Comentário político do Prof. Irapuan Teixeira, Deputado Federal na 52ª Legislatura. «Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.» (Émile Zola)
terça-feira, 18 de setembro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
VAMOS NOS ARMAR...
...cada vez mais de conhecimento!
Conhecer é a única arma que possibilitará ao Ser-humano entender o Bem e o Mal; a Mentira e a Verdade; a Guerra e a Paz; o Homem e Deus.
Nós fazemos o mundo, a cada passo existencial e a cada pedra que tiramos ou colocamos no caminho; a responsabilidade dessa construção é unicamente humana.
Fazer ou desfazer, matar ou ser morto não são desígnios de Deus; são atos de nossa própria natureza.
Com uma arma posso avisar, ou posso matar; com uma arma posso me defender; com uma arma posso afastar uma outra arma de quem poderia me matar.
Mas, não são as armas que decidem matam!
Somos nós, humanos, que as manuseamos e decidimos matar ou defender; matar ou não morrer!
Para que essas decisões humanas preservem o homem justo e o inocente é necessário que o conhecimento seja nossa primeira arma!
Àquele que tiver a intenção de matar, o fará até com uma faca de cozinha!
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
QUALQUER UM É LIVRE...
...para discutir, para deliberar, para decidir, para
defender seu candidato; a única coisa que se poderia admoestar alguém é por seu
caráter ofensivo às escolhas alheias.
Escolha quem você quiser para votar nas próximas eleições, mas
por favor não venha ensinar o padre a rezar missa e tampouco falar sobre quem
você não conhece.
Afinal alguém conhece o político em quem vai votar? Ou
somente ouviu falar a respeito dele?
Como Parlamentar convivi com Lula, Bolsonaro, Ciro, Marina,
Álvaro, Alckmin, Haddad...
A partir deste parágrafo posso escrever o que bem entender,
pois ninguém mais está acostumado a ler; vivemos a era da Anorexia Literária.
Conheço pouco João Goulart Filho, apesar de ter sido meu
colega na universidade; ele desistiu de cursar Filosofia quando passamos no
mesmo vestibular; mais tarde retornou à PUCRS quando eu já estava no curso de
Mestrado e não sei quando ele concluiu o curso. Mas conheço muito bem Léo Da
Silva Alves, seu vice, e nada posso dizer que não seja em seu favor. Léo
trabalhou comigo na Rádio Marajá, quando fui seu Diretor; me recebeu de braços
abertos na CRTur muitos anos mais tarde quando foi Presidente daquela
instituição governamental; editei seu primeiro Livro, quando fui Diretor da
Editora Laçador de Porto Alegre e o reencontrei em Brasília como um destacado
jurista com a mesma fleuma que caracteriza uma casta de advogados. Temos teses
sobre ideologia um pouco diferentes, mas somente em parte, e isto não mancha
nossa amizade. Desejo a Léo muita sorte em seus projetos.
Conheço Álvaro Dias e Marina, eram senadores quando eu
estava no Congresso Nacional como Deputado Federal; Alckmin, na época
governador de São Paulo; Ciro que foi Ministro; Haddad, funcionário do MEC;
passou depois a ser Ministro da Educação, o que não lhe outorga competência na
área, pois é cargo político de indicação; Lula, que era Presidente da República
e com quem participei de muitas reuniões no café da manhã gelado do Palácio
também gelado e das conversas também geladas. Este não é candidato, pois está
preso, mas gorjeia ordens à seus discípulos, que por sua vez criam confusões no
embate político e no malfadado sistema jurídico que cambaleia no Brasil. Mas
ordens são ordens, os subordinados que as sigam e por elas respondam.
Conheço muito bem Bolsonaro e o General Mourão da caserna,
sou mais antigo do que os dois.
Bolsonaro conheço mais ainda pois estivemos lado a lado no
Congresso Nacional, fomos Deputados Federais juntos, na mesma Legislatura e
depois no mesmo partido. Defendemos as mesmas teses sobre questões militares,
debatemos juntos contra o Ministro da Defesa sobre questões de envio de tropas
militares para outros países; estivemos juntos em várias Comissões; em CPIs da
Câmara e do Senado; em reuniões partidárias e com as lideranças de bancada.
Querem mais proximidade?
