quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

ANTEVISÃO


Algumas coisas já são possíveis de se antever no Brasil; a mais importante é a luta que trava o atual governo para que saiamos do caos deixado por gestões políticas fraudulentas. Entre tais coisas a herança de uma libertinagem confundida com democracia, que aumentou em função de políticos ignorantes, confusos, mal-intencionados, libertinos, mau-caráter e alguns pouquíssimos incautos, que foram eleitos sem nem saber aonde estavam se metendo.

Para coroar de êxito a pouca-vergonha que assola o País, meia duzia de gatos pingados, vagabundos que nada sabem fazer a não ser desrespeitar seus próprios pares, foram empurrados "goela abaixo" ao povo incauto como se fossem 'humoristas"; promoveram em todo o país um "humorismo" sem graça; barulhento; deseducado; grosseiro; sem qualquer respeito e consideração; mas acima de tudo, nojento e destrutivo, e que governantes irresponsáveis deixaram-nos elevarem-se ao patamar de "diversão".

E assim está sendo a porta de entrada da Educação que seus filhos já receberam e que nem mesmo 10 Bolsonaros/Weintraub's mudarão para ter efeito nos próximos 400 anos.

Educação se constrói com o tempo, muito tempo, e com a formação e ensino centrada naqueles que um dia serão os principais Educadores: A Família, os Pais.

Sem a família não existirá nunca mais Educação e a única coisa que qualquer governo do mundo poderá fazer é Ensinar, ou de forma "democrática" ou na marra; como nas Cuba's e nas URSS's de antigamente, ensinadas que foram por Lênin "et caterva". E sabemos: Ensina-se o bem de forma correta e, também, ensina-se o mal, com aparência de correto!

As atuais escolas no mundo, que tiveram sua organização montada por homens de bem, de famílias centradas e conscientes de que o futuro depende do ensino continuador embasado em uma educação familiar que priorizou a alteridade, com respeito e consideração ao outro, ainda irão nortear o futuro, mas seus atuais dirigentes enfrentarão desafios tão destrutivos que deverão ser mais resistentes do que o aço.

O que atravessamos no Brasil é uma luta ferrenha contra o caos em que está a Educação, mas não é imaginável nem mesmo pelos governantes atuais.

Bolsonaro e Weintraub lutam para consertar o Ensino e não a Educação; esta é mais lenta, complexa e dependerá de muitíssimo tempo.

Não se constrói famílias em escolas, apenas aponta-se a direção correta para um futuro que, hoje, antevejo ainda muito incerto.

domingo, 17 de novembro de 2019

DEUS SEMPRE É O CULPADO!


Não é de hoje que os homens fazem suas trapalhadas na terra e colocam a culpa em Deus, é a velha história de que "eu sou inocente e se não sou é porque alguém mais poderoso do que eu me induziu ao erro"; uma falácia própria do meio jurídico que não se contentando com a culpa parte para a velha e surrada expressão do "jus sperniandi" que não sei de onde saiu; do Latim é que não foi.

Hoje as atenções estão voltadas para o STF e ninguém fala do STJ, parece que a "supremíssima” Corte se concentrou no grupo dos onze. Luiz Fux é um dos poucos com formação mais profunda na sua área de atuação, foi Juiz; e julga como Juiz. Entretanto depara-se com "colegas" que nada mais foram do que operadores do direito em algumas questões amenas e, pior: políticas; são esses tais, muito mais políticos do que juristas! E se deixarmos, dirão que a culpa é de Deus! Não é por menos, o próprio Luiz Fux, em 1993, quando a maioria dos eleitores que acreditam na versão vermelha de golpe não estava nem nos "cueiros", escreveu que "desde a Bíblia se registra a existência de recursos, como os cabíveis ao Conselho dos Anciãos de Moisés contra os chefes de cem homens. Estes, por sua vez, recebiam recursos contra decisões dos chefes de 50 homens, e estes, dos chefes de dez homens."

