segunda-feira, 31 de março de 2014

ORDEM DO DIA

Soldados, irmãos em armas! Há quase meio século, atendendo o pedido da esmagadora maioria dos brasileiros, nossas tropas saiam às ruas, aclamadas, para por fim à tentativa de traidores, marginais e sociopatas de instalar em nossa Pátria um regime marxista, totalitário, uma extensão lacaia da URSS que pretendia daqui, espalhar suas garras por toda a América Latina, no cerco ao país da liberdade, os EUA.



Vitoriosa, a contra revolução de 1964 devolveu a ordem e a tranquilidade ao país, com um custo em vidas - em toda sua vigência - de algumas centenas de mortos e desaparecidos entre os inimigos, números que equivalem hoje a uma ínfima parcela mensal das vítimas da violência urbana, num país abandonado à sua sorte, governado fraudulentamente pelo inimigo que conquistou o poder graças à anistia cedida pelos próprios militares, que considerando finda a missão, retornaram ordeiramente aos quartéis.

Falhamos em nossa missão. Não se faz revolução sem sangue e assim acontecendo, o mal permanece. Fizemos um governo militar, não uma ditadura militar. Se assim fosse, esses homens, mulheres e seres híbridos que infestam uma pestilenta Brasília não estariam no poder, pois passaram quase todos pelas mãos de nossas forças de segurança. Houve tortura e mortos políticos? Sem dúvida e continua havendo até hoje em todo o mundo, de Cuba aos EUA, passando pela China, pela Rússia, pela Coreia. Continua havendo aqui, no Brasil da ditadura petista, hipócrita e covarde, que mata usando técnicas de criminosos comuns, assassinatos políticos lançados na fatura da violência urbana, na violência no campo. Os números de mortos, torturados e desaparecidos no regime militar brasileiro fariam a vergonha de qualquer comissário político estalinista, são inferiores aos do primeiro mês de Che Guevara no comando das execuções em Cuba, logo após a tomada do poder. Mas nossos mentirosos, nossas pretensas vítimas, estelionatários da militância, batem qualquer outros números, na lucrativa indústria das indenizações. Temos até um ministério encarregado de crescer lendas, criar outras, instigar o vil populacho à vingança contra os militares, no barulhento circo que abafa o ruído dos ratos vermelhos que corroem os cofres públicos.

Hoje, graças a nossa incapacidade de entender a periculosidade, a desonestidade e a perversidade de um inimigo que deveria ter sido eliminado em combate sem tréguas e dentro das normas jurídicas com a definitiva, inapelável pena de morte, condenamos o Brasil ao caos, ao retrocesso, a uma ditadura da ignorância onde a massa se torna cada vez mais estúpida mercê de uma educação de fachada, de uma política populista à altura dessa ignorância,da propaganda contínua que entorpece e engana, num ciclo contínuo de pretensa democracia que se perpetua.

Não há o que fazer, não há esperanças; resta-me desta, apenas um fio que os guerreiros, legítimos herdeiros dos heróis de 64, provem em ação que estou equivocado. As Forças Armadas com comandantes politizados e corruptos, infiltradas em todos os níveis hierárquicos, não mais honram seus alicerces de honestidade, dedicação, sacrifício. Que se abram os portões dos quarteis. Armas ao solo. Fora de forma, marche! Que assumam as milícias populares. O Brasil que conhecemos está morto.

Pedro Marangoni,Força Aérea Brasileira,1968-1972
Fonte: www.pamarangoni.blogspot.com.br

quinta-feira, 27 de março de 2014

ORDEM DO DIA: 50 anos da contra-revolução de 31 de março!

Soldados, irmãos em armas! Há quase meio século, atendendo o pedido da esmagadora maioria dos brasileiros, nossas tropas saiam às ruas, aclamadas, para por fim à tentativa de traidores, marginais e sociopatas de instalar em nossa Pátria um regime marxista, totalitário, uma extensão lacaia da URSS que pretendia daqui, espalhar suas garras por toda a América Latina, no cerco ao país da liberdade, os EUA.


Vitoriosa, a contra revolução de 1964 devolveu a ordem e a tranquilidade ao país, com um custo em vidas - em toda sua vigência - de algumas centenas de mortos e desaparecidos entre os inimigos, números que equivalem hoje a uma ínfima parcela mensal das vítimas da violência urbana, num país abandonado à sua sorte, governado fraudulentamente pelo inimigo que conquistou o poder graças à anistia cedida pelos próprios militares, que considerando finda a missão, retornaram ordeiramente aos quartéis.