Bolsonaro é tão homofóbico quanto eu e o falecido Tatata
Pimentel (*); não tão religioso como sou; nem tanto milico como fui. Falta-lhe
polidez politiqueira; os politiqueiros encantam as plateias e as deixam
embevecidas com seus discursos decorados e repassados, texto a texto, com suas
assessorias. Falar e encantar exige ou muito estudo ou orientação e decoreba de
texto, o resto é falácia; os políticos no Brasil, em sua maioria, são
falaciosos e falastrões; mentirosos e espertalhões.
Bolsonaro tropeça nas palavras porque quer dizer muita coisa
em pouco tempo, falta-lhe o conhecimento e a inteligência do falecido (**), mas
isto nenhum político tem e os brasileiros perderam a oportunidade quando deviam
tê-la agarrado com unhas e dentes; então eu teria sido Vice-Presidente da
República! Mas mesmo isso não me faz ter saudades de coisa alguma que venha do
Poder, pois é certo que teria que me curvar ao "establishment" ou por
ele ser engolido; restou-me vários arranhões e dissabores por tê-lo
desobedecido naquela ocasião. Não tenho saudades!
Mas está chegando a hora de votar!
Façam as suas escolhas; talvez como em cassinos uruguaios
quando anunciam: Façam as suas apostas!
(*) Roberto Valfredo Bicca Pimentel, mais conhecido como
Tatata Pimentel, foi um apresentador de televisão, professor e jornalista
brasileiro. Diplomado em Direito e em Letras; Professor de Português e Francês.
Reconhecido jornalista de Porto Alegre, tanto pela sua erudição como pelo seu
modo debochado de falar sobre o cotidiano da cidade em seus programas
televisivos.
(**) Enéas Ferreira Carneiro; Médico e Professor de
Cardiologia; Mestre em Medicina; Diplomado em Física e Matemática; Deputado
Federal; o Político mais preparado intelectualmente para governar o País e o
mais votado Deputado Federal na história do Brasil. Fundou o PRONA para ser
Candidato a Presidente da República, mas teve que se curvar ao sistema para
provar a si mesmo sua própria tese: Em política a podridão é total.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
CONTRA-REVOLUÇÃO: Ontem e hoje!
1964...
...não foi em vão; o Brasil saiu de uma tentativa da esquerda pela ditadura do proletariado para uma visão de futuro com a contra-revolução militar.
Quem apoiou o Gen. Olímpio MOURÃO Filho possibilitou que nossa Pátria saísse do retrocesso ditatorial esquerdista para o progresso com a vitória da contra-revolução e a pujança do País, que pode ser constatada até nos dias atuais.
O desserviço que os políticos, com a propalada "democracia", vêm fazendo ao Brasil é fruto de um pedido do povo brasileiro em 1985: As diretas já com os civis no poder!
Falar em intervenção militar, nos dias de hoje, é desconhecer o imenso trabalho e desgaste que as FFAA sofrem para atender à Nação. Somente quando todas as possibilidades forem esgotadas é que teríamos que estabelecer o fim de uma "democracia" que, na verdade, é tão frágil que os próprios instituidores não sabem como reedifica-la.
necessária que a Nação necessita; o povo deverá saber guiar os desígnios políticos com o seu voto para que o País não tenha que permanecer na vala do descrédito internacional.
1964 não foi em vão; tenha a certeza, mas uma intervenção militar nos dias atuais seria um retrocesso, como se todos os brasileiros tivessem que voltar aos bancos escolares de ensino primário por não saberem o elementar. Mesmo com a possibilidade de as urnas eletrônicas não serem de total confiança é dever de cada brasileiro votar; o resultado, se nada houver que obste a verdade do pleito, deverá ser acatado.
Não queiram transferir a responsabilidade de um povo aos profissionais da Ordem e da Guarda de uma Nação; as FFAA são a garantia da Paz, da tranquilidade de um povo; da ordem de um País e da Justiça para uma Nação.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
PROVE...
...a origem do dinheiro!...
(disse o Juiz Sérgio Fernando Moro ao advogado de Lula que solicitou-lhe o desbloqueio do dinheiro oriundo de gestão fraudulenta).
(disse o Juiz Sérgio Fernando Moro ao advogado de Lula que solicitou-lhe o desbloqueio do dinheiro oriundo de gestão fraudulenta).
sexta-feira, 13 de abril de 2018
UM COMANDANTE PARA O SENADO
O povo tem pedido a
intervenção militar sem avaliar as consequências de uma tarefa árdua como essa.
