quinta-feira, 25 de agosto de 2016

CINCO DIAS DE ANGÚSTIA

Hoje, dia 25 de agosto, ironicamente o Dia do Soldado, é também o dia da Sessão de Abertura do Julgamento da presidente da República, já afastada preventivamente, e que certamente ira culminar no impedimento da já ex-mandatária.

Arrastar-se-á esse julgamento no mínimo por cinco dias; o circo e as fantasias terão destaque.

Esperemos que não hajam baixarias, coisa difícil num cenário em que são reunidos os representantes de um povo que não sabe votar; quanto mais sobre os ritos pertinentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. 

Na verdade os eleitores nada sabem; nem ao menos sobre o funcionamento das Câmaras Municipáis onde os eleitos são seus vizinhos e cumpadres.

Hoje todos os Senadores estão ansiosos para, apesar de já terem definidos seus votos, participarem das encenações que os retratará, pelo rádio e pela televisão, como os bravos defensores do povo; alguns querendo justificar a permanência de uma presidente que esfacelou o País e a própria Nação.

Essa agonia deverá prolongar-se até ao final deste mês e só então poderemos respirar mais aliviados; ou não!

O dia foi salvo pela Medalha do Pacificador, concedida pelo Exército Brasileiro ao Juiz Sérgio Moro.

sábado, 6 de agosto de 2016

ELEIÇÕES

A POLITICA é um jogo e não adianta maquiar; sejam quais forem os candidatos o máximo que se pode fazer é apostar.


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

MEU RIO GRANDE DO SUL

Não sei como está o Rio Grande do Sul e a minha querida Capital Porto Alegre; acompanho as notícias, apenas, e elas são assustadoras. Agora, por conta de uma greve da polícia chegou-me a notícia de que houve até toque de recolher na capital do estado.

Uma lástima!

Sabe-se que existe guerra de quadrilhas nas vilas onde o tráfico é intenso e que o tiroteio tem sido permanente; na Vila Cruzeiro as polícias (Militar e Civil) redobraram o cuidado quando são obrigadas a entrar em ação; e o fazem com o esforço máximo, buscando reforços nos seus profissionais mais arrojados: O Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar - BOE; ou, se quiserem, a Polícia de Choque!

Mas por que esse caos na segurança pública do estado do Rio Grande do Sul?

Existe uma única resposta em qualquer parte do mundo: Falta de Autoridade!

O Governador do Rio Grande do Sul é um homem bom mas nem por isso tem todas as características que o termo exigiria, incluindo a justeza. Um homem bom é um homem justo! Sartori não conseguiria sê-lo enquanto governador do Rio Grande do Sul; mesmo sendo filósofo.

A carreira de Sartori é bonita e alguns dados eu extraí do Wikipédia para ilustrar:
"José Ivo Sartori (Farroupilha, 25 de fevereiro de 1948), conhecido também por Sartori, ou mesmo José Ivo, é um professor, filósofo e político brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e o atual governador do estado do Rio Grande do Sul. É casado com Maria Helena Sartori, com quem tem dois filhos.
"Natural da Serra Gaúcha, formou-se em filosofia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e foi professor universitário e de cursos pré-vestibulares. Iniciou sua carreira política no movimento estudantil e entre 1972 a 1975 presidiu o Diretório acadêmico (DCE) da UCS. Em seguida, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro(MDB) e foi eleito vereador em Caxias do Sul em 1976. Exerceu cinco mandatos consecutivos como deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa entre 1998 a 1999. Durante o governo de Pedro Simon, foi secretário estadual do Trabalho e Bem-Estar Social entre 1987 a 1988.
"Concorreu, sem sucesso, ao cargo de prefeito de Caxias do Sul em 1992 e 2000. Em 2002, elegeu-se deputado federal com quase cem mil votos. Em 2004, elegeu-se prefeito de Caxias no segundo turno com 52,4% dos votos. Quatro anos depois, reelegeu-se no primeiro turno com 54,3% dos votos, vencendo seu antecessor, Pepe Vargas.
"Em 29 de junho de 2014, foi oficializada sua candidatura ao Palácio Piratini. Em uma reviravolta na reta final da campanha, classificou-se para o segundo turno juntamente com o governador Tarso Genro. Em 26 de outubro, venceu a eleição com 61,2% dos votos, sendo empossado o trigésimo oitavo governador do Rio Grande do Sul em 1º de janeiro de 2015."

