terça-feira, 8 de agosto de 2017

NOVAMENTE

LEIO DISCUSSÕES ACALORADAS...
...sobre os candidatos a Presidente da República e suas ideologias. Um é de direita outro de extrema direita; aquele é de esquerda que é também nazista e por aí vai...
Ainda não li postagens e discussões sobre a possibilidade de ser lançada uma candidatura totalmente fora desse meio politiqueiro lamacento, imundo e fétido, em que os nomes são meras esferas de uma rolimã.
A esquerda está amparada em Lula, Ciro, Marina e sei lá mais quem; a direita, que não é destra, movimenta o mesmo lado fantasiando a ideologia com riscados azuis mas que não encobrem o vermelho de suas ações; seja Dória, Álvaro ou mesmo Bolsonaro ainda estão muito longe de serem comparados a uma ideologia sem riscos de contaminação esquerdista e nunca irão se igualar com àqueles que já se foram, mas que hoje são lembrados para inflar o ego dos tais, que se aproveitam da confusão e dos incautos em busca de um espaço que não lhes pertence.
Alguns chegam a lembrar os Presidentes-Militares, como forma de aformosear seus discursos, mas que de tão velhos e surrados soam-me como ao cheiro quieto do mofo; usado, muito usado e pestilento arde aos olhos, incomoda aos ouvidos e fere as narinas.
Em política hoje não existe partido que seja novo e nem mesmo um nome o salvará da velharia ideológica e das práticas usuais de enganar àqueles que pouco ou nada farão a não ser darem-se por vencidos deitando dedos em números de urnas viciadas.
Da forma que está, e não irá mudar, serão os partidos existentes a comporem a mesa de nossas escolhas nas próximas eleições. Nenhum; nenhum novo partido surgirá limpo e asseado, mesmo com as promessas mais utópicas que se tem, tanto de movimentos cívicos sérios e bem embasados como dos tantos e tantos tresloucados que se lançam a dizer asneiras nas redes sociais como se fossem os amigos do mágico de Oz.
O tempo vai, outra vez, mostrar que tolos são àqueles que ainda sonham, pois a realidade é pragmática e os políticos, sejam quais forem, não somente falíveis, mas também egocêntricos, interesseiros, individualistas, pestilentos e sem qualquer resquício de alteridade, pois o outro lhe é objeto, numa relação em que o sujeito é sempre quem dá as cartas.
Aguardemos pois os 420 dias que nos separam da mesmice que acontece de dois em dois anos: As reeleições!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A DITADURA QUE O BRASIL NÃO TEVE...

...mas que a esquerda teima em afirmar para se fazer de vítima.
O QUE É DITADURA?
Ditadura se refere estritamente a um regime autoritário comandado por um líder ou grupo com excessivo poder, sem consentimento popular e que se utiliza da força para manter sua liderança.

Existem vários tipos de ditaduras e regimes totalitários; o Brasil não se enquadra em nenhum deles.

BRASIL E OS MILITARES
Em 1964 a Congresso Nacional elegeu um militar como Presidente da República, o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Uma eleição indireta, sem a participação nas urnas, mas atendendo a um apelo de toda a Nação brasileira através de manifestações cívicas. Castelo Branco foi um exemplo de democrata e durante seu governo esforçou-se para que as instituições continuassem em pleno funcionamento e sem a interferência militar.

Membros do Congresso Nacional e lideranças civis importantes como Magalhães Pinto, governador de Minas Gerais e Carlos Lacerda, governador do Rio de Janeiro, insistiam para que Castelo tomasse decisões menos democráticas, incluindo estender seu mandato sem consulta popular. Castelo foi taxativo: concluiria seu mandado e não admitiria estende-lo e tampouco seria candidato a reeleição.

Essas mesmas lideranças, não logrando êxito em fazer com que Castelo Branco continuasse no poder, articularam a candidatura do Ministro da Guerra, Marechal Arthur da Costa e Silva que foi o Próximo Presidente do Brasil.