No passado o Exército Brasileiro tomou as rédeas do país atendendo ao que o
povo lhes pedia, mas hoje temos uma outra forma de intervir no processo
político sem que seja necessário usar da força contra os arruaceiros que já
tumultuam o país por conta da falta de pulso firme na condução da segurança
pública.
Está na hora de usarmos o
voto como intervenção contra as arbitrariedades; contra a malversação das
verbas públicas; contra a falta de segurança pública; contra os políticos
corruptos.
Àqueles que gostariam de uma
intervenção militar propomos uma intervenção pelo voto; àqueles que propugnam
por moralidade na política propomos que moralizemos pelo voto; àqueles que
sabem da necessidade de um País pujante para que todo o povo tenha
oportunidades iguais, está na hora de votarmos em homens com perfil de
honestidade e um passado digno para ser o representante do povo.
Em Brasília, capital de
nosso País, é necessário que sejam escolhidos homens com tal perfil.
Já indiquei para Senador da
República o Comandante Átila Maia, militar da Aeronáutica, que atingiu o Posto
de Brigadeiro e que conhece toda a rotina legislativa em Brasília; sua
candidatura fortalecerá todas as demais; reforçará os candidatos militares que
estarão disputando cargos de Deputados Federais e auxiliará as candidaturas de
governadores que tenham o perfil de homens de honra.
Aos intervencionistas: Vamos
intervir com o voto!
sexta-feira, 6 de abril de 2018
O SANGUE DA NAÇÃO
MAIS UMA FALÁCIA...
...que depois fica como
verdade: "Moro decretou a prisão de Lula!"
Embora tenha decretado,
porque é assim que funciona a Lei, não caberia a Moro coisa diferente, ou não
fazê-lo, uma vez que recebeu determinação do TRF-4 logo após o resultado da
decisão do STF.
Agora vêm os blá blá blá e,
para complicar, uma interpretação do STJ sobre esgotarem os futuros nulos
pedidos de Lula para não ser preso, ou seja: Um outro recurso ao TRF4.
Claro que tal recurso está
previsto em Lei e Lula deve usar a Lei em seu favor, mas o resultado já é
sabido: Não existe possibilidade de cancelar uma condenação no TRF-4, pois o
julgamento já se consumou e de forma unânime.
Cabe mais recursos além do
TRF4? Sim, claro, e já está no STJ e, depois, o trânsito em julgado que deverá
acontecer no STF.
O resto é balela como as que
foram feitas pelos renomados juristas do STF Marco Aurélio e Celso de Melo que
querem fazer uma brecha na Lei para que Lula e todos os demais condenados em 2ª
instância gozem de mais um tempo em liberdade; ou quem sabe seus processos
transitem a vida inteira nas prateleiras de um Tribunal assoberbado e com 11
capetas.
Mas, com um Congresso que
pode chegar até a mais de 500 pústulas e que não estão fazendo o seu dever de
legislar, o judiciário aproveita e legisla em causa própria. Uma Lei da Câmara
ou do Senado obrigatoriamente e sem discussão o judiciário teria que cumprir;
mas quem faria uma Lei para acabar de uma vez por todas com tais desmandos que
beneficiam A, B e C ou, de forma mais clara: Beneficiam o Executivo, Judiciário
e Legislativo; quem a faria e quantos dos tais pústulas seriam a favor? Uma
votação de antemão já perdida.
Para o povo restará as
decisões que as grandes Nações já tomaram um dia no mundo inteiro e que se
tornou o último recurso contra a bandalheira, a ditadura dos criminosos que se
instalaram definitivamente no poder e a usurpação.
Não é tarde e não é tolice
avisar e reafirmar o que tem sempre dito homens lúcidos: Qualquer atitude
tomada como último recurso irá tingir a Nação com seu próprio sangue.
Queremos isso? A resposta é
Não!
Urge que a Lei seja
garantida e os paspalhões sejam calados no fundo de uma cela, entre os quais
senadores e pseudos políticos aspirantes à um trono que hoje é covil de ratos.
Lutemos, por ora com nossas
palavras, e garantiremos homens de Honra numa luta mais direta em prol do
Brasil.
