sexta-feira, 4 de maio de 2018

PROVE...

...a origem do dinheiro!...

(disse o Juiz Sérgio Fernando Moro ao advogado de Lula que solicitou-lhe o desbloqueio do dinheiro oriundo de gestão fraudulenta).

sexta-feira, 13 de abril de 2018

UM COMANDANTE PARA O SENADO

O povo tem pedido a intervenção militar sem avaliar as consequências de uma tarefa árdua como essa. No passado o Exército Brasileiro tomou as rédeas do país atendendo ao que o povo lhes pedia, mas hoje temos uma outra forma de intervir no processo político sem que seja necessário usar da força contra os arruaceiros que já tumultuam o país por conta da falta de pulso firme na condução da segurança pública.

Está na hora de usarmos o voto como intervenção contra as arbitrariedades; contra a malversação das verbas públicas; contra a falta de segurança pública; contra os políticos corruptos.

Àqueles que gostariam de uma intervenção militar propomos uma intervenção pelo voto; àqueles que propugnam por moralidade na política propomos que moralizemos pelo voto; àqueles que sabem da necessidade de um País pujante para que todo o povo tenha oportunidades iguais, está na hora de votarmos em homens com perfil de honestidade e um passado digno para ser o representante do povo.

Em Brasília, capital de nosso País, é necessário que sejam escolhidos homens com tal perfil.

Já indiquei para Senador da República o Comandante Átila Maia, militar da Aeronáutica, que atingiu o Posto de Brigadeiro e que conhece toda a rotina legislativa em Brasília; sua candidatura fortalecerá todas as demais; reforçará os candidatos militares que estarão disputando cargos de Deputados Federais e auxiliará as candidaturas de governadores que tenham o perfil de homens de honra.

Aos intervencionistas: Vamos intervir com o voto!

sexta-feira, 6 de abril de 2018

O SANGUE DA NAÇÃO


MAIS UMA FALÁCIA...

...que depois fica como verdade: "Moro decretou a prisão de Lula!"

Embora tenha decretado, porque é assim que funciona a Lei, não caberia a Moro coisa diferente, ou não fazê-lo, uma vez que recebeu determinação do TRF-4 logo após o resultado da decisão do STF.

Agora vêm os blá blá blá e, para complicar, uma interpretação do STJ sobre esgotarem os futuros nulos pedidos de Lula para não ser preso, ou seja: Um outro recurso ao TRF4.

Claro que tal recurso está previsto em Lei e Lula deve usar a Lei em seu favor, mas o resultado já é sabido: Não existe possibilidade de cancelar uma condenação no TRF-4, pois o julgamento já se consumou e de forma unânime.

Cabe mais recursos além do TRF4? Sim, claro, e já está no STJ e, depois, o trânsito em julgado que deverá acontecer no STF.

O resto é balela como as que foram feitas pelos renomados juristas do STF Marco Aurélio e Celso de Melo que querem fazer uma brecha na Lei para que Lula e todos os demais condenados em 2ª instância gozem de mais um tempo em liberdade; ou quem sabe seus processos transitem a vida inteira nas prateleiras de um Tribunal assoberbado e com 11 capetas.

Mas, com um Congresso que pode chegar até a mais de 500 pústulas e que não estão fazendo o seu dever de legislar, o judiciário aproveita e legisla em causa própria. Uma Lei da Câmara ou do Senado obrigatoriamente e sem discussão o judiciário teria que cumprir; mas quem faria uma Lei para acabar de uma vez por todas com tais desmandos que beneficiam A, B e C ou, de forma mais clara: Beneficiam o Executivo, Judiciário e Legislativo; quem a faria e quantos dos tais pústulas seriam a favor? Uma votação de antemão já perdida.

Para o povo restará as decisões que as grandes Nações já tomaram um dia no mundo inteiro e que se tornou o último recurso contra a bandalheira, a ditadura dos criminosos que se instalaram definitivamente no poder e a usurpação.