É daí que vem o "jus sperniandi" Luiz?

Ora bolas, quando um povo não sabe votar e enche o parlamento de bizarros fanfarrões, principalmente no Senado, teremos sempre fanfarrões também na Corte, que hoje é "supremíssima". Embora a escolha dos ministros seja tarefa do Presidente da República, que os unge com o beneplácito das suas conveniências, óbvio, o povo foi quem elegeu tal Presidente, ou Presidentes, que também são, hoje, os responsáveis pelo grupo dos onze.

Não cabe enumerá-los, o povo quando quer sabe onde aperta a sandália, e embora ninguém se lembre em quem votou nas últimas eleições, quiça não sabem nem o nome completo do Presidente da República, sabem muito bem que os fanfarrões eleitos são os responsáveis pela baderna jurídica de hoje, pois não legislam, não fazem leis, não reorganizam a Constituição "cidadã", a pior que o Brasil já teve, e não retiram do poder àqueles que os têm nas garras jurídicas, pois um dá guarida ao outro.

Em suma: Deus não é responsável por coisa alguma na sociedade dos homens; é a covardia humana que não assume as besteiras que fazem neste circo que se transformou a humanidade.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

DESLUMBRADO E TRAIDOR!


Eles se queimam sozinhos querendo ser candidatos a Presidente sem nem ao menos mostrar para quê(?) foram eleitos no mandato atual.

Wilson José Witzel
Witzel, um desconhecido antes das eleições, que foi eleito por força do nome de Bolsonaro, é hoje o governador do Rio de Janeiro e iniciou muito bem o trabalho que deveria fazer bem feito, pois foi eleito especificamente para isso.

Deslumbrado com o poder e querendo ser candidato a Presidente nas próximas eleições, esqueceu-se que deveria trabalhar primeiro para que, depois, o povo decidisse sobre se o seu serviço poderia ser estendido até à um cargo mais complexo.

Fez fanfarra, apareceu na mídia, como um bailarino saiu em piruetas pulando de helicópteros para felicitar o trabalho bem feito dos outros e esqueceu-se do seu próprio trabalho; sem contar a mais pérfida das traições.

Assim é que Witzel rodou na primeira prova, pois a ambição corrompeu o seu trabalho.

Cada um que aparecer para disputar uma vaga como candidato a Presidente nas próximas eleições, reforça nossa convicção de que ainda é cedo para candidaturas futuras, pois o atual Presidente está no poder apenas 10 meses, não completou nem um ano no cargo; e ainda temos eleições municipais pela frente!

Para caminhar com firmeza deve-se escolher primeiro qual o caminho à ser trilhado; não podendo esquecer dos atalhos; e um deles é, certamente, o atalho para as eleições municipais.

Witzel já é carta fora do baralho; poderá tentar se reeleger governador do Rio de Janeiro, mas está colocando também essa possibilidade no lixo da ambição.

Quem se precipitar poderá tropeçar na própria ambição e àqueles que estiverem com muita pressa os próximos cargos eletivos são os de Vereador e Prefeito; já podem se habilitar!

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O ERRO DO CAPITÃO!


Ele foi um bom oficial do Exército Brasileiro; desde os tempo do Colégio Militar de Porto Alegre, que em 1955 tinha a denominação de Escola Preparatória de Cadetes, antevia-se que a Infantaria seria sua arma de preferência; e o foi. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1960 e de uma turma de 57 cadetes foi o 46º colocado; não foi o melhor aluno e essa colocação, por si só, já desfaz o mito que posteriormente é construído em sua memória.

Como Aspirante serviu em Quitaúna, no 4º Regimento de Infantaria; dois anos mais tarde, como 2º Tenente, integrou a 7ª Companhia do Batalhão Suez, destacado para Gaza, na Palestina, à serviço das Forças de Paz da ONU.