Falhamos em nossa missão. Não se faz revolução sem sangue e assim acontecendo, o mal permanece. Fizemos um governo militar, não uma ditadura militar. Se assim fosse, esses homens, mulheres e seres híbridos que infestam uma pestilenta Brasília não estariam no poder, pois passaram quase todos pelas mãos de nossas forças de segurança. Houve tortura e mortos políticos? Sem dúvida e continua havendo até hoje em todo o mundo, de Cuba aos EUA, passando pela China, pela Rússia, pela Coreia. Continua havendo aqui, no Brasil da ditadura petista, hipócrita e covarde, que mata usando técnicas de criminosos comuns, assassinatos políticos lançados na fatura da violência urbana, na violência no campo. Os números de mortos, torturados e desaparecidos no regime militar brasileiro fariam a vergonha de qualquer comissário político estalinista, são inferiores aos do primeiro mês de Che Guevara no comando das execuções em Cuba, logo após a tomada do poder. Mas nossos mentirosos, nossas pretensas vítimas, estelionatários da militância, batem qualquer outros números, na lucrativa indústria das indenizações. Temos até um ministério encarregado de crescer lendas, criar outras, instigar o vil populacho à vingança contra os militares, no barulhento circo que abafa o ruído dos ratos vermelhos que corroem os cofres públicos.

Hoje, graças a nossa incapacidade de entender a periculosidade, a desonestidade e a perversidade de um inimigo que deveria ter sido eliminado em combate sem tréguas e dentro das normas jurídicas com a definitiva, inapelável pena de morte, condenamos o Brasil ao caos, ao retrocesso, a uma ditadura da ignorância onde a massa se torna cada vez mais estúpida mercê de uma educação de fachada, de uma política populista à altura dessa ignorância,da propaganda contínua que entorpece e engana, num ciclo contínuo de pretensa democracia que se perpetua.

Não há o que fazer, não há esperanças; resta-me desta, apenas um fio que os guerreiros, legítimos herdeiros dos heróis de 64, provem em ação que estou equivocado. As Forças Armadas com comandantes politizados e corruptos, infiltradas em todos os níveis hierárquicos, não mais honram seus alicerces de honestidade, dedicação, sacrifício. Que se abram os portões dos quarteis. Armas ao solo. Fora de forma, marche! Que assumam as milícias populares. O Brasil que conhecemos está morto.

Pedro Marangoni,Força Aérea Brasileira,1968-1972

Fonte: www.http://pamarangoni.blogspot.com.br/

ENTREVISTA com General Heleno Sobre sua candidatura à PRESIDÊNCIA do BRASIL.

A revista Veja ONLINE publicou hoje o texto abaixo.
O general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, primeiro comandante dos mais de 6 mil militares de diferentes países que integraram o contingente inicial da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti) e ex-comandante Militar da Amazônia, informou ao blog que não é filiado a nenhum partido, que não pretende se filiar e que não é candidato à Presidência da República ou a outro cargo político qualquer.
“Uma candidatura à Presidência sem uma forte estrutura partidária por trás seria uma aventura”, assinala o general, objeto do interesse de um grande número de brasileiros que cogitam de sua disputa ao Planalto em outubro próximo. “E o país não comporta mais aventuras depois da Presidência de Fernando Collor [1990-1992]“.
Para o general, a opção de filiar-se a um partido de menor projeção e, depois, precisar sair à procura de recursos para financiar uma campanha, “de pires na mão”, significaria “acabar assumindo compromissos que mais tarde precisarão ser pagos, e isto não é comigo”.
Pergunto se não lhe interessaria candidatar-se a senador ou a deputado futuramente (uma vez que, não tendo filiação partidária, não poderia concorrer em outubro próximo):
– Veja bem, isso não levaria a nada. É difícil ter uma participação mais significativa dentro de um quadro político em que as coisas já estão delineadas. Do jeito que a coisa está montada, uma só pessoa que pretenda alterar o atual estado de coisas vai acabar morrendo de desgosto ou, por ingenuidade, ou desconhecimento, ser envolvido em algo negativo.
E acrescenta:
– Não há salvadores da pátria. O problema do país é acertarmos em termos de escolha. É algo de formação das pessoas, de muito longo prazo. Nossa democracia está consolidada, mas me preocupa o fato de que a juventude em geral, o que inclui seus melhores quadros, está muito afastada da participação na política. Há muita gente que tem condições intelectuais e de formação e pode contribuir para o país mas não é cooptada pela política. A estrutura atual é perversa, e precisa ser mudada em profundidade.
Pergunto sobre os supostos 5,6 milhões de votos que determinada pesquisa indicaria que alcançaria caso concorresse ao Planalto:
– Esses supostos 5,6 milhões de votos apareceram em reportagem da revista IstoÉ. Não sei de onde tiraram esse número. Se isto for verdadeiro, é fruto do que pude contribuir com meu trabalho no Exército, é produto, talvez, da generosidade com que meus ex-comandados espalharam minhas eventuais virtudes. De todo modo, embora tudo seja muito desvanecedor para mim, 5,6 milhões de votos não são nada num colégio de 130 milhões de eleitores.
Para o general, “pregar a volta dos militares” ao poder — como alguns têm feito — “é estupidez”:
– Alguém que pense assim e esteja a meu favor quer, na verdade, me empurrar para o buraco. Ter essa postura é afrontar tudo o que foi conquistado em muitos anos. O único caminho para o país — está comprovado — é a democracia. É inimaginável se controlar a liberdade das pessoas. O único caminho de fortalecimento e desenvolvimento para o Brasil é a democracia.
Qual seria sua opinião sobre um certo “Partido Militar Brasileiro”, que está sendo fundado?
– É um absurdo. Quando os militares tiverem vínculo com algum partido político estaremos perdidos. Essa ideia é absurda.
Pretende declarar apoio público a algum candidato a presidente, no primeiro ou no segundo turno?
– Não vou apoiar publicamente nenhum candidato, nenhum me comove. Prefiro ficar como espectador.
O general se diz muito satisfeito com suas tarefas como diretor de Educação Corporativa e de Comunicações do Comitê Olímpico Brasileiro. “Trabalho com algo que sempre me fascinou — a educação, o ensino”. Conta que também tem feito palestrar por vários Estados brasileiros, em geral sobre três temas — liderança, a Amazônia e o problema do Haiti.
– Faço as palestras, mas não tenho coragem de cobrar. Faço de graça.