Ivo foi um bom aluno na UCS, onde lecionei nos bons tempos; depois foi meu colega de parlamento quando, então, resolveu ser Prefeito de Caxias o que culminou com a eleição ao Governo do Estado. É um bom homem; foi um bom aluno e como colega de parlamento não muito diferente de Yeda e Schirmer: Ausentes! Mas o Congresso tem sido assim mesmo: Plenários dos ausentes; e o são os mais famosos.

Para governar um estado (e principalmente o Rio Grande) não basta ser um homem bom, e tampouco um bom homem; administrar com eficácia é exigido não ser "político", com a cabeça voltada às eleições. Governar não é ser amigo de todos, ao contrário, é cultivar inimizades e as primeiras devem ser com bandidos e criminosos.

Muitos políticos têm vantagens com a criminalidade. Parece brincadeira? Não é! Mas não é também o caso do Governador do Rio Grande do Sul, podem acreditar. O problema é outro, e complexo.

Uma faxina geral no que existe de errado em um governo de estado faria com que o impedimento fosse colocado na pauta das Assembleias Legislativas pois afetaria os interesses de muita gente. Mas não distorçam o objetivo de um impedimento: Uma coisa é fazê-lo por incapacidade administrativa e por necessidade de uma "limpeza" nos excessos que se arrastam por anos; outra é fazê-lo de forma politiqueira e em represália a determinados atos que não favoreçam àqueles que se beneficiam da inércia. Infelizmente pode acontecer em ambos os casos e tem respaldo na Constituição através de um sofisma usual: Política!

Portanto, para Governar um estado, o político deve ter autoridade, e exercê-la!

Infelizmente, e as ações demonstram, não é o caso do bom aluno Sartori; ele é, somente, um homem bom. Tivesse autoridade e a exercesse teria muitas dores de cabeça mas consertaria o estado; mesmo com processos, direitos humanos incomodando e a "politicalha" o achincalhando.

Mão de ferro não mais existe; hoje até o Exército brada com um slogan pífio: Mão amiga!

Para consolo dos meus conterrâneos: Em política, nos quadros atuais, são pouquíssimos os homens bons; e para desespero: O quadro político está eivado de pessoas de índole duvidosa.

Vamos sofrer enquanto não aprendermos a votar e sofrer mais ainda enquanto não tomarmos decisões drásticas.

C'est la vie!

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES (O GRANDE GOLPE QUE O GOVERNO QUER REFAZER)

No caso específico dos militares, desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de Montepio Militar.


por Gerhard Erich Boehme (*) (não é militar)

Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio.Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.
Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra).

Com o advento da constituição de 1988, outro golpe foi aplicado em cima dos militares. É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte. Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente.

Em 29 de dezembro de 2000, nova alteração, e claro, mais um golpe. A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média, por mais de cinqüenta (50) anos.

Apesar de tudo, o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, não a divulga. A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública. Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares (no Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais).

Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim: um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior. Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior.

Na nova reforma em gestação, novas perdas, com certeza, virão. Não temos sindicatos para defender os nossos interesses e não podemos fazer greves. Somos disciplinados e patriotas. Infelizmente, os bravateiros são insensíveis e só conhecem os argumentos calcados na força.

Desse rápido estudo fica claro que o Governo, para resolver seus problemas de caixa, aplica seguidos golpes em cima dos militares. Nessa seqüência, é plausível prever, num futuro próximo, o seguinte golpe: vamos matar todos os militares reservistas, reformados e os seus dependentes, pois esses velhinhos só dão prejuízos!

Agora vamos pensar nas aposentadorias milionárias dos terroristas e assassinos que agiram sorrateiramente nos tempos da "Ditadura Militar" (1964-1985), os quais sabiam a quem e por conta de quem lutavam, seguramente não a favor dos brasileiros, queriam aqui nos impor uma DITADURA REAL, tal qual a que existiu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ainda existe em Cuba.