Naquela época havia um movimento revolucionário em curso no País com terroristas treinados em Cuba para subverter a ordem e denegrir a imagem do Brasil. Costa e Silva utilizou-se do AI 5 para coibir tais subversões e definir a contra-revolução em que as Forças Armadas foram chamadas para salvar o País da saga comunista.

Os demais militares que continuaram o governo da contra-revolução o fizeram com todas as instituições em funcionamento e o Congresso Nacional votando sem interferência de um ditador ou de um grupo. Foram os parlamentares que definiram o processo eleitoral durante os 20 anos em que 5 militares foram eleitos Presidentes do Brasil.
A história verdadeira desse período estará sendo escrita no Blog VISÃO POLÍTICA: www.camaradosdeputados.blogspot.com
O Coronel Brilhante Ustra, já falecido, também publicou importantes informações sobre esse período em que os presidentes do Brasil foram militares. A Verdade Sufocada, livro digital, encontra-se a disposição pela internet a quem quiser conhecer com clareza e sem manipulação uma parte da História Política do Brasil.
Alerto para a forma maquiavélica como a história do Brasil, referente ao período de 1964, vem sendo reescrita por mãos esquerdistas que desprezam a verdade.
Àqueles que tiverem a oportunidade de verificar tais abusos devem se manifestar e, se possível, escrever a verdadeira história que está sendo modificada dia-a-dia na Wikipédia e em demais blogs e sites; continuando neste diapasão não restará coisa alguma da verdadeira história e a internet servirá apenas àqueles que desejam manipular uma população que no futuro será apenas de incautos, pela falta de uma história verdadeira.

sábado, 1 de julho de 2017

INTERVENCIONISTAS JÁ SOMAM MEIA DUZIA NO BRASIL E...

... continuam sonhando com um tal poder do povo que os levaria a determinar que as FFAA interviessem nas instituições brasileiras; começando por derrubar o Presidente da República.
Primeiro citaram de forma totalmente errada a CF e o Art 142 apregoando que o mesmo daria poder aos militares para proceder uma "intervenção constitucional" no País.
Leram errado e apesar dos alertas continuaram com suas maluquices pois o Art. 142 diz o seguinte: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem."
Nada para discutir, as FFAA estão subordinadas ao Presidente da República e a Constituição do Brasil. Não existe intervenção Constitucional! E se alguém se arriscar a cometer imbecilidades "por iniciativa de qualquer dos poderes as FFAA poderão ser chamadas para garantir a lei e a ordem".
Agora vieram com mais outra aberração, o Art. 1º da CF e seu Parágrafo Único que diz: "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição".
Claro que todo o poder "emana " do povo mas são os representantes do povo, por eles eleitos, que os representam.
Mas e a palavrinha "diretamente"? Ora, desde que saibam ler a CF, lá estão os "termos" da Constituição e que não da direito ao povo convocar as FFAA para uma intervenção.
Se querem rebelião ou golpe, sejam claros! Só que, então, terão que arranjar parceiros pois as FFAA seguirão a CF.
Ponto final!
Agora coloquem a cabeça de molho e aprendam a votar para que não tenhamos mais canalhas no poder.

PASSARAM-SE 49 ANOS MAS NÓS NÃO ESQUECEMOS...



... que Mário Kozel Filho (São Paulo, 6 de julho de 1949 – São Paulo, 26 de junho de 1968) foi um soldado do Exército Brasileiro morto em um ataque praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, o atual Comando Militar do Sudeste, na cidade de São Paulo.
Mário Kozel Filho, o "Kuka", tinha dezoito anos quando deixou de frequentar as aulas e de trabalhar na Fiação Campo Belo com o pai, gerente da empresa, para iniciar o serviço militar obrigatório no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares em Quitaúna, no município de Osasco, em 15 de janeiro de 1968.
Em Quitaúna passou a ser o soldado nº 1.803 da 5ª Companhia de Fuzileiros do Segundo Batalhão, 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares. Segundo seu pai, ele cumpria o serviço militar obrigatório e não iria seguir a carreira de militar. “Seu sonho era o de montar uma oficina mecânica”.
EXECUÇÃO:
Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968, matando o Soldado Mário Konzel Filho, após seis meses de iniciação no serviço militar.