Não desista Sérgio Fernando
Moro!
A DITADURA DO PROLETARIADO NO BRASIL
A esquerda no Brasil nunca lutou
por democracia; o que hoje dizem é falácia decorada e mentirosa, fartamente
ensinada por Mário Lago e outros ideólogos marxistas da geração passada aos incautos
daquele futuro e do hoje presente. A
verdade é que a esquerda lutou pela ditadura do proletariado, disfarçada em uma
revolução para o povo, em busca de benesses que seriam repartidas entre todos, assim
caracterizando aquela propalada “democracia”, pois todo o povo desfrutaria
daquilo que a burguesia ostentava.
Dando-se conta disso a maioria
dos brasileiros do passado pediu a intervenção militar e, desde então, essa
esquerda daninha vem promovendo, através das universidades, covil onde se
esconderam e se mantiveram como se fosse sua trincheira, apregoando a luta de
classes disfarçada em direitos humanos, e que propagou nos dias de hoje uma
outra luta, contrária a discriminação, mas que eles mesmos é que a insuflaram,
pois pregam a existência de uma classe de branco contra negro; mulher contra
homem e mais recentemente heterossexuais contra homossexuais, chegando até ao absurdo de
superfaturarem a homofobia.
Fernando Gabeira, lúcido hoje,
foi um esquerdista filiado ao PT até chegar seu amadurecimento intelectual, que
lhe foi concedido pela existência, e em suas reflexões recentes, já tendo saído
daquele partido, tem dito em todas as entrevistas e momentos em que lhe é
perguntado sobre a Contra Revolução de 64 que eles lutaram por uma ditadura,
que foi vencida por outra; claro que ele considera os governos militares como
ditadura, mas não esconde que a sua luta, e a de seus companheiros, foi pela
ditadura do proletariado.
sábado, 31 de março de 2018
ORDEM DO DIA
Bravos soldados!
Rembramos
no dia de hoje a memória do General de Exército Hamilton Mourão Filho, militar que
lutou na 2ª Guerra Mundial, integrando em fevereiro do ano de 1945 a Força
Expedicionária Brasileira – FEB, e que foi o responsável pelo início da Contra Revolução
de 1964, marchando desde Juiz de Fora, com seus soldados, para por um fim ao
Golpe iniciado por Leonel Brizola que visava a ditadura do proletariado.
A esquerda de hoje fala em golpe
mas o verdadeiro golpe estava em andamento pelo comunista Brizola (que se
disfarçou, posteriormente, e por muito tempo, de socialista) e seu títere João
Goulart, nome que hoje aparece nas eleições através do seu homônimo, e filho,
para confundir o eleitorado e forçar uma imagem de herói de alguém que pregava
a insubordinação e a baderna. A ideia de Brizola e Goulart era fechar o
congresso, instalar uma ditadura comunista satélite de Moscou e começar a
matança. Brizola já estava treinando os “grupos dos onze”, no Uruguai, onde ele
foi latifundiário. As Forças Armadas, atendendo ao clamor popular, manifestado
em passeatas de centenas de brasileiros, exigiram a intervenção das Forças
Armadas, que foi realizado com muita competência e com o mínimo de emprego da
força.
O Brasil de hoje não necessita
passar os mesmos maus agouros de outrora, é sabido quem são os baderneiros de
agora; é sabido quais são suas intenções e perspectivas; é sabido suas
ideologias nefastas e criminosas; é sabido quem são os comunistas baderneiros e
quem são os incautos; mas, diferente de outrora, têm eles, hoje, um exército de
foices e enxadas, disfarçados de trabalhadores e camponeses; têm hoje bandidos
e criminosos que, ostensivamente, desafiam as autoridades constituídas; têm
eles hoje armamentos pesados, contrabandeados e escondidos em seus covis
disfarçados de assentamentos; têm eles hoje a proteção da própria sociedade
através de instituições de direito mas que de fato são armadilhas contra o
cidadão brasileiro. ONGS, Direitos Humanos e uma série de instituições
fantasiadas de defesa do cidadão defendem unicamente bandidos e criminosos,
como o assassino italiano Cesare Batisti, acolhido por Lula enquanto presidente
de nossa República, eleito por milhões de incautos que ainda estão com suas
mentes poluídas pela mentira e o paternalismo barato.