Privilégios e benefícios são almejados por todos, e não custa lembrar um notório liberal francês e habilidoso por desmascarar as propostas socialistas surgidas na França na primeira metade do Século XVIII, que com sua frase foi sábio:

"O Estado é a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo."
(Frédéric Bastiat)

(*) Gerhard Erich Boehme é perito criminal pela Polícia Técnco-Científica do Estado de São Paulo, consultor em gestão organizacional, professor universitário e consultor/pesquisador na área de implantação e implementação de Conselhos Comunitários de Segurança.
(Extraido de http://famildf.com.br)

quinta-feira, 14 de julho de 2016

HERDEIROS


A nação é reponsável pelos políticos que elege; políticos relápsos, larápios, flagisiosos, usurpadores, vilões e tantos outros adjetvos válidos é resultado de uma nação equivocada e insipiente.

Estamos sendo assim, desde quando fomos levados, alguns, pela falácia da esquerda e queríamos uma revolução socialista e, assim, também, quando acreditamos que a propalada democracia resolveria todos os casos pendendes em nosso País. 

Erramos. Erraram.

Fomos também induzidos a crer que pulhas de outrora não mais se utilizariam de meios sórdidos para coromper a nação e os anistiamos; com gordas pensões e polputas indenizações. 

Ungimos vilões do passado à categoria de heróis e proporcionamos que, mais uma vez, usassem de prerrogativas que deveriam ser exclusivas de homens de bem.

Uma nação equivocada elege homens equivocados; homens equivocados destroem uma nação.

Eis a herança meus filhos; o mundo agora é de vocês!


terça-feira, 21 de junho de 2016

CONCESSÕES

As concessões são erros que podem matar; não fique se lastimando quando fizer parte dos culpados!
Estirado no chão um motoqueiro, trabalhador, com família para sustentar; seu trabalho era o de correr com sua moto para entregas no mais curto espaço de tempo.
Correr por onde?
Pelos "corredores" da Av 23 de Maio na capital paulista.
Mas existem tais corredores? Não! Não existem e são maneiras de transitar com motos que ferem a Lei de Trânsito. Ou seja: Quem trânsita por tais corredores está "Fora da Lei".
Mas por que transitam?
Motos e automóveis
disputam espaço
Transitam em função de concessões! Concessão das autoridades; concessão dos motoristas e infração dos motoqueiros. Além da imposição de seus empregadores ou contratantes para que façam tais percursos no menor espaço de tempo possível.
Quando estirado no chão estiver uma pessoa que utilizou tal corredor, seja trabalhando ou não, todos são culpados!
Culpados por que?
Por fazerem concessões.
As concessões são responsáveis pelas formas com que se burlam as leis. O espaço entre automóveis não é suficiente para transitar outro automóvel; e não é permitdo! Uma moto é um veículo automotor e portanto também não é permitido transitar em paralelo a outros veículos; muito menos em espaços diminutos que mal cabe àquele veículo de duas rodas que ultrapassa outros raspando em espelhos e portas.
Frase pichada em muro na Av 23 de Maio
remete à reflexão.
Os motoqueiros mais conscientes usam o mesmo corredor "fora da lei" como os motoqueiros "mau elementos" que quebram espelhos de carros, chutam portas e cometem uma série de arbitrariedades, infrações e crimes; tanto contra o patrimônio alheio como o crime de trânsito.
Fazer concessões, hábito eleitoreiro de políticos, é uma forma errada, irresponsável, temerária e culpada pelos erros que delas decorrem.
Em todo o Brasil a concessão dos paulistanos tornou-se "lei" e vários corredores surgiram pelas capitais movimentadas de automóveis, ônibus, caminhões e motos; trânsito de veículos auto-motores que deveria ser organizado e ter seu funcionamento de acôrdo com as leis.
Assim não é!
Todos somos responsáveis por não exigir o cumprimento da Lei e por não interceder junto as autoridades para que cumpram a Lei.
O ex-Prefeito Kassab tentou
organizar corredores para Motos.
O ex-Prefeito Kassab tentou, mas os paulistanos cederam aos apelos de alguns e à imposição dos arruaceiros. As autoridades fecharam os olhos; o atual Prefeito paulistano faz parte dos politiqueiros que trocam o eleitoreiro pelo correto.
Os políticos convenientemente se calam; querem votos!
E as mortes?
Continuarão acontecendo.
Se passar por um cadaver na Av. 23 de Maio não lamente; apenas saiba que todos nós somos culpados por fazermos concessões!

terça-feira, 12 de abril de 2016

PRENDA-ME GENERAL!