A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares. A ex-presidente Dilma Rousseff comandava o VAR-Palmares, que lançou o carro bomba que matou o soldado.
Os militares que saíram gravemente feridos no atentado foram o coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau. Kozel foi sepultado com honras militares no Cemitério do Araçá. No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
Participaram da ação os seguintes integrantes da VPR: Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, José Araújo de Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, Pedro Lobo de Oliveira e Eduardo Collen Leite, integrante da REDE, outro grupo guerrilheiro.
Renata Ferraz, chamada pela imprensa de "a terrorista loura", guerrilheira da VPR e participante da ação, disse, trinta anos depois, que o atentado teve um motivação quase infantil. Dias antes, o mesmo grupo também havia assaltado um hospital militar para roubar armas. Renata diz que os integrantes do grupo depois se penitenciaram por isso e que o "atentado não serviu para nada, a não ser matar o "rapazinho".
HOMENAGENS PÓSTUMAS:
Em decreto de 15 de julho de 1968, Mário Kozel foi admitido no grau de cavaleiro no quadro ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Pós Morte da Ordem do Mérito Militar, pelo presidente da república Costa e Silva, que era o grão-mestre daquela ordem. Em consequência desse decreto, foi promovido, pós-morte, à graduação de 3º sargento.
Em sua homenagem a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de "Avenida Sargento Mário Kozel Filho".
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei (PL-5508/2005) na Câmara dos Deputados, que inscreve o militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Jair Bolsonaro apresentou também um projeto de lei (PL-1446/2007) promovendo-o ao posto de capitão.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

TEM CERTOS INTERVENCIONISTAS...

...rezando para que Temer renuncie, caia ou seja cassado achando que irá surgir das cinzas um General salvador da Pátria.
Quando um vermelho reocupar o palácio, seja em eleição direta ou indireta, e levar nosso País às cinzas irão ficar satisfeitos com a intervenção.
Bando de tresloucados...fazendo arruaças iguaizinhos aos esquerdistas.
PRINCÍPIOS DAS FFAA...
...Ordem; hierarquia; disciplina; cumprimento do dever; respeito; correção de atitude; obediência pronta às ordens dos superiores hierárquicos; dedicação integral ao serviço; colaboração espontânea à disciplina coletiva e à eficiência da instituição; consciência das responsabilidades; rigorosa observância das prescrições regulamentares.
O EXÉRCITO...
...é o maior patrimônio institucional do povo, é a instituição de maior credibilidade. E, se isso acontece, é porque seus membros tem no DNA a moral, a ética, a disciplina e a obediência à ordem constitucional. É a última vanguarda de proteção de nosso país. É o balizamento da nacionalidade brasileira.
E PARA QUE NÃO PAIRE DÚVIDAS...
...a Constituição Brasileira deixa claro em seu...
...Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

SALÁRIO PARA "PUXA SACO"

Cheguem em Brasília com um mandato e "choverá" assessores; de tais 99% ótimos "puxa sacos"; os restantes são "macacos velhos" e "ratos" no Congresso, que de pronto apresentarão um "curriculum" eivado de fantasias e já prontos para abocanhar o primeiro desavisado.
Para organizar um gabinete em Brasília é necessário apenas 5 "assessores": Um para cuidar da burocracia; outro para jornalismo; um advogado; outro para informática (não se vive sem essa praga tecnológica hoje em dia); e mais outro para "puxar o saco".
Quantos assessores podem ter cada um dos deputados em Brasília hoje? Até 25, certamente nos cargos de "puxa sacos", para tanto dispõem de R$ 101.971,94 mensais por gabinete (Ato da Mesa 2/2015 e Ato da Mesa 117/2016) para contratá-los. Tudo com dinheiro do povo.
Se o parlamentar contratar somente os 5 assessores necessários devolverá à Câmara o valor restante (ou melhor, devolve no papel pois o dinheiro é pago, ou não, pela Câmara e o parlamentar não o recebe para pagar seus contratados, como muitos apregoam). Um Secretário Parlamentar (denominação correta para os tais "assessores") poderá receber até R$ 14.334,28 e o mínimo que poderia ser pago é o que determina a lei: Salário Mínimo (embora nenhum "assessor" receba tal penúria).
Sem mais digressões, pois senão eu já estipularei o Salário que deveria ser pago à um Parlamentar; não mais do que receberia seu "puxa saco" predileto.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

COMO OUTRORA...