terça-feira, 18 de março de 2014

OS DRONES CHEGARAM!



A Drug Enforcement Administration (DEA) – famosa agência do governo dos Estados Unidos da América para combate ao narcotráfico – ofereceu, semanas atrás, às Forças Armadas brasileiras, uma parceria para a utilização de Drones. Os veículos aéreos não-tripulados, pilotados, remotamente, por alta tecnologia, seriam usados na ação de monitoramento contra células de narcoguerrilha colombianas que estariam agindo em território brasileiro, mais precisamente nas periferias de São Paulo e Rio de Janeiro. Seria um presentinho de Tio Sam Obama para Dilma...

O Departamento de Estado norte-americano não recebeu, do governo brasileiro, até agora, qualquer resposta ao “convite” de compartilhamento de drones. Agentes da DEA garantem que os guerrilheiros colombianos, que atuam mais pesadamente na batalha para vender drogas aos “narcomerciantes” brasileiros, estariam refugiados com a ajuda de facções criminosas, como o Comando Vermelho (no Rio de Janeiro) e o Primeiro Comando da Capital (o famoso PCC, de São Paulo). O DEA chegou a monitorar um voo da Colômbia ao Brasil, que não foi detectado pelos nossos radares - segundo garantem os indiscretos operadores de drones do Tio Sam.

A inteligência da DEA adverte que os narcobandidos podem comprometer, seriamente, a segurança na Copa do Mundo da Fifa. Também têm expertise e poder de fogo para promover ações de terror urbano, na proximidade das eleições, para desgastar as administrações estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo. A DEA identifica que o aumento de tensões no Complexo do Alemão – novamente tomado pela Polícia Militar – esteja intimamente relacionado com a presença dos colombianos.

A inteligência das Forças Armadas já foi informada da denúncia da DEA. Tanto que, neste sábado, já circulava nos meios militares a informação de que o Exército poderia “se convocar” para uma intervenção mais ostensiva no Alemão. O objetivo seria neutralizar a ação dos guerrilheiros. Oficialmente, o Comando Militar do Leste não pode tocar no assunto. Até porque mexer com guerrilheiros colombianos significa atingir as FARC – que fazem parte do Foro de São Paulo (balaio de gatos da esquerda radicalóide do continente). Tal intervenção desagrada aos petistas do Foro de São Paulo.

A “guerra” no Rio de Janeiro é acompanhada pelo comando das Forças Armadas – certamente preocupando mais os Generais que a antidemocrática decisão da chefona-em-comando Dilma Rousseff para que os militares não façam qualquer celebração aos 50 anos do movimento civil-militar de 1964. Tal proibição não foi oficialmente anunciada pelo governo. Da mesma forma como o governo prefere não comentar a necessidade de uma “intervenção branca” do Exército na Polícia Militar do Rio de Janeiro. O comandante do Bope, Tenente-coronel Fábio Souza, foi derrubado... Por críticas nas redes sociais ao Comandante-Geral da PM, Coronel José Luis Castro.

As facções criminosas promovem ações concretas de terror contra os policiais. Enquanto o lendário Bope ocupava o Alemão, pelo menos mais dois policiais foram mortos na guerra nada silenciosa do narcotráfico carioca. Só este ano, 19 policiais foram mortos. O terrorismo se confirma porque, deste total, 13 foram assassinados enquanto estavam de folga. No ano de 2013, os bandidos “fizeram” 18 policiais. A morte do subcomadante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, na quinta-feira passada, foi a gota d´água.

É imperdoável o silêncio dos coniventes com o governo do crime organizado. Preocupada com a sorte econômica de seu torneio de futebol bilionário, a Fifa já cobrou providências do Itamaraty para que haja um reforço de segurança - principalmente no conflagrado Rio de Janeiro, mas também em São Paulo (onde ainda não há garantias totais de que o estádio do Corinthians fique pronto para a abertura da Copa do Mundo, sem riscos de segurança para o público na arquibancada atingida por um guindaste).