Em sua volta ao Brasil, no ano de 1963, foi promovido, no mês de dezembro, à 1º Tenente e solicitou transferência para Porto Alegre, indo servir na 6ª Companhia de Polícia do Exército e em 1965 solicitou novamente transferência, agora para retornar ao 4º Regimento de Infantaria, já com a nova denominação de Infantaria Leve, na cidade de Quitaúna, São Paulo.

No mês de agosto de 1967 foi promovido a Capitão, permanecendo no 4º RIL e no mês de dezembro de 1968 incumbido de instruir as chamadas “moças do Bradesco” (funcionárias do Banco Bradesco) a manusear armamentos de tiro, tendo em vista a época conturbada por assaltos aos bancos efetuados pela guerrilha clandestina.

O erro do Capitão Lamarca foi, tardiamente, se deixar levar por ensinamentos toscos que não teve na AMAN; se encantou pelo erro, analisou com viés deturpado a reestruturação do País; não enxergou que a contra-revolução estava impedindo uma revolução que em nada poderia se comparar a guerra entre Árabes e Judeus; viu em gaza uma miséria que nunca aconteceria no Brasil e se deixou levar por subordinados provando que não tinha competência para ser um oficial de comando, não estando emocionalmente preparando para enfrentar as dificuldades políticas que estavam acontecendo no Brasil. Amadoristicamente se deixou convencer por sargentos a ler livros sem saber interpretá-los frente à situação política emergencial do País e foi convencido a lutar por uma causa perdida, pois a Nação nunca quis uma revolução do proletariado e a vontade do povo é soberana em qualquer País, mesmo àqueles mais covardes, que se deixam amordaçar por dirigentes torpes, criminosos e ditadores, como foram os casos dos países comunistas/socialistas; alguns já com seus regimes “derrubados”, literalmente, como, simbolicamente o foi a estátua de Lenin na atual Rússia.

Não se lê Marx na AMAN, mas deveriam lê-lo, e ensiná-lo, para que não prolifere a ideia sedutora de um socialismo utópico que nunca se estabeleceu em qualquer Nação do mundo.

O erro do Capitão Lamarca foi ser ingênuo!

*Em memória dos ingênuos; do meu colega Cabo “Zequinha”, que acompanhou Lamarca; dos mortos de um lado e de outro e em memória do socialismo que sepultamos, para que nunca mais esqueçamos que uma guerra gera mortes, aqui e acolá, e que terrorismo não se faz usando farda Verde Oliva.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

O GOLPE JÁ FOI DADO!


Alguns ainda ouvem a histeria dos "petralhas" urrando que o impedimento legal de Dilma Roussef foi um Golpe; àqueles que deixaram, e ainda deixam, seus ouvidos a mercê de tais histerias não perceberam que na surdina a esquerda é quem deu o Golpe, recentemente!

Um golpe de estado pode ser dado pelo Executivo, mas, também, pelo Legislativo ou pelo Judiciário; além, claro, pelas Forças Armadas se associarem-se com ditadores, como fizeram na Venezuela; ou, ainda, pelo próprio povo, guiado por lunáticos, como aconteceu em Cuba, ou, ainda, como os acontecimentos no continente africano.

Mas, quando a democracia esta em funcionamento, mesmo que capenga, as instituições devem ser respeitadas, para que o sistema nos conserve, em tese, 'livres".

É o que pensamos estar acontecendo no Brasil!

Pensamos que somos livres e que a democracia está em pleno funcionamento. Que a Constituição em vigor está sendo cumprida a risca. Mas estamos enganados.

Ao escrever isto a esquerda irá se ufanar e poderá pensar que é uma crítica à Bolsonaro, por acreditarem que o Presidente é um ditador.

Ledo engano de todos que assim pensam!

Bolsonaro é um democrata e de tanto ser democrata a esquerda aproveitou-se para cruzar a linha entre a liberdade e a libertinagem.

Acabou!