Não é tarde e não é tolice avisar e reafirmar o que tem sempre dito homens lúcidos: Qualquer atitude tomada como último recurso irá tingir a Nação com seu próprio sangue.

Queremos isso? A resposta é Não!

Urge que a Lei seja garantida e os paspalhões sejam calados no fundo de uma cela, entre os quais senadores e pseudos políticos aspirantes à um trono que hoje é covil de ratos.

Lutemos, por ora com nossas palavras, e garantiremos homens de Honra numa luta mais direta em prol do Brasil.

Não desista Sérgio Fernando Moro!

A DITADURA DO PROLETARIADO NO BRASIL


A esquerda no Brasil nunca lutou por democracia; o que hoje dizem é falácia decorada e mentirosa, fartamente ensinada por Mário Lago e outros ideólogos marxistas da geração passada aos incautos daquele futuro e do hoje presente.  A verdade é que a esquerda lutou pela ditadura do proletariado, disfarçada em uma revolução para o povo, em busca de benesses que seriam repartidas entre todos, assim caracterizando aquela propalada “democracia”, pois todo o povo desfrutaria daquilo que a burguesia ostentava.

Dando-se conta disso a maioria dos brasileiros do passado pediu a intervenção militar e, desde então, essa esquerda daninha vem promovendo, através das universidades, covil onde se esconderam e se mantiveram como se fosse sua trincheira, apregoando a luta de classes disfarçada em direitos humanos, e que propagou nos dias de hoje uma outra luta, contrária a discriminação, mas que eles mesmos é que a insuflaram, pois pregam a existência de uma classe de branco contra negro; mulher contra homem e mais recentemente heterossexuais contra  homossexuais, chegando até ao absurdo de superfaturarem a homofobia.

Fernando Gabeira, lúcido hoje, foi um esquerdista filiado ao PT até chegar seu amadurecimento intelectual, que lhe foi concedido pela existência, e em suas reflexões recentes, já tendo saído daquele partido, tem dito em todas as entrevistas e momentos em que lhe é perguntado sobre a Contra Revolução de 64 que eles lutaram por uma ditadura, que foi vencida por outra; claro que ele considera os governos militares como ditadura, mas não esconde que a sua luta, e a de seus companheiros, foi pela ditadura do proletariado.

sábado, 31 de março de 2018

ORDEM DO DIA

Bravos soldados!

Rembramos no dia de hoje a memória do General de Exército Hamilton Mourão Filho, militar que lutou na 2ª Guerra Mundial, integrando em fevereiro do ano de 1945 a Força Expedicionária Brasileira – FEB, e que foi o responsável pelo início da Contra Revolução de 1964, marchando desde Juiz de Fora, com seus soldados, para por um fim ao Golpe iniciado por Leonel Brizola que visava a ditadura do proletariado.

A esquerda de hoje fala em golpe mas o verdadeiro golpe estava em andamento pelo comunista Brizola (que se disfarçou, posteriormente, e por muito tempo, de socialista) e seu títere João Goulart, nome que hoje aparece nas eleições através do seu homônimo, e filho, para confundir o eleitorado e forçar uma imagem de herói de alguém que pregava a insubordinação e a baderna. A ideia de Brizola e Goulart era fechar o congresso, instalar uma ditadura comunista satélite de Moscou e começar a matança. Brizola já estava treinando os “grupos dos onze”, no Uruguai, onde ele foi latifundiário. As Forças Armadas, atendendo ao clamor popular, manifestado em passeatas de centenas de brasileiros, exigiram a intervenção das Forças Armadas, que foi realizado com muita competência e com o mínimo de emprego da força.