Por enquanto, não há quem possa com o crime cada vez mais organizado e suas facções narcoguerrilheiras... Até quanto vai durar tal guerra, ninguém ousa prever. Os norte-americanos do DEA prestam toda atenção no conflito carioca. Se o governo brasileiro, por algum milagre, aceitar a colaboração do monitoramento por drones, o tempo pode fechar para os bandidos que infestam as “comunidades”.

Mas a tendência é que tudo fique como dantes na boca de fumo do Abrantes...

(Fonte: Jorge Serrão - Alerta Total)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Na causa da democracia, quem está dispensado?

General de Brigada vê na marcha da família uma contribuição importante e convoca toda a sociedade esclarecida para ostentar publicamente sua posição. O General Paulo Chagas é um dos primeiros militares a se manifestar publicamente sobre o movimento marcado para o dia 22 desse mês.
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Caros amigos
A debacle da Suprema Corte, desmoralizada por arranjos tortuosos que transformaram criminosos em vítimas da própria justiça, compromete a crença dos brasileiros nas instituições republicanas e se soma às muitas razões que fazem com que, com frequência e veemência cada vez maior, os Generais sejam instados a intervir na vida nacional para dar outro rumo ao movimento que, cristalinamente, está comprometendo o futuro do Brasil.
Os militares em reserva se têm somados aos civis que enxergam em uma atitude das Forças Armadas a tábua da salvação para a Pátria ameaçada, quando não são eles próprios os alvos do clamor daqueles que já identificam nas imagens dramáticas da capital venezuelana a cor fúnebre do nosso destino.
Ao exercerem seu direito legal de opinar e criticar, os militares da reserva diferem entre si na forma, na intensidade e na oportunidade de uma eventual intervenção militar que venha a dissuadir as pretensões mais ousadas dos dissimulados adeptos da versão “bolivariana” do comunismo de sempre, todavia, são coincidentes e uníssonos no rebatimento de acusações mentirosas que, divulgadas de forma criminosa, visam a criar na sociedade o receio de ter os militares como fiadores da democracia.
Entre os civis esclarecidos é fácil perceber a confiança no discernimento e no patriotismo dos soldados. Todos querem que os Generais “façam alguma coisa”, mas, ainda são poucos os que se dispõem a fazer o que está ao seu alcance. Poucos são os que adotam atitudes concretas e manifestam-se pública, individual e coletivamente, em defesa dos governos militares, escrevendo para os jornais ou protestando contra a hipocrisia e as más intensões das “comissões da verdade”.
No momento atual, a causa da democracia não dispensa o concurso de ninguém. Seria portanto uma importante contribuição se todos os civis que têm as Forças Armadas como última razão da liberdade e a garantia dos fundamentos constitucionais pusessem suas opiniões a público, em artigos, manifestações, textos, “cartas do leitor” e outros recursos do gênero e não apenas em comentários restritos à leitura dos poucos profissionais da mídia que ainda ousam remar contra a correnteza ou dos escribas de mídias sociais que, mesmo comprometidos com a causa, têm apenas seu limitado e débil sopro para tentar enfunar as velas da embarcação.
A opinião pública está dispersa, contudo não é difícil identificar o que rejeita. Também não é fácil definir com quem está e o que quer. Falta-lhe um "norte confiável". As pessoas de bem, informadas, estão com medo do futuro, acuadas até para reagir e para manifestarem-se pacificamente. Não basta, portanto, pedir uma atitude dos militares, é preciso que os civis esclarecidos e convencidos do perigo ostentem massivamente suas posições e opiniões e que contribuam para magnetizar a agulha que definirá o novo rumo a ser tomado.
As “Marchas da Família com Deus Pela Liberdade”, programadas para o mês que inicia, são um bom começo para esta soma de esforços e para reafirmar o que, há cinquenta anos, fez com que o Brasil fosse visto e admirado como a “Nação que salvou a si própria”!
Gen Bda Paulo Chagas

segunda-feira, 10 de março de 2014

O EXÉRCITO NÃO TEME, NEM SERVE AO PT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas

Caros Amigos. A chegada do PT ao poder e os dez anos de sua permanência na direção do País criaram, além do caos social, moral e econômico, a incerteza quanto ao futuro das instituições republicanas, uma vez que o partido não deixa de alimentar a intenção de transformar o Brasil numa República Socialista Bolivariana. 

A reação recente da sociedade nas ruas, em que pese o "show da guerrilha urbana" que tenta desvirtuá-la, mostra que o povo deu-se conta dos males que representam para seu futuro o aparelhamento do Estado, do primeiro ao último escalão; o domínio completo do aparato sindical; a concentração de meios, a logística, o treinamento, o dispositivo e o incentivo dados às ações e pretensões dos chamados “movimentos sociais”; a concentração de recursos financeiros, visíveis e invisíveis, nas mãos dos “corruPTos”; a cada vez mais evidente ligação do “ParTido” com o crime organizado; e a coordenação e o controle exercidos pelo Foro de São Paulo sobre os horizontes de seus associados.