Retomar as rédeas de um cavalo em disparada exigirá maestria do cavaleiro ou apoio dos demais cavaleiros.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

MINISTÉRIO DA DEFESA
Ordem do Dia Alusiva ao 31 de Março de 1964
Brasília, DF, 31 de março de 2019
As Forças Armadas participam da história da nossa gente, sempre alinhadas com as suas legítimas aspirações. O 31 de Março de 1964 foi um episódio simbólico dessa identificação, dando ensejo ao cumprimento da Constituição Federal de 1946, quando o Congresso Nacional, em 2 de abril, declarou a vacância do cargo de Presidente da República e realizou, no dia 11, a eleição indireta do Presidente Castello Branco, que tomou posse no dia 15.
Enxergar o Brasil daquela época em perspectiva histórica nos oferece a oportunidade de constatar a verdade e, principalmente, de exercitar o maior ativo humano - a capacidade de aprender.
Desde o início da formação da nacionalidade, ainda no período colonial, passando pelos processos de independência, de afirmação da soberania e de consolidação territorial, até a adoção do modelo republicano, o País vivenciou, com maior ou menor nível de conflitos, evolução civilizatória que o trouxe até o alvorecer do Século XX.
O início do século passado representou para a sociedade brasileira o despertar para os fenômenos da industrialização, da urbanização e da modernização, que haviam produzido desequilíbrios de poder, notadamente no continente europeu.
Como resultado do impacto político, econômico e social, a humanidade se viu envolvida na Primeira Guerra Mundial e assistiu ao avanço de ideologias totalitárias, em ambos os extremos do espectro ideológico. Como faces de uma mesma moeda, tanto o comunismo quanto o nazifascismo passaram a constituir as principais ameaças à liberdade e à democracia.
Contra esses radicalismos, o povo brasileiro teve que defender a democracia com seus cidadãos fardados. Em 1935, foram desarticulados os amotinados da Intentona Comunista. Na Segunda Guerra Mundial, foram derrotadas as forças do Eixo, com a participação da Marinha do Brasil, no patrulhamento do Atlântico Sul e Caribe; do Exército Brasileiro, com a Força Expedicionária Brasileira, nos campos de batalha da Itália; e da Força Aérea Brasileira, nos céus europeus.
A geração que empreendeu essa defesa dos ideais de liberdade, com o sacrifício de muitos brasileiros, voltaria a ser testada no pós-guerra. A polarização provocada pela Guerra Fria, entre as democracias e o bloco comunista, afetou todas as regiões do globo, provocando conflitos de natureza revolucionária no continente americano, a partir da década de 1950.
O 31 de março de 1964 estava inserido no ambiente da Guerra Fria, que se refletia pelo mundo e penetrava no País. As famílias no Brasil estavam alarmadas e colocaram-se em marcha. Diante de um cenário de graves convulsões, foi interrompida a escalada em direção ao totalitarismo. As Forças Armadas, atendendo ao clamor da ampla maioria da população e da imprensa brasileira, assumiram o papel de estabilização daquele processo.
Em 1979, um pacto de pacificação foi configurado na Lei da Anistia e viabilizou a transição para uma democracia que se estabeleceu definitiva e enriquecida com os aprendizados daqueles tempos difíceis. As lições aprendidas com a História foram transformadas em ensinamentos para as novas gerações. Como todo processo histórico, o período que se seguiu experimentou avanços.
As Forças Armadas, como instituições brasileiras, acompanharam essas mudanças. Em estrita observância ao regramento democrático, vêm mantendo o foco na sua missão constitucional e subordinadas ao poder constitucional, com o propósito de manter a paz e a estabilidade, para que as pessoas possam construir suas vidas.
Cinquenta e cinco anos passados, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica reconhecem o papel desempenhado por aqueles que, ao se depararem com os desafios próprios da época, agiram conforme os anseios da Nação Brasileira. Mais que isso, reafirmam o compromisso com a liberdade e a democracia, pelas quais têm lutado ao longo da História.
 