O mau cheiro está insuportável; as ratazanas tomaram conta do Brasil; quem vai pagar essa conta será a Nação que, ultrajada, irá se rastejar na lama da miséria, da imoralidade, da sem-vergonhice; da falta de ética; da violência; do descaso e da servidão.

O conceito de Pátria está morto.

Não temos Pátria!

Os defensores naturais da Nação, que por força da Constituição estariam garantidos pela Lei para agir, estão amordaçados, calados pela letargia, temerosos pela esperança de se eternizarem no tempo.

Acordem e limpem as cataratas de seus olhos; higienizem seus neurônios pois suas vidas são tão efêmeras como a de qualquer mortal.

Ou lutamos pelos nossos filhos e netos ou morreremos no ostracismo e na nulidade dos atos que serão lembrados apenas como a miserabilidade de nossa covardia.

Nos estados as Polícias Militares estão com medo de subir às favelas para coibir a criminalidade; bravos soldados perdem suas vidas tentando desesperadamente evitar que o crime atinja o resto da dignidade dos cidadãos, esfacelando vidas e esperanças. Bravos guerreiros que prendem um criminoso hoje terão que enfrentá-lo novamente amanhã pois o crime está garantido pela impunidade.

O Brasil está transformado em um circo e seus artistas fantasiados da imundície discursiva da politicagem; o povo, pobre povo, autênticos palhaços em um picadeiro podre.

Nossa alma chora, e vai chorar muito mais.

A história já está sendo contada pelos alto falantes ensurdecedores dos morros periféricos onde se escondem a escória da sociedade; essa sociedade que morre a cada segundo. Rugidos denominados de "música" golpeiam o estado de direito com enfrentamentos à Polícia e à moral, uma verdadeira pornografia que se mantem pelo medo de metralhas que nem mesmo as autoridades possuem. Afrontam a moral escudados nas bundas que se retorcem e na bandalheira que uivam.

As FFAA afrontadas pelo MST e pela CUT enfiou a viola no saco ao comando da mais alta hierarquia e vive de um discurso patético da funcionalidade das instituições. Risível é um termo ameno para descrever covardia e medo. Pobres soldados que acreditaram na Pátria que está desamada; que vislumbraram um futuro servindo ao seu País; que dedicaram sua juventude na melhor e maior Academia do mundo para se tornarem líderes de um Exército bravio.

Todos já estão condenados à morte de suas esperanças!

Está na hora de me prender General; o receberei perfilado e em continência pois nunca me subordinarei à insubordinação e nem me renderei à escória que definiu a desordem como conceito de Nação.

Se a ordem for esquerda volver eu irei pela direita pois ordem absurda não se cumpre, mas não fugirei do meu País para entregá-lo à miseráveis; a verdade direi sempre pois grades não calam vozes e fuzis, dê-me um (!), um único; agirei pela Pátria que, agonizante, implora que seus soldados a livrem da morte.


Prenda-me General!

quinta-feira, 17 de março de 2016

PORCOS NA LAMA!

Em meio ao lamaçal vergonhoso da corrupção jogaram também nesssa vala fétida a moral e a ética; um mini-istro que age em nome de um presidente e tenta obstruir a justiça para safar seus comparsas não pode argumentar que foi um gesto de solidariedade pois não se empresta solidariedade a bandido; este argumento é fraco, frágil, nojento.


UM POVO CONIVENTE!