Todo este potencial reunido nos induz a considerar a possibilidade e a probabilidade de que grandes tumultos, demonstrações de força, quebra-quebras, greves ilegais e tudo o mais que compõe o repertório destrutivo da esquerda radical venham a ocorrer, se as pesquisas de opinião indicarem com clareza a derrota de Dilma no processo de reeleição.

O primeiro objetivo do tumulto será inviabilizar o pleito e o segundo será fazer crer aos desavisados e aterrorizados cidadãos de bem que a situação da ordem pública e a "pacificação nacional" dependem da permanência dela e doscorruPTos no poder!

Por imposição do partido, com o aplauso dos parceiros do Foro de São Paulo e com o apoio dos eternos oportunistas, no Congresso e fora dele, e dos “intelectuais orgânicos”, sempre a serviço da enganação, "as eleições serão adiadas até que haja clima favorável e seguro para realizá-las"!

Esta conjectura, com certeza, alimenta as mentes insanas dos canalhas que, inebriados pela exacerbação da ambição e pela subestimação da tolerância do povo, imaginam ser possível, desta forma, a instalação definitiva da "ditadura do proletariado" em Terras de Santa Cruz!

Tratam-se apenas de conjecturas, apocalípticas, é verdade, mas acreditar que haja qualquer tipo de honestidade nos propósitos dos homens e mulheres que integram e apoiam o atual governo, dentro e fora do País, é, também, fugir da realidade.

Seja como for, vale o alerta e fica a imagem como válida também para depois do pleito, pois, se derrotados e contrariados em seus anseios, venderão caro a estabilidade e a governabilidade, como fizeram no Rio Grande do Sul durante a administração de Yeda Crusius.

Por outro lado, caso sejam ainda vencedores, premidos pelo tempo e pela caótica situação produzida por sua incompetência e reconhecida vilania, tentarão, agravando a desordem e o desmando, consolidar as condições objetivas e, com elas, introduzir a componente subjetiva do golpe.

Em todos os casos, imaginam que a circunstância adversa e a “disciplina” das Forças Armadas farão com que elas, para evitar uma guerra civil, aceitem e respaldem a "solução da casa", ou, no mínimo, que se omitam diante do golpe. Ledo devaneio!

Conhecendo e confiando em meus camaradas, sugiro aos que alimentam tais esperanças que façam uma avaliação melhor e mais realista do comprometimento das FFAA, porquanto, caso decidam pela quebra das estruturas legais da república, as encontrarão aliadas, como sempre, à democracia, ao seu dever constitucional e aos interesses daqueles de onde, legitima e legalmente, demanda o poder. Em nome deles, elas lhes negarão respaldo e, mais uma vez, frustrarão a traição!

Que Deus nos proteja como protegeu o Papa Francisco durante sua estada no Brasil e que estas "conjecturas" não ultrapassem os limites da presunção!

"O socialismo é o evangelho da inveja, o credo da ignorância, e a filosofia do fracasso."


Paulo Chagas é General na Reserva.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

FELIZMENTE ESTOU MORRENDO... (por Osmard Andrade Faria, 91 anos.)

Transcrevo abaixo na íntegra, o depoimento do autor do texto abaixo, embora eu não esteja totalmente alinhado com os pensamentos de esquerda e de direita deste País, nem tampouco a favor dos regimes citados no texto. 


Mas, vale a leitura para reflexão.  




            Leio no “Estadão” de hoje, 14 de Dezembro, página 12, notícia que me atinge como um soco no estômago: “A Escola Estadual Presidente Emilio Garrastazu Médici passou a chamar-se Escola Estadual guerrilheiro Carlos Mariguella”. 
        
            Parece  que estamos chegando ao fim e a República Federativa do Brasil também mudará de nome: seremos República Popular Democrática do Brasil, que este é o apelido usual de todos os países comunistas à volta do mundo.

       Passado o impacto, obrigo-me a uma volta ao passado. Como dizia Augusto dos Anjos, “sou uma ameba, venho de outras eras...”. Era ginasiano em 1937 quando Getúlio Vargas implantou o “Estado Novo” e espancou os comunistas que, à soldo de Moscou, tentavam criar na América do Sul um satélite da União Soviética. 

     Foram daquela época o famigerado cavaleiro da esperança Luiz Carlos Prestes, (Em caso de guerra entre o Brasil e a União Soviética, lutarei por eles”),  Harry Berger, Garota, Olga Benário e outros militantes bolchevistas, saía-se recentemente da chamada intentona comunista que buscou arrasar o terceiro regimento de Infantaria da Praia Vermelha com dezenas de oficiais mortos, o Partido Comunista Brasileiro e a UNE (esta, sempre foi no Brasil uma célula do partidão) foram fechados, o país respirou aliviado.