FERNANDO AZEVEDO E SILVA
Ministro de Estado da Defesa
 
 ILQUES BARBOSA JUNIORAlmirante de Esquadra
Comandante da Marinha
  Gen Ex EDSON LEAL PUJOLComandante do ExércitoTen Brig Ar ANTONIO C. M. BERMUDEZ
Comandante da Aeronáutica

domingo, 25 de novembro de 2018

O ANJO NEGRO

ESPERO...
...que o Deputado eleito "Hélio Negão" não seja usado pela mídia como um Gregório Furtado, o anjo negro de Getúlio Vargas.

Claro que essas coincidências fotográficas nada tem de similar a não ser tais estampas; mas todo o cuidado é pouco quando se trata da mídia esquerdista brasileira.

O recém eleito Deputado Federal Hélio Fernando Barbosa Lopes, também chamado no Rio de "Hélio Negão", e que está na reserva do Exército como subtenente, é muito amigo do Presidente Bolsonaro; sua atividade legislativa é totalmente diversa daquela exercida pelo "Anjo Negro de Getúlio".

Gregório Fortunato, também muito amigo de Getúlio Vargas e chamado de o "Anjo Negro de Getúlio", coincidentemente nasceu no mesmo município e no mesmo ano do seu Presidente e amigo e teve a função de Chefe da Guarda Pessoal de Getúlio Vargas.


Mas vamos deixar as coincidências só nas fotografias...

terça-feira, 18 de setembro de 2018

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

VAMOS NOS ARMAR...

...cada vez mais de conhecimento!
Conhecer é a única arma que possibilitará ao Ser-humano entender o Bem e o Mal; a Mentira e a Verdade; a Guerra e a Paz; o Homem e Deus.
Nós fazemos o mundo, a cada passo existencial e a cada pedra que tiramos ou colocamos no caminho; a responsabilidade dessa construção é unicamente humana.
Fazer ou desfazer, matar ou ser morto não são desígnios de Deus; são atos de nossa própria natureza.
Com uma arma posso avisar, ou posso matar; com uma arma posso me defender; com uma arma posso afastar uma outra arma de quem poderia me matar.
Mas, não são as armas que decidem matam!
Somos nós, humanos, que as manuseamos e decidimos matar ou defender; matar ou não morrer!
Para que essas decisões humanas preservem o homem justo e o inocente é necessário que o conhecimento seja nossa primeira arma!
Àquele que tiver a intenção de matar, o fará até com uma faca de cozinha!

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

QUALQUER UM É LIVRE...


...para discutir, para deliberar, para decidir, para defender seu candidato; a única coisa que se poderia admoestar alguém é por seu caráter ofensivo às escolhas alheias.

Escolha quem você quiser para votar nas próximas eleições, mas por favor não venha ensinar o padre a rezar missa e tampouco falar sobre quem você não conhece.

Afinal alguém conhece o político em quem vai votar? Ou somente ouviu falar a respeito dele?

Como Parlamentar convivi com Lula, Bolsonaro, Ciro, Marina, Álvaro, Alckmin, Haddad...

A partir deste parágrafo posso escrever o que bem entender, pois ninguém mais está acostumado a ler; vivemos a era da Anorexia Literária.

Conheço pouco João Goulart Filho, apesar de ter sido meu colega na universidade; ele desistiu de cursar Filosofia quando passamos no mesmo vestibular; mais tarde retornou à PUCRS quando eu já estava no curso de Mestrado e não sei quando ele concluiu o curso. Mas conheço muito bem Léo Da Silva Alves, seu vice, e nada posso dizer que não seja em seu favor. Léo trabalhou comigo na Rádio Marajá, quando fui seu Diretor; me recebeu de braços abertos na CRTur muitos anos mais tarde quando foi Presidente daquela instituição governamental; editei seu primeiro Livro, quando fui Diretor da Editora Laçador de Porto Alegre e o reencontrei em Brasília como um destacado jurista com a mesma fleuma que caracteriza uma casta de advogados. Temos teses sobre ideologia um pouco diferentes, mas somente em parte, e isto não mancha nossa amizade. Desejo a Léo muita sorte em seus projetos.