ORFÃO!
Quando se perde um referencial, ficando orfão, bate o desespero.
A Nação brasileira assim está.
Orfão!
Sem referencial; sem norte e sem rumo. Não sabem nem mesmo qual o sentido de Nação, de Pátria; o País passa a ser somente um "lugar" em que estão por acaso.
Civismo?
O que é isso?
Um povo incauto; desleixado pela própria natureza. Pedinte, servil, conivente, bajulador, bisonho, canhêstro, frouxo; desprovido dos conhecimentos elementares que possibilitassem um soerguimento da lama miserável em que se atolaram por conta dessa incontrolável mitificação que fazem de seus deuses mortais.
Por conta dessa miséria acumulam-se pústulas na política; guindados que são pelos mesmos incautos que aliciam e que lhes devota a mais abjeta servidão.
É de d e s i s t i r!


POLÍTICA NO BRASIL?
Só sacanagem...
E O POVO?
Conivente!

RATOEIRA!

Quando o rato impetuoso se vê prêso pela gula esforça-se por escapar da armadilha emitindo guinchos ao vento, mesmo que tal atitude atinja ratinhos menos perniciosos.
Não existe ética entre os ratos!



EU LI!

O depoimento de Delcídio, e as acusações, são frágeis quando se refere a Aécio Neves; pura especulação e necessidade premente de envolver os tucanos na lama da petralhada.
Também não tenho político de estimação (!), bem ao contrário, acredito que todos deveriam se afastar do poder; ou por vontade própria ou por imposição dos eleitores. Chega de se duvidar sem ter certeza do quê se duvida!
É o povo eleitor o maior rsponsável pelas maracutaias dessa meia duzia!
Que as provas sejam robustas e a cadeia o destino de qualquer um dos ladrões; mas que sejam provas e não ilações pois de conversa fiada a Nação está (ou deveria estar) cheia.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

DEMOCRACIA? As Eleições:

Notícia que li, com a manchete:
CONHEÇA OS CINCO CANDIDATOS A ASSUMIR A FRAGILIZADA FIFA:
"As eleições que decidem o novo presidente da Fifa acontecem nesta sexta-feira, no Congresso Extraordinário da entidade, em Zurique, na Suíça, com início às 5h30 (de Brasília). Serão cinco candidatos concorrendo ao posto que foi do suíço Joseph Blatter nos últimos 18 anos, desde 1998.
"Os dois favoritos são o presidente da Confederação Asiática de Futebol, o Sheikh Salman, do Bahrain, e o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, que tem dupla nacionalidade (suíço-italiano). Seja quem for o escolhido, será o primeiro pleito em seis eleições em que o vencedor não será Blatter."
Pois bem...
Quem são os cinco candidatos?
Já decidem as eleições nas manchetes e notícias. Leiam Bem: "Os dois favoritos são (...) Sheikh Salman (...) e Gianni Infantino. Seja quem for o escolhido, será o primeiro pleito em seis eleições em que o vencedor não será Blatter."
Já decidiram quem ganha as eleições! Será um dos dois. Então "pra" quê cinco candidatos?
É por isso que o povo tem que abrir os olhos!
Essas mentalidades tortas já estão fazendo pesquisas e apresentando "marina's", "ciro's", "aécio's" e petralhas; já estão direcionando para que ganhe os mesmos. Ou seja: Não dá um, dá o outro; e continua a cretinice na ré-pública!
Eleição tem vários candidatos e se querem democracia TODOS têm que ter participação igual pois o povo tonto não se dá conta da manipulação dos "formadores de opinião".
Nem vou falar que estão ocultando o nome do Bolsonaro porque minha luta não inclui essa democracia podre.
É uma pena que a "mão amiga" esteja tão mole, parece peixe, estática como o soldadinho de chumbo.

ELES TE ROUBAM!

Enquanto os ladrões estão sorrindo na cadeia, pois sabem que amanhã estarão solto, assim como perdoados, eu fico aqui me preocupando com o Brasil.
Ciente dos problemas da Nação continuo pagando Imposto de Renda, coisa que o ladrão não sabia que tinha que fazer.
E eu ainda não consigo dormir em paz sabendo que a Nação está sendo dessangrada.
Esses camaradas dormem?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

DILMA OU TEMER?