A realidade de nosso Brasil de
hoje necessita mais uma vez do povo brasileiro, dos verdadeiros patriotas, dos
guardiões da Nação, pois a realidade mais uma vez alerta-nos que os descaminhos
já foram traçados e será necessário a força e a visão nacionalista de nosso
povo patriota para reencaminhar os destinos da Nação Brasileira.
Antes que seja tarde; antes que,
mais uma vez, necessitemos das armas para por um fim as badernas do terrorismo
esquerdista, os patriotas brasileiros devem se unir contra tais descaminhos que
já assolam a Nação e a hora está mais próxima do que possamos imaginar; talvez
nossa última trincheira sejam as próximas eleições ou, quem sabe, antes mesmo,
dependendo de nossos tribunais, se terão ou não a coragem de por um fim aos
crimes que ainda estão sendo cometidos contra a Nação. Criminosos no poder e
criminosos condenados soltos e, outros, sem previsão de condenações e nem mesmo
processos, urge uma providência definitiva do judiciário.
Soldados!
A Pátria precisa de todos nós e todo
brasileiro patriota desde agora é um soldado que deve lutar primeiro com as
armas da paciência; da confiança nas instituições; da certeza que a verdade
sempre prevalecerá; da ordem e contra a turbulência e a turba; da hierarquia,
sabedores de que nossas Forças Armadas não dormem e, inclusive, com a arma da
tal de democracia, que nos impuseram como se fosse a guardiã da liberdade. Saberemos
pautar nossas ações por tais caminhos, antes de tomarmos a espada para coibir os
abusos e a invasão de nosso território sagrado, conquistado e defendido por
nossos irmãos que já se foram; pois, a subversão é o primeiro passo para uma
invasão. Os subversivos, que não têm amor à Pátria, estão com seus dias de
tentativas esgotados pois a Nação Brasileira já está a postos.
sexta-feira, 9 de março de 2018
O SENADOR DE BRASILIA EM 2018
Átila Maia da Rocha - Ao longo de sua vida profissional, aprendeu que um bom preparo deve
vir antes da realização de qualquer tarefa.
Em 1988, iniciou as atividades na Aviação Civil, mantendo-se ativo no
sistema por mais de vinte anos, tendo inclusive realizado o curso de Direito
Aeronáutico e chefiado o Destacamento Regional de Aviação Civil de Curitiba -
PR. Proferiu palestras, escreveu monografias e artigos, participou e organizou
congressos e seminários internacionais sobre aviação civil, em diferentes
lugares no mundo e, ainda, realizou centenas de voos de verificação nos estados:
BA, DF, GO, PE, PR, SC e SP.
Além disso, em 1989, trabalhou como Assessor Parlamentar, representando
a Base Aérea de Florianópolis, junto à Assembléia Legislativa do Estado de
Santa Catarina. Na sequência, colaborou em várias campanhas eleitorais, desde
as de presidente da República até as de vereadores, em quase todas as unidades
da Federação, com o objetivo de conhecer, de forma aprofundada, o processo
eleitoral.
Ainda em 1989 foi transferido para uma Unidade Aérea, onde chefiou a
Manutenção e foi o Oficial de Operações do Esquadrão, responsável pela operação
das aeronaves bandeirante e learjet, até
meados de 1992. Como piloto totalizou mais de 6.000 horas de voo, no posto de
comando, em mais de uma dezena de diferentes aeronaves.
Onze anos depois de sua primeira experiência no parlamento estadual,
chegou ao Congresso Nacional, como Assessor Parlamentar do Comando da
Aeronáutica. Por ocasião desta
oportunidade, conheceu todo o processo legislativo e os bastidores da
tramitação dos projetos de lei tanto na Câmara quanto no Senado Federal.
Em 2003, fez o Curso de Altos Estudos de
Política e Estratégia, da Escola Superior de Guerra, onde apresentou uma
monografia sobre Política, que serviu de referência para vários outros
trabalhos de estudantes de doutorado, mestrado e de pós-graduação nas escolas
militares, no Ministério das Relações Exteriores e na UNB.
Ao retornar para Brasília, em 2004, foi Assessor Especial do Ministro-Chefe
da Secretaria de Coordenação Política da Presidência da República, sob o
comando e orientações do Ministro Aldo Rebelo. Concluindo, assim, todo o
circuito de tramitação dos projetos de lei no Brasil. Em seguida, retornou à
Força para chefiar a Assessoria Parlamentar da Aeronáutica, por três anos.