O Brasil de hoje não necessita passar os mesmos maus agouros de outrora, é sabido quem são os baderneiros de agora; é sabido quais são suas intenções e perspectivas; é sabido suas ideologias nefastas e criminosas; é sabido quem são os comunistas baderneiros e quem são os incautos; mas, diferente de outrora, têm eles, hoje, um exército de foices e enxadas, disfarçados de trabalhadores e camponeses; têm hoje bandidos e criminosos que, ostensivamente, desafiam as autoridades constituídas; têm eles hoje armamentos pesados, contrabandeados e escondidos em seus covis disfarçados de assentamentos; têm eles hoje a proteção da própria sociedade através de instituições de direito mas que de fato são armadilhas contra o cidadão brasileiro. ONGS, Direitos Humanos e uma série de instituições fantasiadas de defesa do cidadão defendem unicamente bandidos e criminosos, como o assassino italiano Cesare Batisti, acolhido por Lula enquanto presidente de nossa República, eleito por milhões de incautos que ainda estão com suas mentes poluídas pela mentira e o paternalismo barato.

A realidade de nosso Brasil de hoje necessita mais uma vez do povo brasileiro, dos verdadeiros patriotas, dos guardiões da Nação, pois a realidade mais uma vez alerta-nos que os descaminhos já foram traçados e será necessário a força e a visão nacionalista de nosso povo patriota para reencaminhar os destinos da Nação Brasileira.

Antes que seja tarde; antes que, mais uma vez, necessitemos das armas para por um fim as badernas do terrorismo esquerdista, os patriotas brasileiros devem se unir contra tais descaminhos que já assolam a Nação e a hora está mais próxima do que possamos imaginar; talvez nossa última trincheira sejam as próximas eleições ou, quem sabe, antes mesmo, dependendo de nossos tribunais, se terão ou não a coragem de por um fim aos crimes que ainda estão sendo cometidos contra a Nação. Criminosos no poder e criminosos condenados soltos e, outros, sem previsão de condenações e nem mesmo processos, urge uma providência definitiva do judiciário.

Soldados!

 A Pátria precisa de todos nós e todo brasileiro patriota desde agora é um soldado que deve lutar primeiro com as armas da paciência; da confiança nas instituições; da certeza que a verdade sempre prevalecerá; da ordem e contra a turbulência e a turba; da hierarquia, sabedores de que nossas Forças Armadas não dormem e, inclusive, com a arma da tal de democracia, que nos impuseram como se fosse a guardiã da liberdade. Saberemos pautar nossas ações por tais caminhos, antes de tomarmos a espada para coibir os abusos e a invasão de nosso território sagrado, conquistado e defendido por nossos irmãos que já se foram; pois, a subversão é o primeiro passo para uma invasão. Os subversivos, que não têm amor à Pátria, estão com seus dias de tentativas esgotados pois a Nação Brasileira já está a postos.

Brasil acima de tudo!

sexta-feira, 9 de março de 2018

O SENADOR DE BRASILIA EM 2018


Átila Maia da Rocha - Ao longo de sua vida profissional, aprendeu que um bom preparo deve vir antes da realização de qualquer tarefa.

                                    
 Ainda muito jovem teve em seu pai o primeiro personal trainer da sua vida. Este o colocava frequentemente sentado em uma cadeira e o orientava a pensar. Dessa forma, desenvolveu habilidades para pensar em assuntos abstratos, fato que muito contribuiu na sua formação científica e profissional, desde seu ingresso na Academia da Força Aérea Brasileira em 1975. Como piloto militar, atuou na aviação de caça e de reconhecimento.  

Em 1988, iniciou as atividades na Aviação Civil, mantendo-se ativo no sistema por mais de vinte anos, tendo inclusive realizado o curso de Direito Aeronáutico e chefiado o Destacamento Regional de Aviação Civil de Curitiba - PR. Proferiu palestras, escreveu monografias e artigos, participou e organizou congressos e seminários internacionais sobre aviação civil, em diferentes lugares no mundo e, ainda, realizou centenas de voos de verificação nos estados: BA, DF, GO, PE, PR, SC e SP.

