enfrentar Dilma numa disputa presidencial e acabar com as safadezas que ele já conhecia desde os tempos que ocupou um ministério. E sabia! Todo mundo sabia na Câmara dos Deputados e Eduardo era Deputado Federal. 

A prova de que sabiam está nos vários pronunciamentos com denúncias graves e que nenhuma autoridade se dignou a investigar. Nem mesmo o MP, tão solícito em atender fofocas que levaram muitos inocentes a responderem processos, se dignou a, no mínimo, acolher uma das denúncias contra Lula.

O Presidente da República que nunca soube de coisa alguma sobre escândalos e roubalheiras durantes seus dois mandatos e que "acredita" piamente que o mensalão não existiu, na verdade é um mentiroso! 

Roberto Jefferson, Lula, Zé Dirceu e Mares Guia
Mentiroso, pois tanto ele como Zé Dirceu flertavam com os Deputados oferecendo essa propina que, mais tarde, Roberto Jefferson apelidou de mensalão. E sabem por que nem um outro parlamentar denunciou, mesmo àqueles que não recebiam o tal mensalão? Para não caírem, como aconteceu à Roberto Jefferson, mesmo sabendo-se que Jefferson também botou a mão na fruta. E mais, nenhum parlamentar que prezasse sua vida queria estar na mira de asseclas que tudo fariam (e ainda fazem) para morrer em lugar de Lula; ou matar, como fizeram à Celso Daniel. 

Nem mesmo eu, neste exato momento em que estou digitando, tenho certeza se vou ou não publicar este texto; ou se vou ameniza-lo, como fiz em tantos outros.

Lula é um homem inteligente! Para àquilo que lhe interessa e para àquilo que é determinante para o seu partido e seus comandados. Ninguém atravessa seu caminho sem que sofra consequências, nem mesmo Zé Dirceu, que queria ser o candidato a Presidência da República e foi preterido, em favor de Dilma, muito antes dos escândalos do mensalão. Tentou afrontar Lula e caiu pelas mãos de Roberto Jefferson que, na época, era fiel à Lula; e, quizá, continue com essa fidelidade até hoje.

Ao se aproximarem as convenções partidárias, em que cada partido definiria seu candidato, Lula insistiu mais uma vez com Eduardo. Recebeu um educado não! Foi a senha para que o sapo barbudo, que conseguiu superar Brizola em votos, colocasse sua inteligência Batráquia a funcionar.

E funcionou perfeitamente quando Eduardo saiu a procura de um vice para sua chapa. Procura dali, procura daqui, lhe foi colocado de bandeja, em seu caminho, o vice ideal.

Marina da Silva, a petista de carteirinha, que idolatra Lula até hoje e que estava em surto psicótico por causa da sua rede que não tinha conseguido abocanhar os peixes suficientes e necessários ao aval do STE. Em desgraça por não poder concorrer e sem partido o PSB foi a salvação. Com toda sua petulância impôs mundos e fundos e o educadíssimo Eduardo acedeu. 


Feita a convenção o partido que não existe passou a ser mais importante do que o partido que existe.

Lula colocou o PT dentro do PSB. Pronto! 

Estava quase tudo andando perfeitamente quando Eduardo faz um acordo de não agressão com Aécio Neves e assumem a intenção de apoiarem-se no segundo turno. Se Eduardo lograsse êxito ao segundo turno Aécio o apoiaria e vice-versa.

Uma pedra nas intenções de Lula, mesmo tendo uma petista como vice de Eduardo. 

A partir de então todos sabem da história. A turma que deu cabo de Celso Daniel resolveu o problema para seu chefe e, ele, nada sabe!



O PT, então, ficou com dois candidatos à Presidência da República; uma disfarçada de
PSB mas, as duas, com o coração petista e os bonés da força armada daquele partido, o MST.

Você ainda acredita em segundo turno? Então vote em Aécio Neves!

P.S. Aécio, seus deputados e candidatos do PSDB e sua assessoria não me pediram para escrever este texto. Na verdade não estou pedindo votos para Aécio; estou pedindo votos para o Brasil e contra o PT e o PT disfarçado. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

BATEU, LEVOU!