        A partir de 1939, fui radialista e jornalista, escrevendo para rádios e jornais.  Em 1943 participei da Força Expedicionária Brasileira lutando pela democracia mundial. Nos anos de 1951 e 1952, produzi para as rádios Ministério da Educação, Roquette Pinto,  Mauá e uma rede de 48 emissoras no interior do país, uma série de rádio-reportagens sob o título de “Paisagens da Vida”, um teleteatro de contra-propaganda comunista, na qual, com a colaboração de um militar foragido da URSS, Anatoli Mickailovich Granovski, contava as atrocidades que eram sofridas pelo povo soviético nas mãos dos líderes vermelhos Stalin, Lenin e quadrilha. Esses programas foram gravados pelo NKVD de Moscou e de lá veio a ordem para o Tribunal Vermelho do Brasil, vivendo na clandestinidade, me condenando à morte. 

          O DOPS, (Departamento de Ordem Política e Social) do segundo governo do Getúlio, teve ciência do fato. Chamaram-me. Avisaram-me que tinha a vida em perigo. E o máximo que me podiam oferecer eram uma arma e o seu porte, nada mais. Duas vezes tentaram os comunistas matar-me. Meu elenco de artistas era substituído a cada mês, tal a natureza das ameaças que sofriam por telefone.

          Deixei tudo em 1953 quando entrei para a Marinha como médico. Em 1961 fui transferido para Florianópolis. E aqui, como militar, vivi os episódios históricos da renúncia do Presidente Jânio Quadros com posse do esquerdista João Belchior Goulart e sua deposição em 1964 ao tentar incendiar o país com sua participação ativa nas tentativas de implantação do regime comunista no governo brasileiro.  Neste último episódio, como antigo jornalista, fui nomeado relações públicas do Estado Maior da 5ª. Região Militar. Mais uma vez lutei contra a barbárie vermelha.

         Em 1968, durante o governo militar, os bolchevistas insistiram em transformar o Brasil numa ditadura vermelha. É dessa época a famosa guerrilha do Araguaia na qual pontificaram líderes esquerdistas como José Genoíno, Dilma Roussef, José Dirceu, o primeiro dos quais matando a marteladas na cabeça um oficial do Exército, mas todos eles se fazendo passar hoje como heróis da “democracia”, vítimas da ditadura militar. 

         São sabujos dos Castros  cubanos, irmãos de fé dos bolivarianos da Venezuela, dos norte-coreanos, doadores das economias brasileiras para os demais países comunistas do mundo, autores dessa farsa de importação de médicos cubanos afrontando todas as leis do país e as reais necessidades da saúde pública.

          E o que querem esses bandidos fazer do Brasil?

       Transformá-lo em uma outra Cuba, o melhor país do mundo em que se pode viver desde que se tenha um apartamento em Paris, o país onde  se pratica a melhor medicina das três Américas desde que se tenha um Hospital Sírio-Libanês quando qualquer companheiro adoece, país cuja principal matéria-prima é mão-de-obra escrava exportada para todo o mundo, país onde se passa fome, paraíso do qual todos querem fugir mesmo correndo o risco de morrer no mar?

           Esquerdismo é isso? Nenhum regime político já acontecido no mundo matou mais patrícios seus e pessoas de outras origens que o comunismo da União soviética. Mais de 600 milhões de cadáveres.  Ao fim de 70 anos, nem eles mesmos suportaram mais. Mas nos bolsões de resistência como em Berlim Oriental, construíram muros para evitar que os felizardos que viviam no “paraíso” fugissem para o inferno ocidental.

           Ouçamos, a  respeito, a opinião do grande Fernando Pessoa: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema  -  o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”.

           Ho Chi Ming, líder comunista chinês matou mais de 3 milhões de patrícios.  Na Coréia do Norte já morreram mais de um milhão. Mas os esquerdistas brasileiros ´representados pelo PT,  PSB, CUT, MST,  UNE e outras quadrilhas  redigiram uma carta de apoio aos camaradas da Coréia onde afirmavam, entre outros besteiróis: “Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem à guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EEUU”.

       O líder cubano Che Guevara em quem os jovens de hoje e  a quadrilheira Dilma Roussef vão buscar inspiração  era claro quanto às suas intenções pacifistas e socializantes: “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar apenas pelo ódio. Banharei minha arma em sangue e, louco de fúria, cortarei a garganta de qualquer inimigo que me cair nas mãos. E sinto minhas narinas dilatadas pelo cheiro acre da pólvora e do sangue do inimigo morto. Aqui na selva cubana vivo é com sede de sangue, estou escrevendo estas linhas inflamadas em Marti”.

          É este o governo que os patriotas esquerdistas querem   para o Brasil? 

          Costumam dizer que quem não é socialista na juventude não tem coração e quem ainda é socialista na idade adulta não possui cérebro. Digo-lhes eu: mostrem-me um adolescente que não seja socialista e eu lhes mostrarei um alienado do seu grupo; mostrem-me um homem de mais de 30 anos que ainda seja comunista e eu lhes mostrarei um canalha. Paulo Francis achava que todo mundo tem o direito de se portar como um débil mental até os trinta anos.