...o General Amaury Kruel apoiou Jango até o último instante, mas foi a inconsequência do ex-Presidente, teimoso em se aliar aos arruaceiros e ao esquerdismo comunista, como os de hoje loteados em centrais sindicais e capitaneados pelo PT, que fizeram àquele militar colocar a cabeça no lugar e aderir ao movimento da contra-revolução, iniciado pelos civis com amplo apoio dos Governadores de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, Magalhães Pinto e Carlos Lacerda.

Mesmo com a eleição do Marechal Castelo Branco, no dia 11 de abril de 1964, os civis continuaram decidindo as questões nacionais através do pleno exercício democrático do Senado e da Câmara dos Deputados. 

O Marechal Castelo Branco foi o maior defensor da preservação e do funcionamento das Instituições existentes, tanto Senado e Câmara quanto o Supremo Tribunal Federal e de Justiça.

ALEM DO MAIS...

...o Presidente Castelo Branco lutou com todas as armas contra o projeto da Câmara em reelege-lo ou dar continuidade ao seu mandato suprimindo eleições em 1966; Castelo queria as eleições e a saída dos militares da disputa. Chegou apoiar Carlos Lacerda, o irrequieto governador do Rio que com os levianos e histriônicos pronunciamentos acabou chocando-se com seus próprios parceiros.

...e o General Amaury Kruel era apenas o Comandante do Segundo Exército, sediado em São Paulo; defender o indefensável Jango contra os demais Comandantes seria insanidade e banho de sangue no Brasil inteiro.

Finalmente o Congresso Nacional declarou vaga a Presidência da República pois Jango abandonara o País, deixando Brasília e se dirigindo a Porto Alegre ao encontro do irreverente e belicoso jovem cunhado Leonel Brizola que, juntos, desertaram para o Uruguay.

... a Presidência da República, então, foi assumida pelo advogado Ranieri Mazzilli, Presidente da Câmara dos Deputados, até o dia  das eleições em 11 de abril.  

Como outrora, o atual Comandante do Exército brasileiro está ao lado da Constituição...

AMARRANDO OS MEUS COTURNOS

Lula convocou o Exército do MST, comandado pelo baderneiro Stédile, a lutar a seu lado nas ruas.
Outro maluco, baderneiro em São Paulo e arredores, de nome Boulos, em defesa de Lula ilude aos incautos e convoca confrontos a todo momento e em todas as manifestações terroristas que fazem.
O tal de Stédile nem se fala; parceiro de Lula é outro baderneiro de carreira que instila as massas da esquerda para confrontos insanos.
Todas as manifestações e passeatas desses esquerdistas geram quebradeira, incêndios, feridos e já resultaram em mortes de inocentes.
Acusado em vários crimes contra o erário; sendo processado e já respondendo por alguns de seus crimes no foro de Curitiba, Lula continua nas ruas fazendo politicagem, alvitrando as massas esquerdistas e ao povo incauto, sem qualquer admoestação das autoridades, quando já deveria estar preso.
Quem erra deve pagar por seus erros: Aécio já entregou seu passaporte ao STF e foi notificado da prisão; sua irmã que colocou a casa da mãe como garantia por um tal empréstimo está presa; Cunha está preso, assim como os demais ladrões do erário.
Por que Lula está solto?
Prendam Lula (!) para que o processo caminhe como os demais; prendam Dilma e prendam Stédile e os demais arruaceiros; aí sim dará para acreditar no judiciário brasileiro.
Enquanto isso não acontecer minha análise é que são covardes, medrosos, coniventes e, talvez, com o rabo preso.
Em sendo assim, meu Comandante, respeitosamente e obedecendo a hierarquia, faço minha continência de subordinado e peço permissão para contestá-lo: As Instituições não estão em pleno funcionamento!
Em não estando...
Amarrando os meus coturnos

quarta-feira, 24 de maio de 2017

COMEÇAR DE NOVO!