Além disso, em 1989, trabalhou como Assessor Parlamentar, representando a Base Aérea de Florianópolis, junto à Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Na sequência, colaborou em várias campanhas eleitorais, desde as de presidente da República até as de vereadores, em quase todas as unidades da Federação, com o objetivo de conhecer, de forma aprofundada, o processo eleitoral.

Ainda em 1989 foi transferido para uma Unidade Aérea, onde chefiou a Manutenção e foi o Oficial de Operações do Esquadrão, responsável pela operação das aeronaves bandeirante e learjet, até meados de 1992. Como piloto totalizou mais de 6.000 horas de voo, no posto de comando, em mais de uma dezena de diferentes aeronaves.

Onze anos depois de sua primeira experiência no parlamento estadual, chegou ao Congresso Nacional, como Assessor Parlamentar do Comando da Aeronáutica. Por ocasião desta oportunidade, conheceu todo o processo legislativo e os bastidores da tramitação dos projetos de lei tanto na Câmara quanto no Senado Federal.

Em 2003, fez o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, da Escola Superior de Guerra, onde apresentou uma monografia sobre Política, que serviu de referência para vários outros trabalhos de estudantes de doutorado, mestrado e de pós-graduação nas escolas militares, no Ministério das Relações Exteriores e na UNB.

Ao retornar para Brasília, em 2004, foi Assessor Especial do Ministro-Chefe da Secretaria de Coordenação Política da Presidência da República, sob o comando e orientações do Ministro Aldo Rebelo. Concluindo, assim, todo o circuito de tramitação dos projetos de lei no Brasil. Em seguida, retornou à Força para chefiar a Assessoria Parlamentar da Aeronáutica, por três anos.

Por fim, nos últimos dois anos, na vida militar, como Oficial General, atuou na política internacional, interagindo com 31 representantes dos Estados-Membros da Junta Interamericana de Defesa, sendo o Chefe da RBJID -  Representação do Brasil na JID e, ainda, atuou como Assessor da Missão Permanente do Brasil junto à OEA - Organização dos Estados Americanos, em Washington-DC.

Em 2012, assumiu o cargo de Secretário-Executivo (vice-ministro) do Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA, ocasião em que contribuiu para o bom desempenho daquele importante segmento produtivo e, ainda, várias vezes assumiu a Pasta, substituindo o titular do cargo. 

Com o olho no retrovisor, hoje sabe como foi importante esse aprendizado, pois, por meio dele, conheceu as maiores virtudes e impurezas da vida na caserna, nas hostes políticas, na iniciativa privada e nas organizações internacionais sem, no entanto, se contaminar com as fraquezas humanas.

Preocupado em deixar sua contribuição para a humanidade publicou, em junho de 2015, sua primeira obra literária - Enfrentar: A única possibilidade, pela Thesaurus Editora, que tem por objetivo maior contribuir para a superação dos grandes problemas que afligem os seres humanos.

Hoje, após 43 anos de preparo ininterrupto, considera-se pronto para assumir o desafio de ocupar posições de relevância, seja em uma organização pública ou seja numa instituição privada e, assim, apresenta-se confiante de que não lhe faltará apoio para o exercício desse novo desafio que surge na sua vida profissional.

domingo, 21 de janeiro de 2018

SUCATEAR...

...as Forças Armadas é colocar em risco a segurança dos cidadãos brasileiros, pois o aumento da violência urbana está diretamente ligado à entrada ilegal de armas no país, aos voos clandestinos de aviões e barcos de contrabando.
As polícias terão mais trabalho e muito menos resultados e o povo ficará refém da criminalidade.
Atualmente a Marinha não consegue mover um navio sequer de sua base naval; controlar seu imenso mar territorial e a maior bacia hidrográfica do mundo é uma tarefá impossível sem seus navios; a Força Aérea está limitada a duas bases operacionais, decretando-se, pela falta de verba, o encerramento da fiscalização aérea, pois nem mesmo um voo clandestino poderá ser interceptado; o Exército, sem um níquel no caixa, não conseguirá controlar o tráfico de armas e explosivos que todos os dias entram pelas nossas fronteiras.
Sem treinamento e alimentação para seus soldados estarão eles, e o povo, fadados a míngua e a mercê da violência.
Queriam um civil no Ministério da Defesa; onde anda a responsabilidade de tal Ministro numa situação caótica como essa?