Conheço Álvaro Dias e Marina, eram senadores quando eu estava no Congresso Nacional como Deputado Federal; Alckmin, na época governador de São Paulo; Ciro que foi Ministro; Haddad, funcionário do MEC; passou depois a ser Ministro da Educação, o que não lhe outorga competência na área, pois é cargo político de indicação; Lula, que era Presidente da República e com quem participei de muitas reuniões no café da manhã gelado do Palácio também gelado e das conversas também geladas. Este não é candidato, pois está preso, mas gorjeia ordens à seus discípulos, que por sua vez criam confusões no embate político e no malfadado sistema jurídico que cambaleia no Brasil. Mas ordens são ordens, os subordinados que as sigam e por elas respondam.

Conheço muito bem Bolsonaro e o General Mourão da caserna, sou mais antigo do que os dois.

Bolsonaro conheço mais ainda pois estivemos lado a lado no Congresso Nacional, fomos Deputados Federais juntos, na mesma Legislatura e depois no mesmo partido. Defendemos as mesmas teses sobre questões militares, debatemos juntos contra o Ministro da Defesa sobre questões de envio de tropas militares para outros países; estivemos juntos em várias Comissões; em CPIs da Câmara e do Senado; em reuniões partidárias e com as lideranças de bancada. Querem mais proximidade?

Bolsonaro é tão homofóbico quanto eu e o falecido Tatata Pimentel (*); não tão religioso como sou; nem tanto milico como fui. Falta-lhe polidez politiqueira; os politiqueiros encantam as plateias e as deixam embevecidas com seus discursos decorados e repassados, texto a texto, com suas assessorias. Falar e encantar exige ou muito estudo ou orientação e decoreba de texto, o resto é falácia; os políticos no Brasil, em sua maioria, são falaciosos e falastrões; mentirosos e espertalhões.

Bolsonaro tropeça nas palavras porque quer dizer muita coisa em pouco tempo, falta-lhe o conhecimento e a inteligência do falecido (**), mas isto nenhum político tem e os brasileiros perderam a oportunidade quando deviam tê-la agarrado com unhas e dentes; então eu teria sido Vice-Presidente da República! Mas mesmo isso não me faz ter saudades de coisa alguma que venha do Poder, pois é certo que teria que me curvar ao "establishment" ou por ele ser engolido; restou-me vários arranhões e dissabores por tê-lo desobedecido naquela ocasião. Não tenho saudades!

Mas está chegando a hora de votar!

Façam as suas escolhas; talvez como em cassinos uruguaios quando anunciam: Façam as suas apostas!

(*) Roberto Valfredo Bicca Pimentel, mais conhecido como Tatata Pimentel, foi um apresentador de televisão, professor e jornalista brasileiro. Diplomado em Direito e em Letras; Professor de Português e Francês. Reconhecido jornalista de Porto Alegre, tanto pela sua erudição como pelo seu modo debochado de falar sobre o cotidiano da cidade em seus programas televisivos.

(**) Enéas Ferreira Carneiro; Médico e Professor de Cardiologia; Mestre em Medicina; Diplomado em Física e Matemática; Deputado Federal; o Político mais preparado intelectualmente para governar o País e o mais votado Deputado Federal na história do Brasil. Fundou o PRONA para ser Candidato a Presidente da República, mas teve que se curvar ao sistema para provar a si mesmo sua própria tese: Em política a podridão é total.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

CONTRA-REVOLUÇÃO: Ontem e hoje!