Por fim, nos últimos dois anos, na vida militar, como Oficial General,
atuou na política internacional, interagindo com 31 representantes dos
Estados-Membros da Junta Interamericana de Defesa, sendo o Chefe da RBJID
- Representação do Brasil na JID e,
ainda, atuou como Assessor da Missão Permanente do Brasil junto à OEA -
Organização dos Estados Americanos, em Washington-DC.
Em 2012, assumiu o cargo de Secretário-Executivo (vice-ministro) do
Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA, ocasião em que contribuiu para o bom
desempenho daquele importante segmento produtivo e, ainda, várias vezes assumiu
a Pasta, substituindo o titular do cargo.
Com o olho no retrovisor, hoje sabe como foi importante esse
aprendizado, pois, por meio dele, conheceu as maiores virtudes e impurezas da
vida na caserna, nas hostes políticas, na iniciativa privada e nas organizações
internacionais sem, no entanto, se contaminar com as fraquezas humanas.
Preocupado em deixar sua contribuição para a humanidade publicou, em
junho de 2015, sua primeira obra literária - Enfrentar: A única possibilidade, pela
Thesaurus Editora, que tem por objetivo maior contribuir para a superação dos
grandes problemas que afligem os seres humanos.
Hoje, após 43 anos de preparo ininterrupto, considera-se pronto para
assumir o desafio de ocupar posições de relevância, seja em uma organização
pública ou seja numa instituição privada e, assim, apresenta-se confiante de
que não lhe faltará apoio para o exercício desse novo desafio que surge na sua
vida profissional.
domingo, 21 de janeiro de 2018
SUCATEAR...
...as Forças Armadas é colocar em risco a segurança dos cidadãos brasileiros, pois o aumento da violência urbana está diretamente ligado à entrada ilegal de armas no país, aos voos clandestinos de aviões e barcos de contrabando.
As polícias terão mais trabalho e muito menos resultados e o povo ficará refém da criminalidade.
Atualmente a Marinha não consegue mover um navio sequer de sua base naval; controlar seu imenso mar territorial e a maior bacia hidrográfica do mundo é uma tarefá impossível sem seus navios; a Força Aérea está limitada a duas bases operacionais, decretando-se, pela falta de verba, o encerramento da fiscalização aérea, pois nem mesmo um voo clandestino poderá ser interceptado; o Exército, sem um níquel no caixa, não conseguirá controlar o tráfico de armas e explosivos que todos os dias entram pelas nossas fronteiras.
Sem treinamento e alimentação para seus soldados estarão eles, e o povo, fadados a míngua e a mercê da violência.
Queriam um civil no Ministério da Defesa; onde anda a responsabilidade de tal Ministro numa situação caótica como essa?
O Brasil está em perigo!
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
INTERVENÇÃO MILITAR E UM TAL JUIZ SOZINHO!
Claro que a ordem é importantíssima, tanto em uma Nação como na casa de cada um de nós, cidadãos; mas daí a acreditar que uma intervenção militar nos dias de hoje solucionaria o problema da bandidagem que colocamos no poder é ser muito imaturo, ingênuo, incauto ou, quiças, querendo "sarna para se coçar".
Para começar, não sabemos nem ao menos eleger homens inteligentes e honestos para gerenciar o país; queremos agora, na marra, resolver os problemas que nós mesmos criamos com pauladas e cacetadas a esmo?
Eu gostaria de um País que fosse exemplo para o mundo, mas para isso necessito de um povo exemplar. Onde encontro esse povo(?), escondido em uma Nação que ovaciona e pratica a "Lei de Gerson"?
Em um País com mais de 200 milhões de habitantes encontramos um único Juiz que faz o serviço de casa, cumprindo com seu dever, e ainda assim é tido como parcial por alguns de seus pares.
É de estarrecer quando lemos o que diz um Professor de Direito Constitucional sobre uma decisão do Juiz Moro: É "Um absurdo essa decisão. Processo penal de exceção com vícios evidentes, que caracterizam objetivo político e não a aplicação da ordem jurídica. Os direitos fundamentais e a democracia vão ladeira abaixo" (sic).