É bom que se troque os ladrões!
Em continuando esse processo político a única coisa que poderemos antever é a troca de ladrões. Não existe um que se salve; nem partidos, nem políticos. Apresente-me o mais honesto e te mostrarei onde ele coloca a mão. Só acredito no político que tem a coragem de sair daquele ninho de cobras; abrir mão das mordomias do poder e cerrar fileiras com àqueles que acreditam que a única possibilidade de limpar essa lama é acabar com a própria lama.
Parece difícil, a começar pela leitura desta pequena postagem (lerão? dois ou três); mas não é impossível se acreditarmos que já fizemos isso um dia; mal feito, mas fizemos. É hora de fazer bem feito.
Nada desses partidos políticos; nada de políticos que já tenham exercido mandato ou que participaram dos partidos politicos existentes; nada de políticos que já tenham sido assessores dos atuais. Gente nova, novíssima, talvez seja possível, POR UM TEMPO, desenvolver a governabilidade dentro desse tão propalado processo democrático.
E a transição?
Que seja feita como um dia já o foi: Com instituições honestas.
Desculpem-me os amigos que acreditam em alguns políticos porque eles levam migalhas até seu município; desculpem-me, mas essas migalhas são menor do que a obrigação que teria para com o povo que o elegeu. Desculpem-me mas esse seu político recebe uma verba para gasolina que daria para abastecer seu carro por um ano; ele a "gasta" mensalmente, e comprova com "notas fiscais".
Pergunte ao seu politico se ele é capaz de cumprir 4 metas que o tornariam um pouco mais "aceitável" para exercer o mandato, em caso de ser ele deputado federal; são elas:
1) Abrir mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14°e 15° salários);
2) Reduzir sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável (nem se ele quiser poderá voltar atrás);
3) Além disso, reduzir em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado "cotão". Dos R$ 23.030,00 que teria direito por mês, reduzir para R$ 4.600,00;
4) Abrir mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia. Tudo também em caráter irrevogável. Afinal, qualquer trabalhador brasileiro paga sua passagem, seu aluguel, sua comida, sua roupa e os etc... E se o seu politico for Senador, abrir mão também do carro oficial. O trabalhador comum usa seu próprio carro; ou anda de metrô, onibus, bicicleta, moto, a pé!
Você, meu amigo, ainda acredita em políticos?
Gen. João Fiqueiredo 

A ÁRVORE BOA!