Existe uma abissal diferença entre Recomeçar e Começar de Novo. Requentar um café é a pior e a mais ingrata tarefa do cafezeiro; não dará certo e o gosto será horrível.

O que estamos sentindo com as várias repúblicas, requentadas a cada escândalo, nos dão uma ideia do quão lamentável é a impotência e a resignação.

É lastimável nossa apatia frente a questões que envolvem nossas vidas e as vidas de nossas gerações. Somos culpados por todas as adversidades que o futuro vier a sofrer; não lutamos, não exigimos a verdade e não nos lançamos ao combate, nos acovardamos; somos covardes!

Que a história seja fiel aos fatos e nos cobre por estarmos hoje deixando a Nação a mercê de bandidos infiltrados em todas as Instituições da República.

Em 1964 o eco de nossas vozes e o mérito de nosso trabalho em prol da Nação brasileira deu o resultado esperado; a vigília não tinha sido em vão! Hoje, porém, não mais temos as mesmas convicções, o mesmo brio, a mesma tenacidade e o nosso orgulho está ferido.

Como sentinela cansada deixamos as forças físicas dominarem nossas mentes e o braço, antes forte, quedou-se quase inerte, sem mais forças para permanecer em guarda.

São essas breves moléstias do corpo que fazem com que se perca uma batalha e, quiçá, até a guerra.

Se estiverdes cansado da luta: Lute! Se estiver um frangalho humano: Resista! Se teu corpo não mais te obedece: Dobre-o à tua vontade; mas nunca desista!

A vitória de uma Nação depende da sua decisão em querer vencer!

Àqueles que se sentirem velhos que fiquem em casa, de preferência em baixo da cama.

Aos jovens, à Luta!

Não está na hora de derrubar presidentes; a hora é de derrubar canalhas e eles estão em todos os recantos da República.

A simples troca de um canalha por outro ensejará um enfraquecimento da luta; seremos novamente vilipendiados e ficaremos a mercê das encenações políticas e das manipulações dos execráveis homens que ocupam o poder.

Estão enganando a Nação com a possibilidade de mudanças fictícias; estão conduzindo o povo às ruas com a falácia de escândalos montados para encobrir os escândalos reais.

Já maquiaram a história; agora estão maquiando a bandidagem para que se passe por heróis.
 
Não existem salvadores da Pátria; àqueles que aí estão são os usurpadores da Nação brasileira.

O verdadeiro golpe pode ser dado pelo Congresso: Ou elegendo um novo canalha ou propondo eleições diretas para enganar ao povo.

Acordemos ou iremos mergulhar em um sono novamente profundo!

quinta-feira, 30 de março de 2017

OS PSEUDOS PURISTAS E A LAMA QUE OS RODEIA

O camarada se lança candidato a um cargo político e já dispara: Políticos são ladrões, todos corruptos; um bando de criminosos que se aproveitam do povo!

O tal honesto, ganha a eleição e já se descobre que tinha conseguido um carguinho para a nova mulher (sim, sempre que ganham um novo cargo também arranjam mulher nova); o carguinho era no gabinete de um companheiro de sigla partidária, coisa que antes de ser eleito o purista nunca admitiria.

Eles começam dizendo que, se pudessem (!), se lançariam na política sem partido político, como se fossem os super-homens da honestidade; alguns gostariam de ser comparado as “virgo vestalis” romanas, tal a pureza que acreditam estar imbuídos.

Agora mais um vestal, que já tinha as calças sujas da lama politiqueira, escorrega no lodaçal da imundície que pavoneia àqueles que dizem que são o que não são.

Bateu na mulher e apresenta desculpas tão esfarrapadas que até sertanejo não consegue engolir.

Poderia pelo menos ter solicitado à mulher que criasse o benefício da dúvida, e a recompensasse por tal atitude benemerente.

De dois episódios semelhantes chego à conclusão que dupla sertaneja está mais afinada do que senador da ré-pública.