O Brasil está em perigo!

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

INTERVENÇÃO MILITAR E UM TAL JUIZ SOZINHO!

Claro que a ordem é importantíssima, tanto em uma Nação como na casa de cada um de nós, cidadãos; mas daí a acreditar que uma intervenção militar nos dias de hoje solucionaria o problema da bandidagem que colocamos no poder é ser muito imaturo, ingênuo, incauto ou, quiças, querendo "sarna para se coçar".
Para começar, não sabemos nem ao menos eleger homens inteligentes e honestos para gerenciar o país; queremos agora, na marra, resolver os problemas que nós mesmos criamos com pauladas e cacetadas a esmo?
Eu gostaria de um País que fosse exemplo para o mundo, mas para isso necessito de um povo exemplar. Onde encontro esse povo(?), escondido em uma Nação que ovaciona e pratica a "Lei de Gerson"?
Em um País com mais de 200 milhões de habitantes encontramos um único Juiz que faz o serviço de casa, cumprindo com seu dever, e ainda assim é tido como parcial por alguns de seus pares.
É de estarrecer quando lemos o que diz um Professor de Direito Constitucional sobre uma decisão do Juiz Moro: É "Um absurdo essa decisão. Processo penal de exceção com vícios evidentes, que caracterizam objetivo político e não a aplicação da ordem jurídica. Os direitos fundamentais e a democracia vão ladeira abaixo" (sic).
Meu caro "profe" (esse eu não chamaria de professor nem com letra minúscula) que democracia que iria ladeira abaixo? A que já se foi? Que direitos fundamentais? Àqueles reservados aos que detêm o poder? Que vício político? Àquele que o réu utilizou ao nomear ministros notoriamente do seu séquito ideológico e militantes de chapéus vermelhos? Que ordem jurídica? Nesse caos em que se acolhe criminosos como Cesare Battisti para sobrar cela ao ladrão de galinha?
Como diz um amigo Siciliano, de Palermo: "Minchia... Vai al diavolo!"

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O BRASIL EM PERIGO

Os soldados estão nas ruas; Rio de Janeiro e São Paulo, em suas periferias, são como praças de guerra. Governantes e legisladores que elegemos agem como marginais numa afronta a soberania da Pátria; tais eleitos propiciam cada vez mais o dessangramento da Nação; conflitos de toda ordem amedrontam o cidadão e possibilitam espaços, cada vez maiores, à criminalidade. Quem estiver fora da lei tem garantidos direitos que deveriam ser do homem de bem. Cercados por todos os lados de insegurança, medo e um batalhão de malfeitores em cada esquina o povo acuado não tem mais onde se refugiar.
Estamos próximos ao caos, num beco sem saída e o homem vendo-se acuado, sem ter como fugir, desenvolve uma força descomunal capaz de sozinho aniquilar um batalhão de soldados. Generais! Não defendam políticos corruptos, nem posterguem o momento da limpeza moral em nossa Pátria, pois o Brasil está em perigo!

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CORRER PARA A LIBERDADE!

