quarta-feira, 9 de novembro de 2011

AINDA A USP

Embora a Lei já tenha sido cumprida e os baderneiros expulsos do prédio da reitoria da USP, a confusão voltou ao campus por conta de vagabundos que não querem estudar e promovem a baderna com o mesmo chavão histórico: queremos democracia! queremos liberdade!  

O que querem, na verdade, é fumar maconha, cheirar cocaína e se embebedarem a rodo. 

Se quisessem estudar, o fariam. Sem a necessidade de se preocuparem que a policia esteja no campus ou não, isso é responsabilidade da administração da universidade. E pior, a universidade, cumprindo com sua responsabilidade de dar segunbrança, inclusive atendendo o apelo da maioria dos alunos, fez um acôrdo com a PM para que fizessem a ronda no campus. A PM, por sua vez, cumpriu sua obrigação, inclusive coibindo o consumo de drogas. 

Vejam então o que acontece, 400 alunos querem impor a baderna no campus tumultuando a vida de quase 100 mil estudantes.

Agora os estudantes baderneiros querem greve. Pois que a façam!
Que a reitoria decrete então a perda do ano letivo; levariam mais outro para se formarem.

Talvez isso amadurecesse melhor as cabecinhas de vento esquerdistas.

Um comentário:

José Alfredo (Pastor, Escritor, Jornalista e Teólogo) disse...

Mutio bom, professor, parabéns. É isto mesmo, uma minoria que não quer, e que nunca quiz estudar, mas sim fazer baderna, provocar o caos é que determina todo andamento e processo do campus. Será isso mesmo? Então que se exclua a "toque de caixa" esse grupo que está aí só para atrapalhar e ocupar vagas de quem realmente quer estudar. São bandidos, marginais, criminosos e viciados, não devem ser ouvidos, não tem direito a liberdade, e muito menos a democracia.