Meu caro "profe" (esse eu não chamaria de professor nem com letra minúscula) que democracia que iria ladeira abaixo? A que já se foi? Que direitos fundamentais? Àqueles reservados aos que detêm o poder? Que vício político? Àquele que o réu utilizou ao nomear ministros notoriamente do seu séquito ideológico e militantes de chapéus vermelhos? Que ordem jurídica? Nesse caos em que se acolhe criminosos como Cesare Battisti para sobrar cela ao ladrão de galinha?
Como diz um amigo Siciliano, de Palermo: "Minchia... Vai al diavolo!"
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
O BRASIL EM PERIGO
Os soldados estão nas ruas; Rio de Janeiro e São Paulo, em suas periferias, são como praças de guerra. Governantes e legisladores que elegemos agem como marginais numa afronta a soberania da Pátria; tais eleitos propiciam cada vez mais o dessangramento da Nação; conflitos de toda ordem amedrontam o cidadão e possibilitam espaços, cada vez maiores, à criminalidade. Quem estiver fora da lei tem garantidos direitos que deveriam ser do homem de bem. Cercados por todos os lados de insegurança, medo e um batalhão de malfeitores em cada esquina o povo acuado não tem mais onde se refugiar.
Estamos próximos ao caos, num beco sem saída e o homem vendo-se acuado, sem ter como fugir, desenvolve uma força descomunal capaz de sozinho aniquilar um batalhão de soldados. Generais! Não defendam políticos corruptos, nem posterguem o momento da limpeza moral em nossa Pátria, pois o Brasil está em perigo!quinta-feira, 23 de novembro de 2017
CORRER PARA A LIBERDADE!
ELES SÃO MUITO VIVOS!
E nos enganam dia a dia.
Já comentei, mas reafirmo: Começam com a tal "discriminação"; primeiro com os negros, que parecem frágeis e suscetíveis e tais argumentos ideológicos; depois os Gays, principalmente os desvairados que gostam de "desfiles" na Paulista; atiram-lhes migalhas, como àquela montoeira de sinônimos para a mesma coisa, e eles agarram como se fosse "cocanha", em seguida escorregam na miséria humana. Imediatamente atacam a educação do povo e o ensino das escolas, inclusive com "leis" disfarçadas pelos "deputados e senadores", que são bem descritos na língua Tupi como "muki'rana". Sem escrúpulos desarmam também o cidadão, para completar seus crimes, nomeando bandidos "ad hoc" e manipulando àqueles que deveriam garantir a segurança do povo.
Deponham as armas!
E as entreguem sem vacilar para que "vós sejais vítimas fáceis".
Vamos dar as mãos e correr para a liberdade; antes que sejamos engolidos pelos ratos!
![]() |
| Vamos dar as mãos e correr para a liberdade; antes que sejamos engolidos pelos ratos! |
sábado, 11 de novembro de 2017
OS INTERVENCIONISTAS
INTERVENÇÃO MILITAR...
...não é sinônimo de que iremos resolver os problemas do país. A intervenção pura e simples é ingenuidade. É necessário se ter certeza de que existem Generais capacitados para comandar uma intervenção e comandar o país, mesmo que seja pelo tempo necessário à moralização da coisa pública.
Sonhar com 1964 é até bom, mas é meramente sonho. Tudo é diferente! Estamos em outro século; a realidade é totalmente diferente e os militares não são mais os mesmos; a hierarquia abrandou; os direitos humanos interferem até na forma de aplicar a instrução militar...
Estamos na era da continência sem cobertura!
Alguns Generais da reserva falam, falam... escrevem, escrevem... mas na ativa foram brandos e possibilitaram o que hoje temos: Um Exército que se obriga a ter um Ministro da Defesa civil que nada entende de Defesa; um Presidente da República fantoche; um Congresso desmoralizado; um Judiciário "sub judice" do povo. Sem contar as intromissões no uso e no treinamento da tropa.
Dia 15, quarta feira, um grupo de cidadãos que se auto-denominam de intervencionistas irão às ruas para pedir que os militares intervenham no processo político brasileiro; não tenho a intenção de desanimá-los pois é hora de agirmos, entretanto sem ingenuidades e sem ilusões, pois uma intervenção exige muito mais do que Generais da reserva indignados.
Assinar:
Postagens (Atom)