E o eleitor que crie vergonha do voto jogado na lama e faça um “mea culpa”, começando já no pleito de 2018 a limpeza necessária, expurgando dos cargos políticos homens sem conhecimento, sem formação, sem caráter, sem liderança; aproveitadores da boa fé do cidadão e enganadores da população.

Para ser um bom político não é suficiente ser conhecido do público por este ou aquele trabalho, ou amplamente ovacionado pela mídia; não basta a fama trazida por uma determinada profissão. É necessário altruísmo, engajamento, determinação, rigor, conhecimento jurídico e da ciência política; formação acadêmica para não falar e fazer bobagens; formação e atitude humana. Educação ética e moral, além de uma boa dose de “franciscanismo”, para acabar de vez com a “locupletação” e os nababescos desperdícios com o dinheiro público. 

A TAL DE JURISPRUDÊNCIA "AMIGAÇA"!

O mal da jurisprudência! 
O julgador interpreta monocraticamente e depois, baseando-se nessa interpretação, os demais a utilizam como verdade. 
"Impicharam" Dilma e não cassaram seus direitos!
A sorte, nesse caso do impedimento da ex-presidente, é que não foi produzida uma súmula. 
Agora o tal Benjamim, desconhecido ministro do STJ, vai pelo mesmo caminho ao relatar o processo de cassação da chapa Dilma/Temer. 
Mas poderia ter tido uma interpretação diferente, melhorando o julgamento "amigaço" de Levandowski ao não declarar Dilma com os direitos políticos suspensos. 
Que cassem, mas cassem tudo!

A POPULARIDADE DE BARBOSA E DE MORO NO IMAGINÁRIO POLITIQUEIRO

É por isso que temos os Parlamentos e os Executivos Estaduais e Municipais (além do Executivo Federal) eivados de aproveitadores de ocasião; o povo nada entende de política e vota no mais "famoso". A mídia determina quem é quem. 

É só lembrarmo-nos de Joaquim Barbosa antes do mensalão, criticado pela mídia como gazeador do serviço público e tornado herói porque cumpriu sua obrigação como relator de um processo que havia se tornado notório e famoso por conta de uma novela, embora verdadeira, bem encenada por Roberto Jefferson. 

Agora, desencadeada a corrida ao pleito presidencial de 2018, os ávidos pesquisadores o apresenta, juntamente com Sérgio Moro, como prováveis candidatos à suceder Temer.

Moro é um bom juiz, torná-lo político é um desserviço à Nação; Barbosa tem é que cuidar dos netos e o mesmo vale para Carmen Lúcia, também lembrada nos círculos de pesquisas aleatórias e convenientes que servem para preparar os sorrateiros políticos que já estão a postos.

São necessários novos políticos, que tenham conhecimento, liderança e formação; tem muita gente boa escondida na multidão!

Está na hora de apostar em gente nova, jovens, com garra e determinação, pois o futuro a eles pertence.

Deixemos essa mesmice política, de salvadores da pátria e heróis de ocasião para o passado, que pode nos ensinar como não fazer política.

DITADURA CONSOLIDADA: O verdadeiro golpe!

O Tribunal Supremo de Justiça destituiu a Assembleia Nacional da Venezuela ontem, quarta feira, dia 29-03-2017.

Apesar do Golpe nenhuma linha sobre o acontecimento foi publicada pela imprensa brasileira e os defensores do povo e indignados parlamentares brasileiros que apelidaram o impedimento da ex-presidente Dilma de "golpe" nada comentaram e nem mesmo se indignaram contra tal arbitrariedade. 

O que seria Golpe para tais falaciosos?

Com a maioria parlamentar contrária ao Presidente Nicolás Maduro o Tribunal Supremo de Justiça, controlado pelo "chavismo", decretou a perda da imunidade parlamentar somente dos deputados que se opõem ao governo, e que são maioria na destituída Assembleia Nacional (equivalente ao Congresso Nacional do Brasil); para compensar outorgou à Maduro plenos poderes, incluindo algumas atribuições especiais, como em questões de ordem penal, militar, econômica, social, política e civil.

Enquanto isso...