ELES SÃO MUITO VIVOS!
E nos enganam dia a dia.
Já comentei, mas reafirmo: Começam com a tal "discriminação"; primeiro com os negros, que parecem frágeis e suscetíveis e tais argumentos ideológicos; depois os Gays, principalmente os desvairados que gostam de "desfiles" na Paulista; atiram-lhes migalhas, como àquela montoeira de sinônimos para a mesma coisa, e eles agarram como se fosse "cocanha", em seguida escorregam na miséria humana. Imediatamente atacam a educação do povo e o ensino das escolas, inclusive com "leis" disfarçadas pelos "deputados e senadores", que são bem descritos na língua Tupi como "muki'rana". Sem escrúpulos desarmam também o cidadão, para completar seus crimes, nomeando bandidos "ad hoc" e manipulando àqueles que deveriam garantir a segurança do povo.
Deponham as armas!
E as entreguem sem vacilar para que "vós sejais vítimas fáceis".
Vamos dar as mãos e correr para a liberdade; antes que sejamos engolidos pelos ratos!
Vamos dar as mãos e correr para a liberdade; antes que sejamos engolidos pelos ratos!

sábado, 11 de novembro de 2017

OS INTERVENCIONISTAS

INTERVENÇÃO MILITAR...
...não é sinônimo de que iremos resolver os problemas do país. A intervenção pura e simples é ingenuidade. É necessário se ter certeza de que existem Generais capacitados para comandar uma intervenção e comandar o país, mesmo que seja pelo tempo necessário à moralização da coisa pública.
Sonhar com 1964 é até bom, mas é meramente sonho. Tudo é diferente! Estamos em outro século; a realidade é totalmente diferente e os militares não são mais os mesmos; a hierarquia abrandou; os direitos humanos interferem até na forma de aplicar a instrução militar...
Estamos na era da continência sem cobertura!
Alguns Generais da reserva falam, falam... escrevem, escrevem... mas na ativa foram brandos e possibilitaram o que hoje temos: Um Exército que se obriga a ter um Ministro da Defesa civil que nada entende de Defesa; um Presidente da República fantoche; um Congresso desmoralizado; um Judiciário "sub judice" do povo. Sem contar as intromissões no uso e no treinamento da tropa.
Dia 15, quarta feira, um grupo de cidadãos que se auto-denominam de intervencionistas irão às ruas para pedir que os militares intervenham no processo político brasileiro; não tenho a intenção de desanimá-los pois é hora de agirmos, entretanto sem ingenuidades e sem ilusões, pois uma intervenção exige muito mais do que Generais da reserva indignados.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

NOVAMENTE

LEIO DISCUSSÕES ACALORADAS...
...sobre os candidatos a Presidente da República e suas ideologias. Um é de direita outro de extrema direita; aquele é de esquerda que é também nazista e por aí vai...
Ainda não li postagens e discussões sobre a possibilidade de ser lançada uma candidatura totalmente fora desse meio politiqueiro lamacento, imundo e fétido, em que os nomes são meras esferas de uma rolimã.
A esquerda está amparada em Lula, Ciro, Marina e sei lá mais quem; a direita, que não é destra, movimenta o mesmo lado fantasiando a ideologia com riscados azuis mas que não encobrem o vermelho de suas ações; seja Dória, Álvaro ou mesmo Bolsonaro ainda estão muito longe de serem comparados a uma ideologia sem riscos de contaminação esquerdista e nunca irão se igualar com àqueles que já se foram, mas que hoje são lembrados para inflar o ego dos tais, que se aproveitam da confusão e dos incautos em busca de um espaço que não lhes pertence.
Alguns chegam a lembrar os Presidentes-Militares, como forma de aformosear seus discursos, mas que de tão velhos e surrados soam-me como ao cheiro quieto do mofo; usado, muito usado e pestilento arde aos olhos, incomoda aos ouvidos e fere as narinas.
Em política hoje não existe partido que seja novo e nem mesmo um nome o salvará da velharia ideológica e das práticas usuais de enganar àqueles que pouco ou nada farão a não ser darem-se por vencidos deitando dedos em números de urnas viciadas.
Da forma que está, e não irá mudar, serão os partidos existentes a comporem a mesa de nossas escolhas nas próximas eleições. Nenhum; nenhum novo partido surgirá limpo e asseado, mesmo com as promessas mais utópicas que se tem, tanto de movimentos cívicos sérios e bem embasados como dos tantos e tantos tresloucados que se lançam a dizer asneiras nas redes sociais como se fossem os amigos do mágico de Oz.
O tempo vai, outra vez, mostrar que tolos são àqueles que ainda sonham, pois a realidade é pragmática e os políticos, sejam quais forem, não somente falíveis, mas também egocêntricos, interesseiros, individualistas, pestilentos e sem qualquer resquício de alteridade, pois o outro lhe é objeto, numa relação em que o sujeito é sempre quem dá as cartas.
Aguardemos pois os 420 dias que nos separam da mesmice que acontece de dois em dois anos: As reeleições!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A DITADURA QUE O BRASIL NÃO TEVE...