1964...
...não foi em vão; o Brasil saiu de uma tentativa da esquerda pela ditadura do proletariado para uma visão de futuro com a contra-revolução militar.
Quem apoiou o Gen. Olímpio MOURÃO Filho possibilitou que nossa Pátria saísse do retrocesso ditatorial esquerdista para o progresso com a vitória da contra-revolução e a pujança do País, que pode ser constatada até nos dias atuais.
O desserviço que os políticos, com a propalada "democracia", vêm fazendo ao Brasil é fruto de um pedido do povo brasileiro em 1985: As diretas já com os civis no poder!
Falar em intervenção militar, nos dias de hoje, é desconhecer o imenso trabalho e desgaste que as FFAA sofrem para atender à Nação. Somente quando todas as possibilidades forem esgotadas é que teríamos que estabelecer o fim de uma "democracia" que, na verdade, é tão frágil que os próprios instituidores não sabem como reedifica-la.
Em 1964 os militares fizeram o seu trabalho; hoje continuam garantido ao País a segurança
necessária que a Nação necessita; o povo deverá saber guiar os desígnios políticos com o seu voto para que o País não tenha que permanecer na vala do descrédito internacional.
1964 não foi em vão; tenha a certeza, mas uma intervenção militar nos dias atuais seria um retrocesso, como se todos os brasileiros tivessem que voltar aos bancos escolares de ensino primário por não saberem o elementar. Mesmo com a possibilidade de as urnas eletrônicas não serem de total confiança é dever de cada brasileiro votar; o resultado, se nada houver que obste a verdade do pleito, deverá ser acatado.
Não queiram transferir a responsabilidade de um povo aos profissionais da Ordem e da Guarda de uma Nação; as FFAA são a garantia da Paz, da tranquilidade de um povo; da ordem de um País e da Justiça para uma Nação.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

PROVE...

...a origem do dinheiro!...

(disse o Juiz Sérgio Fernando Moro ao advogado de Lula que solicitou-lhe o desbloqueio do dinheiro oriundo de gestão fraudulenta).

sexta-feira, 13 de abril de 2018

UM COMANDANTE PARA O SENADO

O povo tem pedido a intervenção militar sem avaliar as consequências de uma tarefa árdua como essa. No passado o Exército Brasileiro tomou as rédeas do país atendendo ao que o povo lhes pedia, mas hoje temos uma outra forma de intervir no processo político sem que seja necessário usar da força contra os arruaceiros que já tumultuam o país por conta da falta de pulso firme na condução da segurança pública.

Está na hora de usarmos o voto como intervenção contra as arbitrariedades; contra a malversação das verbas públicas; contra a falta de segurança pública; contra os políticos corruptos.

Àqueles que gostariam de uma intervenção militar propomos uma intervenção pelo voto; àqueles que propugnam por moralidade na política propomos que moralizemos pelo voto; àqueles que sabem da necessidade de um País pujante para que todo o povo tenha oportunidades iguais, está na hora de votarmos em homens com perfil de honestidade e um passado digno para ser o representante do povo.

Em Brasília, capital de nosso País, é necessário que sejam escolhidos homens com tal perfil.

Já indiquei para Senador da República o Comandante Átila Maia, militar da Aeronáutica, que atingiu o Posto de Brigadeiro e que conhece toda a rotina legislativa em Brasília; sua candidatura fortalecerá todas as demais; reforçará os candidatos militares que estarão disputando cargos de Deputados Federais e auxiliará as candidaturas de governadores que tenham o perfil de homens de honra.

Aos intervencionistas: Vamos intervir com o voto!

sexta-feira, 6 de abril de 2018

O SANGUE DA NAÇÃO


MAIS UMA FALÁCIA...

...que depois fica como verdade: "Moro decretou a prisão de Lula!"

Embora tenha decretado, porque é assim que funciona a Lei, não caberia a Moro coisa diferente, ou não fazê-lo, uma vez que recebeu determinação do TRF-4 logo após o resultado da decisão do STF.