      Infelizmente a escória vermelha do Brasil, que tanto ajudei a combater, está de volta, tomou conta do país, vai nos levar à infâmia da cubanização, não sossega enquanto não humilhar os militares que os combateram nos anos 60 e 70, obrigou recentemente esses mesmos soldados a prestar honras militares ao cadáver do comunista que desalojaram do poder em 1964 e agora, conforme está no jornal, trocaram pelo nome de um criminoso bolchevista o  de uma escola de Salvador.

         Como já estou no fim da vida aos 91 anos, não viverei o suficiente para suportar esse castigo, mas lamento pelos meus filhos e netos.  Que me perdoem o mau gosto da frase mas, felizmente, estou morrendo.

Osmard Andrade Faria

sábado, 15 de fevereiro de 2014

AFRONTA AO JUDICIÁRIO

As arrecadações para pagamento das multas dos mensaleiros condenados pela justiça, via sites estrangeiros, anula a pena, afronta a justiça e tornam ridículas as ações tomadas pelo judiciário brasileiro.

Em nove dias Delúbio Soares arrecadou mais de 1 milhão de reais, quantia superior a multa que lhe foi imposta; José Dirceu, em dois dias, já arrecadou mais de 225 mil reais e José Genuíno teve em sua conta um aporte de mais de 760 mil reais, quantia também superior à multa que lhe foi imposta pela justiça. Ou seja, não foram penalizados pelos crimes que cometeram. À Genuíno ainda foi concedido o beneplácito da prisão domiciliar pelo seu alegado estado de saúde.

Resta saber, segundo o Ministro Gilmar Mendes, se esses "benfeitores", mecenas dos condenados, irão também ressarcir os cofres públicos do rombo feito pela quadrilha. Certamente que nenhum dos prestimosos "contribuintes" dos quadrilheiros estará disposto a desembolsar os valores devidos ao erário e, sendo assim, de que valeu a pena imputada aos ladrões? Não pagaram as multas e não devolveram o dinheiro surrupiado do povo; resta a pena prisional, com direito a prisão domiciliar e regime semi-aberto.

Agentes et consentientes pari poena puniuntur!
(Tão bom é o ladrão como o consentidor)

COINCIDÊNCIA?

Carta de Fidel Castro à Hugo Chaves, que seguiu a risca o seu "comandante". (Qualquer semelhança com o Brasil é especulação da imprensa golpista.)

“Os pobres são maioria e têm pouca memória. Injeta-lhes esperança e acusa o passado, à Democracia de todos os seus males. Mantém-te em linha permanente com teu povo. Identifica-te com eles. Teu verbo tem de ser simples; isso lhes chega muito bem, pois tens o tempero que faz falta. Emociona-os, leva-os em consideração. Aprende a manipular a ignorância. O verbo deve ser inflamado, de autoridade e poder; não te preocupes com os ricos e a classe média, [pois] não são mais que 80% de pobres o que tu necessitas. Os ricos saem correndo se lhes fazes "Buu!!!"

Os católicos adoram menções da Bíblia ou de Cristo. Os católicos, em que pese ser a grande maioria na Venezuela, não fazem nada. Rezar, sem ações, não vão chegar a parte alguma; são uns bobalhões. Enquanto a igreja está adormecida, aproveita. Quando decidirem mover-se, já estarás instalado. Lembra que a igreja é “escorregadia”. Segue fustigando. Os católicos sem liderança não são ninguém. Nenhum padreco vai reagir. Há dois ou três que querem rebelar-se, porém seus superiores os encurralam. Se vês um sacerdote católico alvoroçado, compra-o, chama-o, ganha-o para ti; se o povo cristão se te rebela, esse será teu último dia... porém, dificilmente esse dia virá. Os judeus na Venezuela não contam, os Evangélicos são uns pobres coitados e as demais religiões para que nomeá-las? Cita o Cristo, sempre, fala em seu nome, lembra que isto a mim me deu excelentes resultados.

Inclui bandeiras e Simón Bolívar quando possas. Gera um novo nacionalismo. Desperta o ódio, divide os venezuelanos. Esta etapa te dará bons dividendos... Se eliminarão uns aos outros, a violência te ajudará também a instalar-te mais tarde à força. Entretanto, fale-lhes de Democracia. Tens dinheiro, compra a fidelidade enquanto cumpres os teus objetivos. Quando consegues o que queres se se opõem ou te aconselham, despreza-os. Envia-os a embaixadas, dá-lhes dinheiro para que se calem ou tira-os do país para que a imprensa não os utilize. Os que se oponham “planta-lhes” delitos; isso desqualifica para sempre. Por todos os meios mantém maioria na Assembléia. Mantém a teu lado no mínimo a Procuradoria e o Tribunal. Compre todos os militares com comando de tropa e equipamentos. Põe-os onde há bastante dinheiro. Compra banqueiros. Grandes comerciantes e construtores. Dá-lhes contratos, trabalhos e facilidades para esta primeira etapa."
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CUTUCARAM A ONÇA COM VARA CURTA

General de Cavalaria Augusto HELENO Ribeiro Pereira.
Por que o General Heleno foi para a reserva apressadamente? Por que um dia antes de deixar a caserna a presidente o proibiu, através do comandante do Exército, de fazer uma palestra sobre 31 de março?