...mas que a esquerda teima em afirmar para se fazer de vítima.
O QUE É DITADURA?
Ditadura se refere estritamente a um regime autoritário comandado por um líder ou grupo com excessivo poder, sem consentimento popular e que se utiliza da força para manter sua liderança.

Existem vários tipos de ditaduras e regimes totalitários; o Brasil não se enquadra em nenhum deles.

BRASIL E OS MILITARES
Em 1964 a Congresso Nacional elegeu um militar como Presidente da República, o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Uma eleição indireta, sem a participação nas urnas, mas atendendo a um apelo de toda a Nação brasileira através de manifestações cívicas. Castelo Branco foi um exemplo de democrata e durante seu governo esforçou-se para que as instituições continuassem em pleno funcionamento e sem a interferência militar.

Membros do Congresso Nacional e lideranças civis importantes como Magalhães Pinto, governador de Minas Gerais e Carlos Lacerda, governador do Rio de Janeiro, insistiam para que Castelo tomasse decisões menos democráticas, incluindo estender seu mandato sem consulta popular. Castelo foi taxativo: concluiria seu mandado e não admitiria estende-lo e tampouco seria candidato a reeleição.

Essas mesmas lideranças, não logrando êxito em fazer com que Castelo Branco continuasse no poder, articularam a candidatura do Ministro da Guerra, Marechal Arthur da Costa e Silva que foi o Próximo Presidente do Brasil.

Naquela época havia um movimento revolucionário em curso no País com terroristas treinados em Cuba para subverter a ordem e denegrir a imagem do Brasil. Costa e Silva utilizou-se do AI 5 para coibir tais subversões e definir a contra-revolução em que as Forças Armadas foram chamadas para salvar o País da saga comunista.

Os demais militares que continuaram o governo da contra-revolução o fizeram com todas as instituições em funcionamento e o Congresso Nacional votando sem interferência de um ditador ou de um grupo. Foram os parlamentares que definiram o processo eleitoral durante os 20 anos em que 5 militares foram eleitos Presidentes do Brasil.
A história verdadeira desse período estará sendo escrita no Blog VISÃO POLÍTICA: www.camaradosdeputados.blogspot.com
O Coronel Brilhante Ustra, já falecido, também publicou importantes informações sobre esse período em que os presidentes do Brasil foram militares. A Verdade Sufocada, livro digital, encontra-se a disposição pela internet a quem quiser conhecer com clareza e sem manipulação uma parte da História Política do Brasil.
Alerto para a forma maquiavélica como a história do Brasil, referente ao período de 1964, vem sendo reescrita por mãos esquerdistas que desprezam a verdade.
Àqueles que tiverem a oportunidade de verificar tais abusos devem se manifestar e, se possível, escrever a verdadeira história que está sendo modificada dia-a-dia na Wikipédia e em demais blogs e sites; continuando neste diapasão não restará coisa alguma da verdadeira história e a internet servirá apenas àqueles que desejam manipular uma população que no futuro será apenas de incautos, pela falta de uma história verdadeira.

sábado, 1 de julho de 2017

INTERVENCIONISTAS JÁ SOMAM MEIA DUZIA NO BRASIL E...