Aqui no Brasil, caladinhos, os democratas de arremedo se furtam a comentar, esclarecer ou noticiar o Golpe na frágil democracia Venezuelana, que já faleceu antes mesmo de ter existido, pois com Hugo Chaves não era diferente, apenas melhor maquiada.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

COMEÇOU A GUERRA?

A Guerra da Síria começou com grandes protestos populares em 26 de janeiro de 2011 e progrediu para uma violenta revolta armada em 15 de março do mesmo ano. Em 26 de agosto de 2011 tornou-se uma guerra declarada pelo próprio governo, e em 15 de julho de 2012 a Cruz Vermelha declarou o conflito como Guerra Civil uma vez que de um lado encontrava-se o governo e, de outro, o Conselho Nacional Sírio, assim denominado pela oposição, legalizando o que chamaram de Exército Livre Sírio. 

Aproveitando-se do caos da Guerra Civil na Síria, e também no Iraque, no ano de 2013 forças externas, auto proclamadas de Estado Islâmico, entraram na guerra, inicialmente apoiando a oposição Síria e seu Exercito Livre Sírio, e a seguir começaram a reivindicar os territórios da região e atacar todos os envolvidos no palco da guerra.

No ano de 2014, já na posse de vários territórios e impondo suas leis, esses agressores, com seu exército, proclamaram um Califado na região e já empossaram seu líder como Califa.

Essa guerra civil, que por não ser um conflito internacional estava sujeita a Convenção de Genebra e, portanto, à investigação de crimes de guerra, hoje pode ser reavaliada pois o conflito passou a ser internacional com a intervenção da OTAN, dos Estados Unidos, de Países Árabes, da Rússia e do Irã. Acredita-se que os migrantes sejam em maior número do que àqueles da Segunda Guerra Mundial.

Até o momento 260 mil pessoas foram mortas, metade dos quais civis, e 130 mil pessoas presas. Mais de quatro milhões de refugiados buscaram abrigos no exterior.

Uma comparação:

Nessa guerra, de 2011 a 2015, foram contabilizadas 260 mil mortes em combate. No Brasil, até o momento, já morreram 280 mil pessoas de morte intencional violenta, por conta dos criminosos soltos pelas ruas e do caos na Segurança Nacional provocado pelo descaso dos governos iniciados em 2003.

Estamos em uma guerra?

sábado, 28 de janeiro de 2017

PUXÃO DE ORELHAS ATÁVICO

Alguns são importantes outros se julgam....

A Ministra presidente do STF, Carmen Lúcia, é importante por seu cargo e não podemos dizer que não tenha competência ou conhecimento, afinal é uma magistrada. Mas é uma magistrada como todos os demais da mesma área o são; nem mais e nem menos do que Sérgio Moro, por exemplo.

O Juiz Moro, quando a cumprimentou em Porto Alegre, quis ser simpático ao desejar que tivesse serenidade na escolha do novo relator dos processos deixados pelo falecimento do Ministro Teori Zavaski; quis ser elegante, delicado, educado para com a ministra e a forma que naquele momento lhe pareceu ser adequada foi a de desejar-lhe serenidade no trabalho difícil que a presidente do STF tem pela frente.

Mas Sérgio Moro nem terminou seu cumprimento e recebeu um brusco puxão de orelhas em forma de resposta: "Do Supremo cuido eu" (!) teria exclamado a ministra.

Que coisa mais feia! Deselegante e pernóstico; forma arrogante e deseducada de responder a um colega de profissão.  Uma grosseria!

O que se espera de um Ministro indicado politicamente é que faça o seu trabalho; de preferência sem a lerdeza costumeira que se observa no Supremo.

Sérgio Moro, por seu turno, o Juiz de 1ª instância, concursado e não indicado politicamente, vem fazendo o seu trabalho com rigor, competência, de acordo com a lei e exaustivamente com a "mão na massa"; desenvolvendo sua função numa tarefa árdua em prol da Nação brasileira.

O espanto da plateia que observa os acontecimentos em nosso país; plateia essa que pode ser traduzida por Nação, pois toda a Nação está de plantão, numa expectativa dramática, aguardando a solução dos problemas imensos que o País enfrenta, todo o espanto, repito, ficou por conta de uma única coisa: A grosseria!