Sra. Jornalista Miriam Leitão: Assisti, há pouco, sua entrevista com o Ministro Celso Amorim, da Defesa. Não fui surpreendido por seus objetivos, sempre destrutivos, quando se trata da imagem das Forças Armadas. 
A Sra., desta feita, usa como mote as respostas das Forças às demandas da Comissão da Verdade, a respeito de atividades repressivas ao terrorismo realizadas em instalações militares, no período da “luta armada”. 
Eu, ao discordar das suas posições, exerço o direito de transmitir-lhe e de divulgar minha opinião crítica sobre o conteúdo da sua conversa com o Sr. Ministro. 
Inicio, lembrando-a de que estávamos, efetivamente, em guerra e que as instalações militares, em quaisquer circunstâncias, servem para albergar recursos humanos e materiais destinados à guerra, bem como para preparar contingentes para que nela sejam empregados! 
No tipo de guerra (Terrorismo) que se travava no Brasil, iniciada por uma minoria de comunistas inconformados com a rejeição de seus planos pela sociedade, os quartéis foram atacados, agregando-lhes a condição de “praças de guerra”. 
No combate ao terrorismo cresce de importância a atividade de inteligência e esta pode e deve ser executada nos quartéis. Portanto, não há ou houve desvio de finalidade dessas instalações no período em que vivíamos em ambiente de guerra. 
Simples e justificável, não lhe parece? 
Em outro ponto de sua entrevista a Sra. insiste na divisão das Forças em “de hoje” e “de ontem”. Para, definitivamente, livrá-la desse pensamento, sugiro-lhe um rápido passeio pela história das nossas FFAA, a Sra. poderá constatar  que os Militares, desde Guararapes até o "Alemão" e a “Maré”, carregam e continuarão a carregar a herança de feitos e que os mesmos não pertencem ao passado ou aos que lá estiveram naqueles momentos, mas a todos os militares, de ontem, de hoje e de amanhã, porque são heranças de honra, de glória e de responsabilidade! 
Cara Sra. Miriam, o que está feito não pode ser mudado e pertence a todos os militares.  Não há como apagar a história nem há como fugir à responsabilidade sem que os soldados deixem de ser eles mesmos. Não há ordem ou desconforto, de quem quer que seja, que os possa fazer esquecer ou ser menos responsáveis ou orgulhosos dos feitos e fatos que compõem a sua história, sob pena de terem que abdicar do orgulho de serem Militares Brasileiros! 
Os militares não têm comemorado, ostensivamente, o 31 de Março porque são disciplinados e cumprem as ordens consideradas pelos Comandantes como compatíveis com os limites da autoridade das pessoas que as emitem, mas isto não significa que tenham qualquer arrependimento da atitude que tomaram naquela data, sob aclamação maciça da Nação, nem tampouco que não se orgulhem da derrota que impuseram aos terroristas. 
Certamente que aí não se incluem os excessos que eventualmente tenham sido cometidos sem a justificativa do interesse maior da segurança coletiva. 
Escarafunchar, desta forma, num passado de meio século, além de perda de tempo, é desconsideração e descaso para com a totalidade dos brasileiros honestos, pacíficos e trabalhadores que, hoje, são torturados e mortos diuturnamente pela insegurança em todos os setores da vida pública e privada sob a responsabilidade do Estado, inclusive no que se refere à própria Defesa Nacional! 
A Sra. observou muito bem na entrevista que as FFAA têm sido chamadas em demasia para acudir a Nação. É verdade, mas em um país governado por falsos profetas, corruptos, demagogos e incompetentes, só os militares, mantidos à distância da contaminação, são confiáveis a qualquer hora, para quaisquer missões emanadas de qualquer dos poderes constitucionais. 
Antes de terminar, Sra. Jornalista Miriam Leitão, informo-lhe que, nos  Colégios e nas Escolas Militares, modelos de ensino para o Brasil e para o mundo todo, pratica-se não só a verdade, mas a  honestidade, a probidade, a lealdade e a responsabilidade, portanto, não há ranço, vontade ou anseio autoritário que possa impor-lhes versões da história! 
Finalizando, devo, ainda, dizer-lhe que pedido de desculpas é devido por quem deve, não por quem tem crédito, e, copiando a voz do povo, nas ruas e nos estádios, com a censura que me impõe a educação familiar e militar, eu lhe digo: “Ei, Dona Miriam, vá rever os seus valores”! 
 Respeitosamente,
 Paulo Chagas, General de Brigada na reserva, é Presidente do Ternuma.
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net