Essa maldita CPMF, que usurpa dinheiro do contribuinte para encher o bolso do governo pode estar sendo mal compreendida. De um lado ela, a CPMF, está sendo o único imposto que não pode ser sonegado; de outro, de centavo em centavo acumula bilhões que o governo usa para fazer a sua politicagem.
Jatene, seu criador, teve a idéia lúcida de utiliza-la na área da saúde, mas o percurso do imposto antes de chegar ao seu destino preenche lacunas da politicagem torpe dos governantes.
Certo seria criarmos um único imposto, matéria já discutida na Câmara várias vezes; entretanto até hoje nada de concreto se conseguiu nesse sentido.
Agora o Senado está com as cartas na mão para decidir o destino da CPMF quem foi aprovada na CCJ, mas isso é só uma pequena etapa, a grande batalha será sempre no Plenário que, se decidir pela sua continuidade, deverá, pelo menos, trocar a sigla pois sua provisoriedade já se esgotou há muito tempo.
Portanto, em dezembro, vamos ao Plenário!
Comentário político do Prof. Irapuan Teixeira, Deputado Federal na 52ª Legislatura. «Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.» (Émile Zola)
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
COMPANHEIRADA
Disse Katia Abreu à Fôlha "que o governo esbanja o dinheiro que arrecada sem fazer a menor economia; com 36 ministérios, 115 empresas estatais e 24 mil cargos de confiança, dos quais 18 mil são ocupados por 'companheiros do PT' sem a devida qualificação técnica".
Quando deputada, a hoje senadora Katia Abreu, não estava disposta a fazer essas contas, que agora faz, para argumentar a extinção da CPMF.
Que o governo abriga a companheirada nos cargos, já sabemos; que a companheirada contribui com o dízimo ao partido, já sabemos; que a CPMF tem que ser extinta, já sabemos; que a máquina estatal esbanja nosso dinheiro, já sabemos. Mas dona Kátia(!), por que os senadores, e os deputados também, claro, não resolvem isso no fim do ano ao votarem o orçamento?
Quando deputada, a hoje senadora Katia Abreu, não estava disposta a fazer essas contas, que agora faz, para argumentar a extinção da CPMF.
Que o governo abriga a companheirada nos cargos, já sabemos; que a companheirada contribui com o dízimo ao partido, já sabemos; que a CPMF tem que ser extinta, já sabemos; que a máquina estatal esbanja nosso dinheiro, já sabemos. Mas dona Kátia(!), por que os senadores, e os deputados também, claro, não resolvem isso no fim do ano ao votarem o orçamento?
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