Agora vêm os blá blá blá e, para complicar, uma interpretação do STJ sobre esgotarem os futuros nulos pedidos de Lula para não ser preso, ou seja: Um outro recurso ao TRF4.

Claro que tal recurso está previsto em Lei e Lula deve usar a Lei em seu favor, mas o resultado já é sabido: Não existe possibilidade de cancelar uma condenação no TRF-4, pois o julgamento já se consumou e de forma unânime.

Cabe mais recursos além do TRF4? Sim, claro, e já está no STJ e, depois, o trânsito em julgado que deverá acontecer no STF.

O resto é balela como as que foram feitas pelos renomados juristas do STF Marco Aurélio e Celso de Melo que querem fazer uma brecha na Lei para que Lula e todos os demais condenados em 2ª instância gozem de mais um tempo em liberdade; ou quem sabe seus processos transitem a vida inteira nas prateleiras de um Tribunal assoberbado e com 11 capetas.

Mas, com um Congresso que pode chegar até a mais de 500 pústulas e que não estão fazendo o seu dever de legislar, o judiciário aproveita e legisla em causa própria. Uma Lei da Câmara ou do Senado obrigatoriamente e sem discussão o judiciário teria que cumprir; mas quem faria uma Lei para acabar de uma vez por todas com tais desmandos que beneficiam A, B e C ou, de forma mais clara: Beneficiam o Executivo, Judiciário e Legislativo; quem a faria e quantos dos tais pústulas seriam a favor? Uma votação de antemão já perdida.

Para o povo restará as decisões que as grandes Nações já tomaram um dia no mundo inteiro e que se tornou o último recurso contra a bandalheira, a ditadura dos criminosos que se instalaram definitivamente no poder e a usurpação.

Não é tarde e não é tolice avisar e reafirmar o que tem sempre dito homens lúcidos: Qualquer atitude tomada como último recurso irá tingir a Nação com seu próprio sangue.

Queremos isso? A resposta é Não!

Urge que a Lei seja garantida e os paspalhões sejam calados no fundo de uma cela, entre os quais senadores e pseudos políticos aspirantes à um trono que hoje é covil de ratos.

Lutemos, por ora com nossas palavras, e garantiremos homens de Honra numa luta mais direta em prol do Brasil.

Não desista Sérgio Fernando Moro!

A DITADURA DO PROLETARIADO NO BRASIL


A esquerda no Brasil nunca lutou por democracia; o que hoje dizem é falácia decorada e mentirosa, fartamente ensinada por Mário Lago e outros ideólogos marxistas da geração passada aos incautos daquele futuro e do hoje presente.  A verdade é que a esquerda lutou pela ditadura do proletariado, disfarçada em uma revolução para o povo, em busca de benesses que seriam repartidas entre todos, assim caracterizando aquela propalada “democracia”, pois todo o povo desfrutaria daquilo que a burguesia ostentava.

Dando-se conta disso a maioria dos brasileiros do passado pediu a intervenção militar e, desde então, essa esquerda daninha vem promovendo, através das universidades, covil onde se esconderam e se mantiveram como se fosse sua trincheira, apregoando a luta de classes disfarçada em direitos humanos, e que propagou nos dias de hoje uma outra luta, contrária a discriminação, mas que eles mesmos é que a insuflaram, pois pregam a existência de uma classe de branco contra negro; mulher contra homem e mais recentemente heterossexuais contra  homossexuais, chegando até ao absurdo de superfaturarem a homofobia.

Fernando Gabeira, lúcido hoje, foi um esquerdista filiado ao PT até chegar seu amadurecimento intelectual, que lhe foi concedido pela existência, e em suas reflexões recentes, já tendo saído daquele partido, tem dito em todas as entrevistas e momentos em que lhe é perguntado sobre a Contra Revolução de 64 que eles lutaram por uma ditadura, que foi vencida por outra; claro que ele considera os governos militares como ditadura, mas não esconde que a sua luta, e a de seus companheiros, foi pela ditadura do proletariado.