O General Heleno vinha sendo perseguido pelos políticos do Planalto desde os tempos de Lula; a sanha perseguidora se deu porque o militar não se calou ao ver as arbitrariedades cometidas pelos governantes e constitucionalmente alertou para o erros.

Nosso país esta sendo esfacelado e é dever das Forças Armadas intervir quando políticos colocam em perigo a nação.
General de Engenharia ENZO Martins Peri.

Afinal, o que faz o General Enzo, comandante do Exército, que não vê tamanha barbárie sendo cometida pela politicalha que assenhorou-se do poder? É cúmplice ou tem medo de ser exonerado?

E os demais comandantes da Forças Armadas? Todos eles atingidos pela compulsória mas que "milagrosamente" continuam em cargos estratégicos e de nomeação exclusiva da Presidente da República; será que existe algum "milagre" nessa continuidade?

Já passou a hora da Onça se manifestar ou, então, cairemos em armadilhas preparadas à sorrelfa para destruir o País.   

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O QUE SERÁ QUE SERÁ?

Coitadinha da Ramona Rodriguez, “médica” cubana desiludida, triste e enganada: se ficar o bicho pega; se correr o bicho come. Se voltar para os braços do Fidel, corre o risco de ser fuzilada; se ficar por aqui, seus entes mais queridos correm o risco de também serem fuzilados nos paredóns cubanos! Triste sorte, triste sina...


Por onde andará a corajosa  blogueira Yoani Sánchez, mui digna representante do sofrido povo cubano! Tão diferente que ela é da dona Dilma, ficha suja e indigna presidente do Brasil. -- Não fosse a pronta intervenção de uns poucos generais, ela estaria hoje comandando pelotões de fuzilamentos no Brasil, à semelhança do que acontece ainda hoje em Cuba, dona Yoani.

 Quando a Yoani esteve no Brasil, eu esperava que os nossos generais tivessem coragem de convidá-la para fazer palestras aos nossos jovens cadetes, contando os horrores sofridos pelos cubanos nas sanguinárias mãos do Fidel Castro. Mas qual o que, dona Yoani; coragem não é como preguiça, que todo mundo tem...

Por onde andará o Chico Buarque, hein? Quisera eu ter um pouco só da sua veia, tão irônica, quanto poética, para compor musiquinhas iguais àquelas que ele fazia, metendo o pau na “ditadura”, ditadura que lhe serviu de escada para hoje ser um feliz brasileirinho vivendo rico e bêbado pelos cafés de Paris. Ditadura que também serviu para a felicidade de tantos “intelectuais” que hoje vivem nababescamente com as chamadas “bolsas-ditadura”, como, só para citar um exemplo, vive o hoje “imortal” Carlos Heitor Cony.

Quisera eu ter a veia poética do Chico Buarque; mas vejo que suas irônicas composições servem muito bem para hoje ironizar a mais cruel das ditaduras, hoje imperando no Brasil; a ditadura comprada com milhões de votos das famigeradas bolsas-esmolas. Ouçam, e me digam se não tenho razões...

 “O que será, que será?

 Que andam suspirando pelas alcovas

 Que andam sussurrando em versos e trovas

 Que andam combinando no breu das tocas

 Que anda nas cabeças anda nas bocas

 Que andam acendendo velas nos becos

 Que estão falando alto pelos botecos

 E gritam nos mercados que com certeza

 Está na natureza

 Será, que será?

 O que não tem certeza nem nunca terá

 O que não tem conserto nem nunca terá

 O que não tem tamanho...

 

O que será, que será?

 Que vive nas idéias desses amantes

 Que cantam os poetas mais delirantes

 Que juram os profetas embriagados

 Que está na romaria dos mutilados

 Que está na fantasia dos infelizes

 Que está no dia a dia das meretrizes

 No plano dos bandidos dos desvalidos

 Em todos os sentidos...

 

Será, que será?

 O que não tem decência nem nunca terá

 O que não tem censura nem nunca terá

 O que não faz sentido...

 

O que será, que será?

 Que todos os avisos não vão evitar

 Por que todos os risos vão desafiar

 Por que todos os sinos irão repicar

 Por que todos os hinos irão consagrar

 E todos os meninos vão desembestar

 E todos os destinos irão se encontrar

 E mesmo o Padre Eterno que nunca foi lá

 Olhando aquele inferno vai abençoar

 O que não tem governo nem nunca terá

 O que não tem vergonha nem nunca terá

 O que não tem juízo.”

Coronel Maciel.