... continuam sonhando com um tal poder do povo que os levaria a determinar que as FFAA interviessem nas instituições brasileiras; começando por derrubar o Presidente da República.
Primeiro citaram de forma totalmente errada a CF e o Art 142 apregoando que o mesmo daria poder aos militares para proceder uma "intervenção constitucional" no País.
Leram errado e apesar dos alertas continuaram com suas maluquices pois o Art. 142 diz o seguinte: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem."
Nada para discutir, as FFAA estão subordinadas ao Presidente da República e a Constituição do Brasil. Não existe intervenção Constitucional! E se alguém se arriscar a cometer imbecilidades "por iniciativa de qualquer dos poderes as FFAA poderão ser chamadas para garantir a lei e a ordem".
Agora vieram com mais outra aberração, o Art. 1º da CF e seu Parágrafo Único que diz: "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição".
Claro que todo o poder "emana " do povo mas são os representantes do povo, por eles eleitos, que os representam.
Mas e a palavrinha "diretamente"? Ora, desde que saibam ler a CF, lá estão os "termos" da Constituição e que não da direito ao povo convocar as FFAA para uma intervenção.
Se querem rebelião ou golpe, sejam claros! Só que, então, terão que arranjar parceiros pois as FFAA seguirão a CF.
Ponto final!
Agora coloquem a cabeça de molho e aprendam a votar para que não tenhamos mais canalhas no poder.

PASSARAM-SE 49 ANOS MAS NÓS NÃO ESQUECEMOS...



... que Mário Kozel Filho (São Paulo, 6 de julho de 1949 – São Paulo, 26 de junho de 1968) foi um soldado do Exército Brasileiro morto em um ataque praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, o atual Comando Militar do Sudeste, na cidade de São Paulo.
Mário Kozel Filho, o "Kuka", tinha dezoito anos quando deixou de frequentar as aulas e de trabalhar na Fiação Campo Belo com o pai, gerente da empresa, para iniciar o serviço militar obrigatório no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares em Quitaúna, no município de Osasco, em 15 de janeiro de 1968.
Em Quitaúna passou a ser o soldado nº 1.803 da 5ª Companhia de Fuzileiros do Segundo Batalhão, 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares. Segundo seu pai, ele cumpria o serviço militar obrigatório e não iria seguir a carreira de militar. “Seu sonho era o de montar uma oficina mecânica”.
EXECUÇÃO:
Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968, matando o Soldado Mário Konzel Filho, após seis meses de iniciação no serviço militar.

A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares. A ex-presidente Dilma Rousseff comandava o VAR-Palmares, que lançou o carro bomba que matou o soldado.
Os militares que saíram gravemente feridos no atentado foram o coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau. Kozel foi sepultado com honras militares no Cemitério do Araçá. No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
Participaram da ação os seguintes integrantes da VPR: Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, José Araújo de Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, Pedro Lobo de Oliveira e Eduardo Collen Leite, integrante da REDE, outro grupo guerrilheiro.
Renata Ferraz, chamada pela imprensa de "a terrorista loura", guerrilheira da VPR e participante da ação, disse, trinta anos depois, que o atentado teve um motivação quase infantil. Dias antes, o mesmo grupo também havia assaltado um hospital militar para roubar armas. Renata diz que os integrantes do grupo depois se penitenciaram por isso e que o "atentado não serviu para nada, a não ser matar o "rapazinho".
HOMENAGENS PÓSTUMAS:
Em decreto de 15 de julho de 1968, Mário Kozel foi admitido no grau de cavaleiro no quadro ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Pós Morte da Ordem do Mérito Militar, pelo presidente da república Costa e Silva, que era o grão-mestre daquela ordem. Em consequência desse decreto, foi promovido, pós-morte, à graduação de 3º sargento.
Em sua homenagem a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de "Avenida Sargento Mário Kozel Filho".
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei (PL-5508/2005) na Câmara dos Deputados, que inscreve o militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Jair Bolsonaro apresentou também um projeto de lei (PL-1446/2007) promovendo-o ao posto de capitão.