*Por Rômulo Bini 
A Revolução Democrática de 31 de Março completa 50 anos este ano e já se observa elevado número de reportagens e artigos sobre esse fato histórico. Nesse diapasão, nas esferas federal, estaduais e até municipais avultam as diversas Comissões da Verdade criadas no País, a levantarem fatos que vão repercutir na opinião pública com uma visão num só sentido. Seu escopo maior é denegrir o fato histórico, cujo combustível veio do coração nacionalista do povo brasileiro no limiar do outono de 1964. Ao passo que os crimes cometidos pelas esquerdas radicais são nefanda e irresponsavelmente acobertados por essas comissões.
A atual "presidenta" da República, que participou ativamente da luta armada, em recente visita à paradisíaca Ilha de Cuba demonstrou ao mundo sua prestimosa submissão ao líder comunista Fidel Castro. Esse seu ato mostra que, se a revolução não fosse vitoriosa, estaríamos sob a vigência de uma "democracia sanguinária", semelhante à que ainda escraviza e aterroriza o povo cubano.
Após 30 anos da Nova República e de cinco governos civis, notam-se análises negativas quanto ao presente e ao futuro do Brasil. Os três Poderes da República, base de todo regime democrático, vivem hoje momentos sensíveis e preocupantes - corrupção e mordomias em todos os seus níveis.
O Legislativo é a instituição mais desacreditada, segundo pesquisas confiáveis. Legisla quase sempre em favor dos direitos, mas nem sempre se lembra dos deveres. O interesse nacional é secundário e, em consequência, temas de capital importância para o Brasil são postergados, só pelo simples fato de que podem trazer reflexos indesejados nas urnas.
O Judiciário passou a ser a esperança dos brasileiros por ter-se sobressaído sobremaneira no processo conhecido como mensalão, conduzido pela Suprema Corte. Esta, em seus debates, demonstrou, entretanto, que há áreas de atritos de cunho ideológico e partidário entre seus membros. Não fossem a morosidade no julgar e os longos trâmites nos processos jurídicos, seu conceito seria mais positivo.
O Executivo passa por sérias dificuldades, pois a "presidenta" demonstra ser incapaz de governar com seriedade, equilíbrio e competência. Diante de qualquer obstáculo, convoca especialistas em propaganda e marqueteiros para que façam diminuir ou mascarar os pontos negativos que poderão surgir, pois só o que ela e seu partido querem é conseguir a reeleição. Em relação à política externa, o anseio do governo é fazer o Brasil ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. e isso está afastado. Nosso país está sendo ridicularizado em todo o mundo por tantos escândalos. País assim não pode postular distinção de tamanha expressão mundial.
Nos dias atuais o País vive momentos conturbados, que se vêm agravando desde os surpreendentes movimentos populares de junho de 2013. A Copa do Mundo traz efetivas preocupações ao povo brasileiro.
Manifestações ininterruptas conduzidas por vândalos transformaram algumas cidades, principalmente as capitais, em verdadeiras praças de guerra. Os "rolezinhos", já bastante disseminados, trazem em seu bojo indícios de luta de classes. A criminalidade já é endêmica entre nós e isso faz com que não mais sejamos vistos como um povo pacífico e cordato. Nossos índices de crimes anuais já atingem a cifra de 50 mil mortos/ano, próximos aos de países onde há guerra civil.
As autoridades constituídas pouco fazem para reverter essa situação. Propalam promessas vãs, são incompetentes, demonstram desinteresse e má-fé. Seu aparato policial está sempre pressionado, pois suas ações são consideradas agressivas. As soluções não surgem e o País vive uma situação de descalabro político e moral, com manifestos sinais de incipiente desobediência civil. É essa a democracia que desejamos?
Finalmente, um enorme paradoxo. As Forças Armadas continuam sendo a instituição de maior credibilidade no País, e isso é se deve não apenas à eficiência, à noção de responsabilidade, ao trato da coisa pública, mas, sobretudo, aos valores morais que são cultivados em todos os seus escalões. A honestidade, a probidade, a disciplina e o empenho no cumprimento da missão são algumas virtudes que norteiam as Forças Armadas e que deveriam também ser exercidas pelos diversos mandatários dos governos de nosso país. O que, infelizmente, não ocorre.
Na área militar nota-se ainda repulsa aos atos das citadas comissões. Ela é flagrante, crescente e de silenciosa revolta. Pensam que os integrantes das Forças Armadas - quietos, calados e parecendo subservientes - assistem passivamente aos acontecimentos atuais com sua consciência adormecida. Não é bem isso que está acontecendo!
As esquerdas sempre alardeiam que os "militares de hoje" não são como "os de 1964". Sem dúvida! Aqueles, mais preparados cultural e profissionalmente e mais informados que estes, mantêm, contudo, bem viva a mesma chama que seus predecessores possuíam e lhes legaram: o amor à liberdade, aos princípios democráticos, à instituição e ao Brasil. Também não aceitarão e, se necessário, confrontarão regimes que ideólogos gramscistas queiram impor à sociedade brasileira, preconizados pelo Foro de São Paulo, órgão orientador do partido que nos governa e de alguns países da América do Sul que se dizem democratas.
Mesmo sendo vilipendiada, devemos saudar a Revolução Democrática. É voz geral entre os esquerdistas que 64 jamais será esquecido. Ótimo, nós, civis e militares que a apoiamos, também não a esqueceremos. A Revolução de 1964 será sempre uma "árvore boa"!"
* Rômulo Bini Pereira é General de Exército e foi chefe do Estado Maior de Defesa.

Obs.: Conservei o texto na íntegra para não alterar o que escreveu o Gen. Bini; os 50 anos da contra-revolução aconteceu em 2014,